Manejo das principais doenças e insetos-praga do cajueiro

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Foto: Cardoso, Emilson

O cajueiro tem uma importância marcante na economia do Nordeste. O agronegócio caju exportou mais de 215 milhões de dólares entre 2007 e 2012. No entanto, a produção anual de castanha tem experimentado um acentuado declínio nos últimos anos. Entre os fatores que concorrem para este declínio estão à recorrência de doenças e de pragas. Este projeto prevê o desenvolvimento de técnicas eficientes de manejo para redução do impacto negativo dos problemas fitossanitários na produção. Estudos básicos, em laboratório e casa-de-vegetação, e estudos de campo serão realizados visando avançar no conhecimento das seguintes propostas: epidemiologia do oídio e da resinose; ação de fungicidas e óleos essenciais sobre pragas e doenças, e de indutores de resistência sobre o oídio, antracnose e mofo-preto; relação da fenologia da planta com a ocorrência do oídio; identificação de marcadores morfológicos associados à resistência da planta à antracnose e mofo-preto; seleção de genótipos resistentes às doenças e às pragas em estudo; prospecção de inimigos naturais no controle de pragas e controle biológico da resinose; estudos biológico das traças-das-castanhas; ação de inseticidas sintéticos e produtos comerciais à base de Beauveria bassiana no controle da mosca- branca; monitoramento de pragas; pulverização seletiva para broca-das-pontas e traça-das-castanhas; estudos de toxidez de óleos essenciais ao cajueiro e às abelhas; além dos estudos dos impactos potenciais socioeconômicos e ambientais das tecnologias desenvolvidas pelo projeto. Os impactos esperados dos avanços de conhecimento e das tecnologias desenvolvidas por esse projeto serão o aumento na produção de amêndoas e de pedúnculos, bem como na qualidade desses, o que poderá dar um novo impulso ao mercado de mesa e de suco.

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