Laboratório de Genética e Bioquímica

O Laboratório de Genética e Bioquímica da Embrapa Agrobiologia realiza estudos nas áreas de genômica funcional de bactérias diazotróficas, com enfoque na expressão diferencial de genes (transcriptômica e proteômica), além de analisar o potencial de fixação biológica de nitrogênio, as características promotoras do crescimento vegetal, a prospecção e a identificação de moléculas de interesse biotecnológicos.

O espaço conta com uma ampla infraestrutura de equipamentos, tais como:

  • Eletroporador para clonagem de células procarióticas e eucarióticas (Bio-Rad)
  • Sistema de isoeletrofocalização para géis 2-D e estudos de proteômica (GE)
  • Aparatos para DGGE
  • Escaner para quantificação de sondas de radioitótopos
  • Western Blots quimiofluorescentes e de células que emitem fluorescência (Typhoon FLA 9000 - GE)
  • Fluorímetro para quantificação de ácidos nucleicos e proteínas (Qubit 2.0 Fluorometer – Invitrogen)
  • Cromatógrafo líquido de alta eficiência (HPLC), equipado com detectores de UV e IR (Shimadzu)
  • Equipamento de PCR em tempo real (7500 Fast Real-Time PCR System – Applied Biosystems)
  • Equipamento para determinação de parâmetros como pureza, tamanho, concentração e integridade de ácidos nucleicos e proteínas, bem como para quantificação de células que emitem fluorescência (Bioanalyzer – Agillent)
  • Programas para análise de bioinformática com enfoque em genômica, transcriptômica e proteômica

Histórico

O Laboratório de Bioquímica da Embrapa Agrobiologia foi criado em 1978 para estudar a fisiologia das bactérias diazotróficas dos gêneros Azospirillum, Herbaspirillum e Gluconacetobacter, descritas nas décadas de 1970 e 1980 na Unidade. Em 1991, foi ampliado para Laboratório de Genética e Bioquímica, com o objetivo de desenvolver pesquisas na área de Biotecnologia, tema que foi incorporado aos programas de pesquisa da Unidade. 

A participação do laboratório no projeto de sequenciamento completo do genoma da bactéria diazotrófica endofítica Gluconacetobacter diazotrophicus (RioGene) possibilitou a criação do Laboratório de Genoma, com aquisição de sequenciador e acessórios. Em 2008, tornou-se membro do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Fixação Biológica de Nitrogênio, o que garantiu grande aporte financeiro para implementação de novas linhas de pesquisa e projeção junto à comunidade científica brasileira.