Campo experimental

O campo experimental da Embrapa Agrossilvipastoril ocupa uma área de 508 ha, destinado a estudos de larga escala e longa duração. O espaço é dividido ao meio por uma estrada, formando dois talhões quase simétricos.

1. Área de sistemas integrados 1 (iLPF Leite)

Experimento de longo prazo que avalia a integração lavoura, pecuária e floresta voltada para a bovinocultura de leite. Ocupa uma área de 50 ha. Diversos projetos utilizam esta base experimental para avaliar dados fitotécnicos, dinâmica de carbono, indicadores biológicos de sustentabilidade, indicadores econômicos, etc.

Este experimento conta com infraestrutura adequada à produção de leite, como curral, sala de ordenha, caixa d'água, poço tubular próprio, transformador próprio, galpão e casa de veterinária.

2. Área de espécies perenes para produção de óleo

Neste local é conduzido experimento de longo prazo que avalia o desempenho de cultivares de palma africana (dendê) nas condições edafoclimáticas da região de Mato Grosso, a necessidade de suplementação hídrica (cinco níveis) e indicadores econômicos.

3. Área de estudo de fertilidade e nutrição de plantas

Neste local são conduzidos diversos experimentos que visam avaliar a eficiência do uso de fertilizantes e validação de novas tecnologias, em parceria com a Rede FertBrasil. Dois ensaios estão estabelecidos com os objetivos de avaliar diferentes dosagens de NPK em sistema de sucessão soja-milho e avaliar o efeito de subsolagem e gessagem em sistemas de produção de grãos.

A área disponível para as pesquisas sobre fertilidade de solo é de cerca de 15 ha.

4. Área do melhoramento vegetal

Neste local são conduzidas atividades associados a programas de melhoramento vegetal coordenados por centros de pesquisa de produtos da Embrapa. A área total destinada a estes programas é de aproximadamente 120 ha.

A área de melhoramento possui um sistema de irrigação linear, para possibilitar a semeadura antecipada de experimentos, bem como evitar a perda de dados por déficit hídrico.

5. Área de Estudos sobre Restauração florestal

Neste local é conduzido um experimento que avalia métodos diferenciados de recomposição de reserva legal, como o uso de mudas (nativas, com e sem exóticas consorciadas), semeadura direta mecanizada de sementes nativas (a lanço e em linha) e condução da regeneração natural.

Nesta primeira fase busca-se a estudar a viabilidade técnica e econômica dos modelos, bem como avaliar a eficácia dos métodos no restabelecimento da estrutura das comunidades vegetais, no manejo de plantas daninhas, na recolonização de diferentes elementos da fauna, na conservação de solos e recursos hídricos, nas alterações microclimáticas, na emissão de gases do efeito estufa e nos custos e oportunidades envolvidas em cada método testado, desde o planejamento, implantação e manutenção.

6. Área de sistemas integrados 2 (iLPF Corte)

Experimento de longo prazo que avalia o sistema de integração lavoura, pecuária e floresta voltado para bovinocultura de corte. Ocupa uma extensão de 102 ha.

Este experimento foi delineado em reunião realizada em Sinop com diversas Unidades da Embrapa. Muitos projetos utilizam esta base experimental para avaliar dados fitotécnicos, dinâmica de água e carbono, indicadores biológicos de sustentabilidade, indicadores econômicos, etc.

Este experimento conta com infraestrutura adequada à pecuária de corte, como curral, caixa d'água, poço tubular próprio, transformador próprio e galpão de máquinas e implementos.

7. Área da Pecuária

Área de 120 ha destinada a estudos com bovinos e testes de forrageiras.