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Degradação florestal na Amazônia: como ultrapassar os limites conceituais, científicos e técnicos para mudar esse cenário.

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Autoria: FERREIRA, J.; BLANC, L.; KANASHIRO, M.; LEES, A. C.; BOURGOIN, C.; FREITAS, J. V. de; GAMA, M. B.; LAURENT, F.; MARTINS, M. B.; MOURA, N.; OLIVEIRA, M. V. N. d'; SOTTA, E. D.; SOUZA, C. R. de; RUSCHEL, A. R.; SCHWARTZ, G.; ZWERTS, J.; SIST, P.

Resumo: Os dez pontos-chave identificados nesse documento enfatizam a importância de reconhecer a degradação florestal como uma ameaça séria à conservação da Floresta Amazônica. O combate aos impactos da degradação merece tanta atenção quanto o desmatamento quando se considera a abrangência espacial dos eventos de queimadas, exploração predatória de madeira e fragmentação das florestas. Ao contrário dos desmatamentos, os efeitos da degradação são mais difíceis de perceber, podem ocorrer de forma lenta e, em longo prazo, terminam por ameaçar a biodiversidade e comprometer serviços ecológicos importantes nas florestas. O combate à degradação florestal requer um esforço coordenado do governo e da sociedade. Os cientistas têm muito a contribuir com o desenvolvimento de metodologias, indicadores, sistemas de classificação e estimativas dos impactos. A integração dos diversos setores é fundamental para implementar medidas sistemáticas de monitoramento, controle e incentivos para impedir a degradação florestal na Amazônia.

Ano de publicação: 2015

Tipo de publicação: Folhetos

Palavras-chave: Desmatamento, Floresta