O diretor-presidente da Embrapa, Silvio Crestana, que reassumiu o cargo
após o término de sua licença de dois meses, pediu, nesta manhã, o fim
da greve decretada pelo Sinpaf na última terça-feira (02/06).
Acompanhado dos diretores executivos, José Geraldo Eugênio de França,
Kepler Euclides Filho, Tatiana Deane de Abreu Sá e da comissão de
negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), ele recebeu, na Sede
da Empresa, o presidente do Sindicato, Valter Endres e os
representantes regionais da entidade.
Segundo Crestana,
durante sua gestão na Presidência da Empresa o caminho tem sido o do
diálogo - e que não houve nenhuma mudança de orientação nesse sentido
-, prova disso foram os 4 acordos coletivos assinados, com reposição da
inflação e ganhos nos salários, além da conquista do novo Plano de
Carreiras, Flex Ceres, tabela salarial, entre outros benefícios.
“Acredito
na capacidade de busca do entendimento, por isso, o fim da paralisação
é importante para avançarmos nas negociações. Mesmo assim, caso isso
não ocorra, manteremos a reunião na próxima terça-feira (09/06), às 14
horas. Vamos continuar as negociações com o Governo para poder
apresentar a proposta aos empregados, especialmente, em relação aos
índices econômicos”, disse o diretor-presidente da Embrapa.
Além
disso, “espero que na próxima semana possamos ter o anúncio do nome do
novo diretor-presidente, para isso, o fim da greve seria importante na
busca da conciliação”, acrescentou. O presidente do Sinpaf, Valter
Endres, propôs ao final da reunião a prorrogação do ACT. Crestana
confirmou a manutenção dos benefícios e apresentou uma carta do
presidente do Consad, José Gerardo Fontelles, dirigida ao presidente do
Sinpaf, em resposta à solicitação do próprio Sindicato, reiterando os
motivos legais pelos quais o pagamento do adicional de insalubridade
está sendo feito com base no salário mínimo.
Texto: Assessoria de Comunicação Social da Embrapa

