A emergência do Brasil como um dos líderes mundiais do agronegócio, o desenvolvimento da pesquisa agropecuária brasileira e a atuação internacional da Embrapa. Explicar aos americanos a estreita relação entre esses assuntos, de forma a facilitar a cooperação internacional da Empresa naquele pais, encontra-se entre as principais atividades do coordenador do Labex-EUA (Laboratorio Virtual da Embrapa no Exterior), Ladislau Martin-Neto. Desta vez, o pesquisador passará os dias 4 e 5 de março na Rutgers – Universidade Estadual de New Jersey.
A primeira apresentação de Ladislau será para professores e alunos da Faculdade de Ciências Ambientais e Biológicas. Em sua palestra, ele fornecerá uma visão geral da agricultura brasileira e seu potencial de expansão voltado à segurança alimentar e a produção de energia renovável, inclusive com explicações sobre o sistema integrado lavoura-pecuária-floresta enquanto alternativa mais eficiente ao uso da terra. O pesquisador também falará sobre a importância da Embrapa na geração de pesquisas para a agricultura tropical e apresentará a experiencia do Labex-EUA como um caso de sucesso em cooperação internacional. A ideia é que essas informações possam estimular futuras parcerias entre a Embrapa e a Rutgers.
Além dessa apresentação, Ladislau Martin deverá conhecer os laboratórios da Faculdade de Ciências Ambientais e Biológicas e proferir outra palestra, mais específica, sobre as pesquisas da Embrapa relacionadas ao sequestro de carbono no solo, bem como seu potencial de mitigação das mudanças climáticas. Segundo o pesquisador, “experiências como essa são importantes não apenas para a Embrapa, no sentido de mostrar a comunidade cientifica internacional a seriedade de nosso trabalho, mas também para o o próprio país, que passa a ser melhor conhecido por suas potencialidades na agricultura, na pesquisa e na inovação. Creio que, muito além da cooperação internacional em C&T, o Labex também cumpre o papel fundamental de construção de uma imagem cada vez mais positiva do Brasil no exterior”, conclui o pesquisador.
Wilson Fonseca Jr. (MTb 121/MS)
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