20/04/19 |   Pesca e aquicultura

Workshop vai identificar pontos fortes e desafios para a cadeia produtiva de camarão de água doce no Amapá

Informe múltiplos e-mails separados por vírgula.

Foto: Dulcivânia Freitas

Dulcivânia Freitas - A primeira palestra foi da coordenadora do GT em Camarões de Água Doce (GTCAD) vinculado à UFPA (campus de Bragança), professora doutora Cristiana Ramalho Maciel.

A primeira palestra foi da coordenadora do GT em Camarões de Água Doce (GTCAD) vinculado à UFPA (campus de Bragança), professora doutora Cristiana Ramalho Maciel.

O evento “I Workshop sobre Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação na Cadeia Produtiva de Camarões de Água Doce na Amazônia Brasileira: Negócios” reúne, nos dias 22 e 23 de abril, na Embrapa Amapá, em Macapá (AP), pesquisadores e técnicos do Grupo de Trabalho em Camarões de Água Doce (GTCAD) vinculado à Universidade Federal do Pará (campus de Bragança) e de instituições de pesquisas e de apoio ao empreendedorismo que atuam no estado do Amapá. Coordenado pela Embrapa, o evento é uma oportunidade para identificar os desafios e oportunidades locais para o cultivo sustentável comercial de camarões de água doce.     

Na segunda-feira, 22, pela manhã e à tarde, os técnicos do GTCAD, da Embrapa, da Agência do Pesca do Amapá (Pescap), do Instituto Estadual de Pesquisas Científicas e Tecnológicas (Iepa), da Universidade Federal do Amapá (Unifap), da Universidade do Estado do Amapá (Ueap) e do Sebrae Amapá, apresentarão um ciclo de palestras para elaborar uma matriz swot, visando a integração de esforços para o fortalecimento da cadeira produtiva de camarão de água doce. As letras swot referem-se a Strenghts (pontos fortes), Weaknesses (pontos fracos), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças). A técnica foi elaborada pelo norte-americano Albert Humphrey. As instituições vão destacar, neste Workshop, suas forças e fraquezas, incluindo o que é requerido delas no ambiente externo; oportunidades que podem proporcionar vida longa às organizações; e as ameaças que podem prejudicar substancialmente o negócio, caso se tornem realidade e a organização não consiga mitigar seus efeitos negativos. “A ideia é verificar esse conjunto de instituições, o que cada uma tem de pesquisa, desenvolvimento, inovação e negócios. Algumas delas vão apresentar resultados de pesquisas, que são seus pontos fortes. Quem não desenvolve pesquisas, certamente dispõe de outras contribuições como infraestrutura, pessoal, laboratórios, equipamentos. Veremos o que de melhor cada instituição dispõe para contribuir no processo local de cultivo de camarão de agua doce”, explicou o pesquisador coordenador do evento, Jô de Farias Lima.  

 

No último dia do Workshop será feita a montagem da matriz swot     

Na terça-feira, 23, pela manhã, será realizada uma oficina a partir do método Delphi entre os participantes. Esta técnica é usada geralmente para gerenciar projetos, com foco na identificação de riscos a partir de um consenso entre os integrantes. Neste mesmo dia, no período da tarde, será feita a montagem da matriz swot de produto, através de uma dinâmica para eleger os pontos de relevância registrados no dia anterior. Essa metodologia vai subsidiar futuras intervenções viabilizadoras de negócio na cadeia produtiva de camarões de água doce na Amazônia brasileira.

Como parte da programação de eventos técnico-científicos, voltados para fortalecer a cadeia produtiva do camarão de água doce no Amapá, a Embrapa promove também no período de 24 a 26 de abril, um curso de larvicultura do camarão, com apresentações no auditório e procedimentos no galpão de experimentos de aquicultura. Esta capacitação terá como facilitadora a coordenadora do Grupo de Trabalho em Camarões de Água Doce (GTCAD) vinculado à Universidade Federal do Pará (campus de Bragança), professora doutora Cristiana Ramalho Maciel.  O “I Workshop sobre Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação na Cadeia Produtiva de Camarões de Água Doce na Amazônia Brasileira: Negócios” e o curso de larvicultura do camarão são realizados por meio do Projeto “Sistemas de produção aquícola para propagação de formas jovens de tambaqui, pirarucu e camarão-da-amazônia no território Sudeste do Amapá (Propaga), financiado pelo Fundo Amazônia.

 

Dulcivânia Freitas (DRT-PB 1.063/95)
Embrapa Amapá

Contatos para a imprensa

Telefone: 96-3203-00287

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Encontre mais notícias sobre:

fundoamazôniacamarãodeaguadoce