Manejo do pastejo dos capins Marandu, BRS Piatã e Xaraés (cvs de Brachiaria brizantha) sob lotação contínua.

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Foto: Leal, Luiz Antonio Dias

É um método para manejo adequado de pastos dos capins Marandu, Xaraés e BRS Piatã, usando a altura do pasto como instrumento de decisão. Esse método tem a vantagem de ser simples, rápido e de requerer apenas uma régua graduada.
A utilização da altura do pasto como guia de campo para monitorar e controlar o processo de pastejo é eficiente para planejar práticas de manejo. Resultando em aumento do desempenho dos animais e redução da idade de abate. Além disso, o manejo adequado do pastejo possibilita que os pastos mantenham-se produtivos e persistentes.

Uma vez, que essa prática de manejo respeita o ritmo de crescimento da planta forrageira e a ecologia do pastejo, ela pode ser extrapolada para diferentes ecossistemas e diferentes níveis de tecnificação.

Recomendação:
Os pastos de capins Marandu, BRS Piatã e Xaraés devem ser manejados com 30 cm de altura, ao longo do período das águas.

Como utilizar essa tecnologia
- Mensalmente, medir a altura de todos os pastos;
- Medir a altura de vários pontos do piquete, utilizando-se uma régua graduada;
- A altura de cada ponto deve corresponder à altura média do pasto em torno da régua;
- Fazer a média da altura de todos os pontos;
- Procurar cobrir todo o piquete escolhendo os pontos que representam a condição média do piquete;
- Não medir a altura nos malhadores, proximidades de bebedouros e saleiros, próximos às cercas e áreas de deposição de fezes.
Os pastos devem ser mantidos com 30 cm de altura, ao longo do período das águas. Na prática, se aceita amplitude de variação de 5 cm da altura-meta, ou seja de 25 a 35 cm.

Altura do pasto acima de 30 cm significa que o acúmulo de forragem está maior do que a demanda de forragem pelos animais, então se deve aumentar o número de animais no piquete. Caso contrário, estando a altura do pasto abaixo de 30 cm, significa que o acúmulo de forragem está menor que a demanda dos animais, assim há necessidade de diminuir o número de animais no piquete.

Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela Embrapa em parceria com outras instituições.

Prática agropecuária: Prática agropecuária Ano de Lançamento: 2014

Bioma: Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa, Pantanal

Unidade Responsável: Embrapa Gado de Corte

Unidades Participantes: Embrapa Gado de Corte

Onde Encontrar:
Embrapa Gado de Corte
Av. Rádio Maia nº 830, Zona Rural, CEP 79106-550, Campo Grande, MS
Fone: +55 (67) 3368-2000 | Fax: +55 (67) 3368-2150

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