20/12/17 |

Balanço registra avanços e conquistas no ano que termina

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Estabelecer metas, encarar desafios e explorar possibilidades em um contexto de poucos recursos, tudo permeado pela atual fase de reestruturação da empresa, foram a tônica do balanço anual apresentado em 14 de dezembro último pelo pesquisador e chefe-geral da Embrapa Hortaliças (Brasília - SF) Warley Nascimento. “Um ano complicado”, segundo ele, mas também produtivo, resultado tornado possível pelo “tijolinho de cada ação empreendida em benefício da Unidade”. 

E se depender do entusiasmo com que focou as diversas áreas subordinadas aos quatro núcleos que constituem o organograma da Unidade – Chefia Geral e Chefias Adjuntas de Administração, de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação e de Transferência de Tecnologia – e de onde se ramificam os setores que fazem funcionar o centro de pesquisa, as possíveis turbulências que vêm sendo sinalizadas serão administradas com responsabilidade mas, sobretudo, com confiança na capacidade de enfrentamento e de superação já demonstradas pelos empregados em diversas ocasiões. E, para Nascimento, se essa disposição permanecer em 2018 o saldo será igualmente positivo e com justas razões para comemorar.

“Para a nossa Unidade, 2017 foi um ano bastante positivo, pois avançamos em muitos pontos, entre os quais o relacionamento com outras instituições, a exemplo da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que passou a incluir as hortaliças nas suas discussões e hoje possui uma comissão específica para a olericultura”, exemplificou o pesquisador. “Esse é apenas um exemplo de um empreendimento bem-sucedido, e existem ainda outros horizontes a ser conquistados”, acrescentou.

No balanço constou avaliações pertinentes a diversas áreas, a começar pela administrativa que envolve atribuições que vão desde gestão de contratos, de pessoas, orçamentária/financeira, de infraestrutura/logística, de patrimônio e a de máquinas e veículos. E onde a gestão do orçamento mobiliza as demais áreas, haja vista a necessidade de recursos para atendimento das crescentes demandas inerentes a um centro nacional de pesquisa de produtos.

Em meio a esse contexto, destaque para a decisão que implica em corte de gastos com transporte, por meio de fusão/supressão de linhas, mudanças que vão exigir a compreensão de todos os setores envolvidos, já que estão inseridas nas medidas que alcançam todas as Unidades da Embrapa – centralizadas e descentralizadas. Em meio a tudo isso, a gestão administrativa marcou, na opinião da chefia geral, “um golaço”, ao atender integralmente todos os pedidos de compras, apesar do magro orçamento. 

PD&I

Conforme o balanço, a área de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação não deixou a desejar no cumprimento de sua principal missão: desenvolver tecnologias que reforcem os elos da cadeia produtiva de hortaliças.  Alguns dos materiais desenvolvidos encontram-se em fase de licenciamento, como as cultivares de alface BRS Leila, BRS Lélia e BRS Mediterrânea; os tomates BRS Della Vechia e BRS Laterrot; o melão BRS Anton; a cenoura BRS Paranoá, por exemplo. “Em breve, teremos as sementes desses novos materiais disponibilizadas para os produtores”, anuncia Nascimento, para quem o sucesso de uma nova tecnologia está estreitamente relacionado às parcerias estabelecidas. Dentro desse entendimento, o melão BRS Araguaia figura como um caso de sucesso.

“Desenvolvido há cinco anos, em parceria com a Emater-GO, o melão BRS Araguaia foi licenciado para a empresa Feltrin Sementes, que detém os direitos de produção/comercialização e que vem realizando um excelente trabalho, isto é, esse material está à disposição dos produtores e vai indo muito bem, obrigado”.

Transferência de Tecnologia

Os setores de Programação de Transferência de Tecnologia (Sipt) e o de Prospecção e Avaliação de Tecnologias (Spat) situam-se na área de competência da chefia adjunta de Transferência de Tecnologia. Esses setores atuam em simbiose na identificação de demandas e na transferência de tecnologia para a cadeia produtiva de hortaliças. “Sempre é bom reforçar a importância de ficarmos atentos às possibilidades de não apenas transferir, mas também compartilhar conhecimentos e experiências, seja em seminários, cursos, ou em feiras e exposições”, anotou o chefe-geral.

Base de Apoio

No cômputo geral da avaliação dos resultados alcançados na Embrapa Hortaliças, os demais setores que desenvolvem atividades específicas de apoio e reforço às ações relacionadas aos projetos de pesquisa também tiveram as suas virtudes elencadas por Nascimento: Núcleo de Comunicação (NCO), Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), Núcleo de Desenvolvimento Institucional (NDI), Núcleo de Apoio a Projetos (NAP), Comitê Técnico Interno (CTI) e Biblioteca (publicações), “setores-chave não apenas para os projetos de pesquisa, mas para a Unidade como um todo”. 

Sem esquecer, de acordo com o pesquisador, a importância do papel exercido pela Comissão de Ética, “responsável pela observância dos princípios e valores éticos em todos os atos praticados no exercício de servidores da Unidade”.

Metas e Desafios para 2018

- Aumento da captação de recursos externos
- Melhorar o processo de obras e reformas
- Contratar mais bolsistas para reforçar a base de apoio a projetos
- Maior aproximação com as cadeias produtivas de hortaliças
- Ampliar os níveis de cooperação com outras Unidades da Embrapa
 

Anelise Macedo (MTB 2.749/DF)
Embrapa Hortaliças

Telefone: 61 3385-9109

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

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