Avaliação dos componentes imunológicos do colostro fresco e congelado suíno - Colostrum

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A natureza epiteliocorial da placenta suína a impermeabiliza à transferência de imunoglobulinas maternas ao feto, desta forma, o leitão é dependente da ingestão do colostro para aquisição de imunidade passiva. O colostro é rico em imunoglobulinas e em células imunes além de outros compostos bioativos que em conjunto nutrem e regulam funções biológicas. No entanto, pouco se conhece sobre a função de alguns desses componentes, como as citocinas, participantes da resposta imune inata e adaptativa.

A transição do colostro para leite ocorre entre 1 e 2 dias após o parto, enquanto que a absorção de imunoglobulinas pelo leitão cessa dentro de 24 horas após o nascimento. Como a vitalidade ao nascer é essencial para que os leitões realizem a primeira mamada, animais de baixo peso ao nascer ou leitegadas muito grandes necessitam de assistência para a ingestão efetiva do colostro. Desta forma a suplementação com colostro preservado auxilia na redução da mortalidade.

A formação de um banco de colostro consiste da ordenha manual das porcas e armazenamento deste colostro a -20ºC, ocorrendo, entretanto, a morte celular extensiva, incluindo células imunes, causada pelo congelamento.

Este projeto tem como objetivo analisar e caracterizar o potencial imunológico humoral e celular do colostro fresco e congelado suíno e determinar a ação do congelamento, a curto prazo, sobre os leucócitos, imunoglobulinas e citocinas pró-inflamatórias presentes no colostro.

Situação: em execução Data de Início: Thu Feb 01 00:00:00 BRST 2018 Data de Finalização: Fri Jan 31 00:00:00 BRST 2020

Unidade Lider: Embrapa Suínos e Aves

Lider do Projeto: Ana Paula Almeida Bastos

Contato: ana.bastos@embrapa.br