A Embrapa Amapá realiza na terça-feira( 10), o curso “Como alimentar peixes e evitar doenças na piscicultura”, no auditório da instituição de pesquisa, em Macapá. O curso é gratuito
Foram oferecidas 50 vagas e estão inscritos técnicos de órgãos como Pescap, Senar, Sebrae e piscicultores de várias localidades do Amapá. A programação constará de palestras e debates, pela manhã e à tarde, sobre temas relacionados à legalização de pisciculturas e à sanidade de peixes cultivados, especialmente espécies mais comuns em pisciculturas instaladas no estado do Amapá.
Para falar sobre a legalização de pisciculturas, com orientações de como e onde obter a licença ambiental, foi convidado o Engenheiro de Pesca Geraldo Roberto Pinto, coordenador do Núcleo de Recursos Pesqueiros do Ibama do Amapá. Em seguida, a pesquisadora da Embrapa Amapá, Eliane Tie Oba Yoshioka, abordará o tema alimentação e nutrição de tambaqui, tambacu e tambatinga, com destaque paras os tipos de rações, biometria, estocagem e problemas nutriconais. Durante a tarde, Marcos Tavares Dias abordará as formas de cuidados e tratamentos de doenças de peixes cultivados.
O curso é resultado da parceria entre a Embrapa Amapá, o CNPq e a Rede AquaBrasil, coordenada pela Embrapa Pantanal (MS). A oferta deste curso faz parte das atividades do projeto “Aspectos Sanitários e Parasitológicos de Peixes Cultivados em Pisciculturas de Macapá, Estado do Amapá: Diagnóstico e Intervenções”, que recebe recursos financeiros do CNPq, Ministério da Agricultura, Rede AquaBrasil (da Embrapa Pantanal, no Mato Grosso do Sul) e Ministério da Pesca e Aquicultura.
Por meio deste projeto, em três anos a Embrapa Amapá espera prover o mercado e demais setores da atividade com informações técnico-científicas capazes de estabelecer critérios para programas de sanidade para peixes cultivados no Amapá. Outra linha de trabalho é a formação de recursos humanos para atuar no setor produtivo do Estado. “Estamos oferecendo cursos e seminários, pois a capacitação de pessoal é importante para o monitoramento constante das condições sanitárias dos cultivos e para o conhecimento das dificuldades enfrentadas pelos piscicultores”, disse Marcos Tavares Dias, doutor em Aquicultura.
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