Gerenciamento de Resíduos de Laboratório

Conforme procedimentos adotados nos anos anteriores, todos os resíduos perigosos gerados nos laboratórios são segregados e armazenados em recipientes apropriados e rotulados até o momento do tratamento ou da destinação final. Nos últimos anos, um grande esforço foi empregado no sentido de reduzir ou deixar de gerar alguns desses resíduos, seja pela substituição de reagentes tóxicos, seja pela aquisição de equipamentos que tornam as análises e experimentos mais eficientes quanto ao consumo de reagentes. Alguns exemplos disso são a substituição da metodologia de marcação de DNA, eliminando o uso de brometo de etídeo; a substituição da metodologia de análise de H+Al em solo, eliminando o uso de para-nitrofenol; a aquisição de analisador automático de carbono, substituindo o método anterior que utilizava reagente contendo cromo VI; a aquisição de extrator pressurizado de gorduras, permitindo a recuperação e a reutilização de até 90% dos solventes utilizados; e a aquisição de forno de digestão por micro-ondas, reduzindo em 30% o volume de ácido utilizado na abertura de amostras de tecido vegetal.
 
Alguns dos resíduos gerados na Unidade passíveis de tratamentos químicos simples como neutralização, precipitação ou diluição são tratados no Laboratório de Gerenciamento de Resíduos, seguindo procedimentos operacionais padrão (POPs) estabelecidos e atualizados regularmente pelo Grupo Gerelab. O volume anual de resíduos tratados é de aproximadamente 2.500 litros.
 
Seguindo procedimentos recomendados em regulamentos técnicos, os resíduos perigosos cuja geração não pode ser eliminada, que não podem ser reduzidos ou tratados são encaminhados para incineração em condições controladas, por empresas especializadas. Atualmente, a quantidade anual de resíduos de laboratório enviados para essa destinação final é de aproximadamente 400 quilogramas.