Bem-vindo ao Programa Inova!

O InovaPork e o InovaAvi agora fazem parte do Programa Inova - fuçar, chocar, inovar da Embrapa Suínos e Aves. Os desafios de soluções tecnológicas (produtos, processos e serviços) para a avicultura e suinocultura brasileiras serão realizados de forma conjunta a partir deste ano.

A proposta é fomentar soluções em desenvolvimento que possam impactar as cadeias produtivas, além de alavancar oportunidades de parcerias entre atores dos setores envolvidos.
 

 


Reveja o lançamento do Programa Inova!

 


Sobre o evento em 2021


Público-alvo

Empresas, incluindo startups, de base tecnológica com propostas de soluções tecnológicas inovadoras com potencial para solucionar problemas da avicultura ou suinocultura nacional (agritechs).



Datas

Etapa 1
Inscrição das propostas e homologação
de 01.06 a 30.07.2021 às 12h
 
Etapa 2
Classificação
até 13.08.2021
 
Etapa 3
Aprimoramento e desenvolvimento do negócio - Trilha de Inovação
de 16.08 a 29.10.2021
 
Etapa 4
Final
Abertura: 20.10.2021
Grande final: de 27 a 29.10.2021

Local

A etapa final será on-line e poderá ser acompanhada no canal da Embrapa no YouTube.

Regulamento

Conheça as regras do nosso desafio.

Regulamento Programa Inova 2021

Inscrições

De 01.06 a 30.07.2021!

Preparado? Então se inscreva aqui!

Premiação

InovaAvi e InovaPork

1º lugar
Até 5 "passes livres”, com acesso a todos os cursos da empresa por 6 meses, na plataforma da Academia Suína ou Academia da Avicultura, relacionado ao tema da inscrição.

2º lugar
Até 5 cursos a escolher na plataforma da Academia Suína ou Academia da Avicultura, relacionado ao tema da inscrição.

3º lugar
Até 3 cursos a escolher na plataforma da Academia Suína ou Academia da Avicultura, relacionado ao tema da inscrição.

 

1º ao 5º lugar

Oportunidade de visibilidade das soluções tecnológicas para representantes de agroindústrias e investidores

Mentoria com especialistas em agronegócio, tecnologia e negócios

Trabalho com a equipe da Embrapa, Unochapecó e INCTECh para desenvolvimento da solução tecnológica durante a "Trilha de Inovação"


Oportunidades InovaAvi

O sucesso da produção avícola depende de alguns fatores como a genética, a alimentação, o manejo e o controle sanitário das aves. A implementação de boas práticas de produção pode minimizar o risco de doenças nas aves e contaminações em seus produtos.

As doenças em aves podem gerar um impacto econômico mundial, como alta mortalidade e morbidade, além da restrição à exportação de carne e ovos contaminados. Neste processo, os resíduos dos aviários podem ser tanto um recurso como um poluente. No entanto, o manejo adequado destes resíduos com altos conteúdos de nutrientes possibilita um impacto ambiental mínimo.

Visando mitigar esses impactos, o setor busca estratégias e ferramentas capazes de auxiliar na prevenção e mitigação de doenças.

As condenações de carcaças ou de partes de carcaça resultam em elevadas perdas econômicas e aumentam o custo de produção da carne de frango. As informações relativas a esse problema, bem como a busca ativa pelas causas, ou fatores de risco, associadas a condenações específicas, são iniciativas relevantes para as empresas e produtores.

A identificação de fatores de risco e causas que levam a condenação permite identificar o problema e mitigar os fatores de risco, reduzindo as perdas no abate.

O uso de antimicrobianos, que garante o desenvolvimento da avicultura e a produção de proteína animal de alto valor nutricional a baixo custo, repercute na saúde única (humana, animal e ambiente). Visando atenuar esses impactos, o setor busca ferramentas, estratégias ou ações que permitam avaliar o status dos vários elos da cadeia produtiva e substituir, diminuir e controlar o uso de antimicrobianos, garantindo alta produtividade, alimentos seguros ao mercado, o bem-estar e a sanidade das aves e do meio ambiente.

A produção de aves tem alta dependência de milho e de farelo de soja em suas rações, sofrendo grande impacto pela variação na disponibilidade, qualidade e custo desses. É importante desenvolver melhores processos de avaliação nutricional e utilização desses alimentos e substitutos economicamente viáveis nas formulações de ração.

O impacto econômico e na saúde provocado pela ocorrência de resíduos químicos e/ou biológicos em aves atinge nacionalmente o setor produtivo, refletindo na segurança do alimento e nas exportações, visto que o Brasil é um dos principais produtores e exportadores de carne de frango.

Visando mitigar esses impactos, o setor busca estratégias e ferramentas capazes de auxiliar na prevenção e mitigação destes problemas.

Novas tendências de consumo estimulam a busca por melhorias e inovações que preservem e/ou fomentem as práticas de produção em bem-estar animal ampliando assim as oportunidades de desenvolvimento de soluções tecnológicas que agreguem valor aos produtos, processos e serviços gerados nas cadeias de carnes e ovos.

Desenvolver soluções tecnológicas para produção de novos fertilizantes com maior eficiência no aproveitamento de nutrientes será um dos caminhos para produzirmos alimentos com maior sustentabilidade. Irá auxiliar a posição do Brasil de forma estratégica quanto ao meio ambiente, bem como contribuir para elevar a capacidade de aumentar sua produção de alimento, fibra e energia.

A intensificação tecnológica na produção de frangos e ovos, com destaque para as demandas da pecuária de precisão, entrou na fase chamada quarta revolução industrial, o Agro 4.0, com a introdução crescente de ferramentas digitais para a integração de equipamentos e sensores a áreas como inteligência artificial, machine learning, mineração de dados, realidade aumentada, cloud computing, big data e internet das coisas.

Essas tecnologias se aplicam aos mais variados temas na produção animal como ambiência, automação, nutrição, sanidade e biosseguridade, rastreabilidade e certificação, meio ambiente e gestão de granjas e de cadeias de suprimento. Também abrangem todos os segmentos das cadeias produtivas, do fornecedor de grãos ao consumidor final, integrando a granja ao prato de alimentos, de forma a aumentar a eficiência, transparência e qualidade na produção de alimentos e insumos agropecuários.

As estratégias digitais e ações para incentivar soluções tecnológicas e acesso à internet no campo estão disponíveis no Plano de Ação para o período 2021-2024, publicado no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O grande desafio da produção de aves atualmente no Brasil é adequar a ambiência interna das instalações frente as emissões de gases de efeito estufa (CO2, CH4 e N2O) assim como NH3, gerados internamente, e as variações climáticas existentes. Essas duas condições possuem grande influência no desempenho produtivo dos animais, causando prejuízos econômicos. A geração destes gases na avicultura provêm da respiração animal, manejo das camas e dos dejetos gerados.

As exigências do mercado e as recomendações ambientais do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), no cenário internacional, demandam que a produção animal, deve estar baseada visando o bem-estar dos animais, a proteção ao meio ambiente, as emissões de gases e a legislação ambiental vigente.

A conquista de mercado da proteína de aves (carne e ovos) depende do atendimento a todos os requisitos demandados pelos consumidores. Com as facilidades de comunicação digital e da tomada de dados e imagens, tornou-se mais prático e mais necessário manter a rastreabilidade dos lotes de carne e ovos para ampliar a competitividade do produto brasileiro.

A rastreabilidade e a certificação nos sistemas de produção de aves (frangos, ovos, perus, patos, etc.) são atributos que comprovam para os consumidores as práticas utilizadas nos sistemas de produção, facilitam a auditoria de processo e valorizam os produtos brasileiros no mercado interno e exportação.

Para implantar/melhorar o sistema de rastreabilidade, há necessidade de anotações de todos os insumos utilizados e práticas efetuadas durante a produção das aves.

A água é um recurso fundamental para as atividades produtivas, portanto seu uso racional na avicultura é frequentemente foco de importantes avanços tecnológicos, com impactos nas áreas econômica, social e ambiental.

Frente às atuais situações de escassez hídrica que o setor avícola enfrenta, buscamos estratégias e ferramentas que priorizem a eficiência e a melhoria na gestão desse recurso, e garantam a segurança hídrica e a sustentabilidade das atividades.

A tendência para desenvolver produtos que contentem o público vegano, vegetariano ou flexitariano tem crescido nos últimos anos, motivo pelo qual grandes indústrias do setor cárneo estão se atentando a esta demanda e criando segmentos dentro de suas unidades para incorporar plantas ou processos para produzir carne com ingredientes vegetais e/ou carne cultivada.

Startups mais recentemente têm investido nesta área e progredido com sucesso, visto a enorme aceitação não só de quem não consome carne, mas também das pessoas que se preocupam em cuidar do meio ambiente e evitar o sacrifício dos animais, que é a base do lab-grown meat ou carne cultivada em laboratório.


Oportunidades InovaPork

A sanidade animal é um importante pilar na sustentabilidade da suinocultura, uma vez que as doenças trazem impactos econômicos, sociais e ambientais para vários setores do agronegócio brasileiro. Visando mitigar esses impactos, o setor busca estratégias e ferramentas inovadoras capazes de solucionar esses problemas, detectando, prevenindo e controlando doenças na suinocultura brasileira.

As condenações de carcaças ou de partes de carcaça resultam em elevadas perdas econômicas para o setor produtivo. As informações relativas a esse problema, bem como a busca ativa pelas causas, ou fatores de risco, associadas a condenações específicas é algo muito relevante para as empresas integradoras. Isso permite identificar o tamanho do problema e mitigar os fatores de risco, reduzindo as perdas no abate, quando o custo de produção do animal já foi quase todo empenhado.

A produção de suínos tem alta dependência de milho e farelo de soja em suas rações, sofrendo grande impacto pela variação na disponibilidade, qualidade e no custo destes alimentos. É importante desenvolver melhores processos de avaliação nutricional e utilização desses alimentos e substitutos economicamente viáveis nas formulações de ração.

O uso de fontes renováveis de energia, como o biogás, em substituição aos combustíveis fósseis, é de grande importância para a sustentabilidade da produção das cadeias de proteína animal. Estas ações contribuem para o uso de tecnologias mais limpas nos sistemas produtivos e redução da emissão de gases de efeito estufa, cujos compromissos brasileiros estabelecem uma necessidade de diminuição de 37% até 2025.

A cadeia de suínos é uma das mais organizadas do agronegócio. Porém, tem enfrentado desafios com relação à ocorrência de resíduos químicos veiculados por aditivos na ração e patógenos presentes ao longo da cadeia, ou principalmente quando boas práticas de fabricação são deficientes.

A presença destes resíduos pode causar impacto na saúde (segurança do alimento) e na economia (prejuízo às exportações). Com foco na mitigação destes impactos, o setor suinícola almeja estratégias e ferramentas capazes de auxiliar a controlar estes problemas.

Os dejetos de animais podem substituir os fertilizantes minerais, abatendo custo de produção na agricultura e contribuindo com a sustentabilidade ambiental da suinocultura e avicultura.

Neste sentido, há grande demanda pelo desenvolvimento de métodos e sensores embarcados para análise em tempo real de adubos orgânicos, por novas tecnologias e equipamentos de aplicação de adubos orgânicos sólidos e fluídos, por aditivos que promovam a redução das perdas de nitrogênio e o aumento da eficiência agronômica dos nutrientes contidos nos adubos orgânicos, assim como pela adaptação de ferramentas de agricultura de precisão para recomendação e rastreabilidade da adubação.

Estas tecnologias devem ser acessíveis a pequenos e grandes produtores de suínos que contam com a reciclagem dos dejetos na agricultura como a principal rota tecnológica de destinação destes resíduos gerados nas unidades de produção.

A intensificação tecnológica na produção de suínos, com destaque para as demandas da pecuária de precisão, entrou na fase chamada quarta revolução industrial, o Agro 4.0, com a introdução crescente de ferramentas digitais para a integração de equipamentos e sensores a áreas como inteligência artificial, machine learning, mineração de dados, realidade aumentada, cloud computing, big data e internet das coisas.

Essas tecnologias se aplicam aos mais variados temas na produção animal como ambiência, automação, nutrição, sanidade e biosseguridade, rastreabilidade e certificação, meio ambiente e gestão de granjas e de cadeias de suprimento. Também abrangem todos os segmentos das cadeias produtivas, do fornecedor de grãos ao consumidor final, integrando a granja ao prato de alimentos, de forma a aumentar a eficiência, transparência e qualidade na produção de alimentos e insumos agropecuários.

As estratégias digitais e ações para incentivar soluções tecnológicas e acesso à internet no campo estão disponíveis no Plano de Ação para o período 2021-2024, publicado no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O grande desafio da produção de suínos atualmente no Brasil é adequar a ambiência interna das instalações frente as emissões de gases de efeito estufa (CO2, CH4 e N2O) assim como NH3, gerados internamente, e as variações climáticas existentes. Essas duas condições possuem grande influência no desempenho produtivo dos animais, causando prejuízos econômicos. A geração destes gases na suinocultura provém da respiração animal, manejo das camas e dos dejetos gerados.

As exigências do mercado e as recomendações ambientais do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), no cenário internacional, demandam que a produção animal deve estar baseada visando o bem-estar dos animais, a proteção ao meio ambiente, as emissões de gases e a legislação ambiental vigente.

Água de qualidade é fundamental para qualquer atividade econômica, e o setor suinícola possui uma demanda elevada desse recurso. Os cenários recentes de desconforto hídrico, principalmente em regiões com alto desenvolvimento socioeconômico, reforçam a necessidade de avanços em mecanismos e sistemas inovadores para aumento de eficiência e melhoria na gestão do uso da água nessa cadeia produtiva, em consonância com a sustentabilidade das atividades.

A mortalidade rotineira nas granjas ocorre naturalmente, mas, com a intensificação das atividades, esses volumes vêm aumentando, o que faz com que seja necessário a geração de novas tecnologias para a destinação destes resíduos.

Estima-se que no Brasil, anualmente, são gerados mais de 1,5 milhão de toneladas de carcaças animais. A suinocultura representa aproximadamente 10% deste montante, sendo o problema mais desafiador nas unidades produtoras de leitões.

Esses resíduos constituem risco sanitário e ambiental, contudo, se submetidos a processos de transformação, podem gerar novos produtos, e assim fazendo a suinocultura mais sustentável, fortalecendo a economia circular e tornando a vida das pessoas envolvidas com a atividade mais segura e digna.

Ferramentas genômicas e de edição gênica podem acelerar o melhoramento genético identificando, selecionando, inserindo ou modulando genes de interesse. Assim, estas ferramentas podem ser utilizadas para mitigar defeitos genéticos e infecções e melhorar características de interesse econômico, além da possibilidade de produção de proteínas de interesse para saúde animal e humana, melhorando a produtividade e diminuindo o impacto ambiental da produção animal.

Essa oportunidade proporciona a geração de ativos tecnológicos, fortemente amparados pelas geotecnologias, tanto na escala local de gestão das propriedades rurais quanto na escala regional no que se refere à governança do território. Isto permite o agrupamento dos desafios de inovação em duas vertentes:

  • Produção dos Ativos Cartográficos: Mapeamentos, zoneamentos, monitoramentos no âmbito das cadeias e sistemas agroalimentares e ambientais
  • Desenvolvimento e Integração de Sistemas e Plataformas Digitais Geoespaciais:  Relacionados a problemas de distribuição dos dejetos suínos como fertilizante orgânico das lavouras e pastagens

À medida que o comportamento e os hábitos de consumo da sociedade se transformam, e que o cuidado com o planeta não é uma alternativa, mas uma obrigatoriedade de grandes empresas, um novo segmento de proteínas alternativas surge e tem potencial de crescimento. A possibilidade de incrementar o valor nutricional e diversificar os tipos de produtos a serem ofertados no mercado tem sido muito estudada nos últimos anos, principalmente no que tange à elaboração de análogos de produtos cárneos, como hambúrgueres e almôndegas.

Mentores

Airton Kunz
(tratamento de resíduos de animais)

Alexandre Matthiensen
(tratamento de águas)

Ana Paula Bastos
(imunologia)

Ari Jarbas Sandi
(economia)

Arlei Coldebella
(planejamento e análise de experimentos)

Carlos Bernardi
(lab. análises físico-químicas)

Cláudio Miranda
(gestão ambiental)

Elsio Figueiredo
(produção/melhoramento)

Everton Krabbe
(produção/nutrição de monogástricos)

Fernando Tavernari
(produção/nutrição de monogástricos)

Helenice Mazzuco
(nutrição de monogástricos/fisiologia)

Janice Zanella
(virologia)

Jorge Ludke
(nutrição de monogástricos)

José Pandolfi
(biotecnologia aplicada à saúde)

Juliano Correa
(ciência do solo)

Luizinho Caron
(genética/biologia molecular/virologia)

Marcelo Miele
(economia rural)

Marcos Morés
(lab. de sanidade animal)

Mariana Marques
(reprodução)

Paulo Armando Oliveira
(construções rurais/eng. do meio ambiente)

Rodrigo Nicoloso
(sistema de produção)

Sabrina Duarte
(bacteriologia)

Teresinha Bertol
(nutrição de monogástricos/qualidade de carne)

Vivian Feddern
(qualidade de carne)


Casos de sucesso

A Kemia, empresa de Chapecó-SC, foi a vencedora do primeiro desafio de ideias da Embrapa Suínos e Aves, o InovaPork em 2019.
Veja o depoimento do Ricardo sobre como foi participar do evento.

 


Eventos anteriores

Relembre as primeiras edições do InovaPork e do InovaAvi, realizadas em 2019 e 2020!


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