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Curso aborda ecofisiologia aplicada aos Sistemas Agroflorestais no Pará

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A parceria entre Embrapa Florestas, Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará ( IDEFLOR-bio), Emater e Secretaria Municipal de Agricultura de Tomé-Açu, no Pará, possibilitou a realização do curso de Ecofisiologia aplicada aos Sistemas Agroflorestais, de 19 a 21 de novembro, naquela cidade.

O curso foi destinado a 40 técnicos do IDEFLOR e Emater e contou com Marcelo Arco-Verde e Emiliano Santarosa, como instrutores. Os aspectos fisiológicos e manejo em SAFs foram o foco principal: “ Foram abordados fatores importantes no entendimento da fisiologia das plantas e que afetam diretamente a produtividade, como a fotossíntese, classificação das plantas quanto ao metabolismo de carbono, água no sistema solo-planta-atmosfera, sistema vascular das plantas e anatomia da madeira, déficit hídrico e aspectos nutricionais. O planejamento e manejo das plantas visando produtividade e viabilidade econômica, social e ambiental também foram apresentados”, explica Santarosa.

Além da parte teórica, foi realizada visita técnica em Unidades de Referência Tecnológica (URT) em sistemas agroflorestais, localizadas no município de Tomé-Açu, com discussão a campo de aspectos abordados durante o curso e relato de experiências dos produtores. Também, foram formados grupos de trabalho com apresentação de diagnóstico nos SAFs visitados, correlacionando aspectos fisiológicos com a parte de manejo e produtividade, espaçamentos, ajuste de entrada de radiação, aplicações da poda, adubação, entre outros fatores técnicos agronômicos e florestais para produtividade em SAFs.

“Estas ações foram importantes devido a parceria estabelecida, sendo que a Embrapa possui trabalhos de longo prazo na região, com Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Florestas e parceiros do IDEFLOR, servindo de referência e alternativa para geração de renda para os produtores, com impactos sociais, econômicos e ambientais. Incluindo ações com cooperativas locais. Para o futuro, espera-se a continuidade destes trabalhos e a multiplicação dos SAFs pelos técnicos treinados, com a ampliação da adoção desta tecnologia em diferentes regiões do Pará”, destaca Emiliano.

Paula Saiz (Conrerp 3453)
Embrapa Florestas

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