Portos do Brasil

O porto está localizado numa enseada aberta junto à Ponta de Imbituba, na cidade de Imbituba no litoral Sul de Santa Catarina, a cerca de 90 km da capital Florianópolis, abrigada por um molhe de 850m. Está conectado à BR-101 permitindo o deslocamento acessível a todas as regiões do Brasil e países do Mercosul. Por mar, está a 286 milhas marítimas do Porto de Santos (SP) e 322 milhas marítimas do Porto do Rio Grande (RS). Também pode ser acessado por via férrea, operada pela Ferrovia Tereza Cristina, que interliga o Porto à Região Sul de Santa Catarina e por via aérea, pelo Aeroporto Internacional Hercílio Luz a 105 km. Sua área terrestre é de 1,55 milhões de m² e a área aquática é de 7,5 mil m².

Suas cargas predominantes atualmente são soja, milho, arroz, barrilha, bobinas de aço, contêineres, coque de petróleo, clínquer, fertilizantes, demais grãos agrícolas, hulha betuminosa e sal. Tem capacidade atual de 7,5 milhões de toneladas e 450 mil containers, entretanto o potencial nominal é de 15 milhões de toneladas. Em 2016, o porto movimentou 4,8 milhões de toneladas, um crescimento expressivo de 40% em relação a 2015, maior movimentação desde o início de suas operações, no século XIX. Tem uma área de influência abrangente na movimentação de cargas, com um raio de 500 km do Porto de Santos (SP) e do Porto do Rio Grande (RS), registrando em seu entorno outros grandes portos da região Sul do Brasil (PR, SC e RS).

O porto foi construído pelos ingleses em 1880 para escoar a produção de carvão mineral das minas do Rio Tubarão e transportado pela Estrada de Ferro Dona Thereza Christina. No início do século XX, a concessão das minas de carvão e da ferrovia foi transferida para a firma carioca Lage & Irmãos, que também assumiu o porto. No final de 1922, foi fundada a Companhia Docas de Imbituba (CDI), que nasceu assumindo toda a área portuária. Atualmente, a autoridade portuária é exercida desde dezembro de 2012 pela empresa pública estadual SCPar Porto de Imbituba S.A., subsidiária do acionista único SC Participações e Parcerias.

O Plano Mestre do Porto de Imbituba é de 2012 e prevê a sua expansão por 20 anos, tanto das instalações internas como a dragagem como das vias de acesso. A BR 101 com duplicações e o uso da ferrovia. O minério de ferro deverá ser reduzido como um dos principais graneis sólidos exportado e em seu lugar o cavado de madeira deverá ter volumes crescentes de movimentação. Soja e milho tem aparecido como cargas constantes e crescentes nos últimos anos em Imbituba, juntos correspondem por cerca de 20 % dos volumes movimentados nos últimos 8 anos. O Plano Mestre do Porto de Imbituba completo pode ser visualizado aqui .

O site do gestor do porto é fonte de notícias atualizadas do porto.