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Transferência de metodologias para o controle genético de patógenos no tomate e no pimentão

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Foto: MINITTI, André Fachini

Há grande demanda por tomate e pimentão nas populações cubana e brasileira. Esses produtos são afetados por vários patógenos, entre os quais: Ralstonia solanacearum e o vírus do vira-cabeça do tomateiro (TSWV-tospovírus), em ambos os cultivos; os begomovírus transmitidos por mosca-branca, no tomate; e Potyvirus e Phytophthora capsici, no pimentão. É necessário iniciar trabalhos para obter cultivares multirresistentes que possuam características agronômicas desejáveis. Em Cuba, as condições de altas umidade e temperatura favorecem o desenvolvimento e a sobrevivência de R. solanacearum. São várias as possibilidades de disseminação desta bactéria, uma vez que ela se estabelece, pois se trata de um patógeno do solo que nele permanece por vários anos. Sua presença no país, ainda que sob estrito controle fitossanitário, constitui um alerta no trabalho dos pesquisadores de tomate e pimentão. Por esta razão, o Instituto de Investigaciones Hortícolas Liliana Dimitrova (IIHLD) tem ampliado seus objetivos de melhoramento com o intuito de buscar tolerância/resistência a R. Solanacearum, sem esquecer que, atualmente, a resistência a diferentes tipos de begomovírus e a Potyvirus e Phytophthora capsici é indispensável. Além disso, apesar de o TSWV ser um patógeno quarentenário em Cuba, sua presença e os graves danos por ele causado em países vizinhos tornam necessário o trabalho de melhoramento genético nesses cultivos. A utilização de cultivares multirresistentes é uma alternativa eficaz para o controle destes patógenos. Desta forma, Cuba apresenta resultados positivos no tocante à resistência a begomovírus e Potyvirus, enquanto o Brasil tem resultados reconhecidos no melhoramento genético para R. solanacearum, Tospovirus, Phytophthora capsici e tipos de begomovírus. No âmbito da cooperação entre Brasil e Cuba, têm sido desenvolvidas as ações programadas referentes à combinação de resistências a begomovírus, tospovírus e nematoides.

Ecossistema: Região dos Cerrados

Situação: concluído Data de Início: 06/2011 Data de Finalização: 05/2012

Unidade Lider: Embrapa Hortaliças

Líder de projeto: Leonardo Silva Boiteux

Contato: leonardo.boiteux@embrapa.br

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