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You are here: Home Imprensa Notícias 2007 Agosto 2ª semana Trabalho mostra importância do nitrogênio sobre solos e nutrição de plantas de algodoeiro
Trabalho mostra importância do nitrogênio sobre solos e nutrição de plantas de algodoeiro (14/08/2007)
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Qual a influência do nitrogênio no desenvolvimento do algodoeiro plantado em substituição a culturas antecessoras? Essa é a questão que direciona a pesquisa dos especialistas Alexandre Cunha de Barcellos Ferreira, Maria da Conceição Santana Carvalho, da Embrapa Algodão (Campina Grande-PB), Kézia de Assis Barbosa,  André da Silva Teobaldo, da Fundação GO, Marisa de C. Picclo e Claudia Vieira Brasil, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA/USP). Eles vão divulgar os resultados durante o 6º Congresso Brasileiro do Algodão, que acontece em Uberlândia (MG) entre os dias 13 a 16 de Agosto.

Com o tema: “Disponibilidade de nitrogênio no solo e adubação nitrogenada do algodoeiro, em função de culturas antecessoras”, o trabalho teve o objetivo de avaliar os efeitos de doses de nitrogênio (N) sobre o algodoeiro, cultivado após as culturas da soja, do milho e de gramíneas forrageiras, nas condições do cerrado goiano.

Estudo conduzido em Santa Helena (GO), foram analisadas  culturas antecessoras (algodão, Brachiaria decumbens, milho e soja), dispostas em faixas (parcelas) e cinco doses de nitrogênio em cobertura (0, 40, 80, 120 e 16 kg/ha de Nitrogênio), distribuídas nas subparcelas, totalizando 20 tratamentos. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com quatro repetições. A quantidade de nitrogênio mineralizado dos resíduos das culturas de algodão e soja, independente da velocidade de decomposição, foi suficiente para suprir a demanda do algodoeiro no patamar de produção alcançado. O algodão cultivado em sucessão à braquiária (designação comum às plantas da família das gramíneas forrageiras) acumulou menor quantidade de nitrogênio em suas folhas, cresceu menos, reteve maior número de capulhos, foi mais produtivo e apresentou maior rendimento de fibra, comparado com a monocultura de algodão e a sucessão à soja e ao milho.

“Esses resultados sugerem que houve melhor distribuição dos fotoassimilados para a produção de fibras, em detrimento do crescimento vegetativo. O algodoeiro cultivado após a soja apresentou o segundo melhor desempenho; as plantas desenvolveram-se rapidamente após a emergência, provavelmente devido à maior disponibilidade de nitrogênio, e atingiram a maior altura final”, relata a pesquisadora Conceição Santana. Ela diz ainda que, durante o ciclo do algodoeiro, a presença de resíduos de soja favoreceu a mineralização líquida do nitrogênio do solo, tornando-o disponível nos primeiros estádios de desenvolvimento da planta.
   
Jornalista: Dlmo Oliveira – DRT 0598/PB
Contatos: (83) 9154.1535
E-mail: dalmo@cnpa.embrapa.br

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