Núcleo Temático Plano ABC

Por ocasião da 15ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, em 2009, o Brasil se comprometeu a reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 36,1% a 38,9% até 2020, deixando de emitir o equivalente a 1 bilhão de toneladas de CO2. Assim surgiu o Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono - ou Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura).
 
O País estimou a redução de 80% da taxa de desmatamento na Amazônia e de 40% no Cerrado, a ampliação da eficiência energética, com o uso de biocombustíveis, hidrelétricas e fontes alternativas de biomassa, e, por fim, a adoção de medidas na agricultura, como a recuperação de pastagens degradadas, a integração lavoura-pecuária-floresta, o plantio direto e a fixação biológica de nitrogênio (FBN).

Os estudos de balanço de nitrogênio na agricultura brasileira demonstram que, de todo o nitrogênio contido nos produtos colhidos e que saem do campo, mais de 70% são resultantes da FBN e 19% são uma contribuição dos fertilizantes, restando cerca de 10% para a contribuição do solo. Assim, o Brasil é o melhor exemplo, no mundo, da contribuição da FBN para a agricultura, já que grande parte da demanda de nitrogênio é suprida por essa tecnologia, essencial para a sustentabilidade agrícola. 
 
Este núcleo temático tem por objetivo identificar de que forma a Embrapa Agrobiologia pode contribuir, a partir da FBN, para o alcance dessas metas pelo Governo Federal.
 
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