Consequências da exploração agropecuária sobre as condições físicas e químicas dos solos das microrregiões do Nordeste paraense.

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Autoria: FALESI, I. C.; BAENA, A. R. C.; DUTRA, S.

Resumo: A nordeste do Estado do Pará, localiza-se uma área com aproximadamente 17.000km2, conhecida como Região Bragantina, a qual se encotnra subdividida em três microrregiões homogêneas: Bragantina propriamente dita, Guajarina e Sargado, com dezenas de municípios eminentemente agrícolas. Há pouco mais de 100 anos, a referida região era recoberta pela exuberante floresta tropical úmida da Região Amazônica. A derrubada da floresta primária começou em 1875 com a implatação da Colônia Agrícola de Benevides, constituída principalmente de nordestinos com sistemas de cultivo itinerantes (roçado). Da mesma maneira, outras colônias agrícolas surgiram sempre acompanhadas pela construção da estrada de ferro que ligava Belém a Bragança. A situação atual desta região é quase destituída de áreas com floresta primitiva, observando-se capoeiras em vários estádios de desenvolvimento, talhões com culturas perenes, de ciclo longo, pastagens e sistemas primitivos de cultivo (roçado). Os solos são dominantemente latossólicos de textura média e argilosa. Além da ocorrência de solos areno-quartzosos, concrecionários lateríticos, podzol-hidromórficos, há solos hidromórficos indiscriminados, localizados principalmente às margens dos grandes rios ou tributários. Propala-se comumente que a colonização mal orientada teve como consequência a total devastação desta região, que revela-se, hoje, como solos degradados e improdutivos. Fala-se em lixiviação intensa, erosão, deserto, etc., sem que houvesse, no entanto, dados concretos que realmente evidenciem a verdadeira situação ecológica da região. Em diversos pontos da região foram selecionadas áreas com estes onze tratamentos: mata virgem, área derrubada e queimada, capoeira média, copoeira alta, macega, roçado de mandioca, roçado de milho x arroz x mandioca, pastagem quicuio da Amazônia, cacau, em su-bosque, cacau em ex-pimental e seringal plantado.

Ano de publicação: 1980

Tipo de publicação: Folhetos

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