Responsabilidade Socioambiental

Programa Embrapa & Escola Embrapa Meio Ambiente para 2018

 

O Programa Embrapa & Escola da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) atende a estudantes do ensino fundamental e médio de escolas públicas e particulares. O objetivo é divulgar e popularizar conhecimentos sobre a pesquisa científica, especialmente aquela desenvolvida para a agricultura e meio ambiente, responsáveis pela produção e pela qualidade dos alimentos que os brasileiros consomem no seu dia-a-dia. 
 

Para agendar – a escola pode escolher dois temas por visita (cada tema tem a duração de 50 minutos), é preciso informar o nome da escola, pessoa e telefone para contato, quantidade de turmas, série e número de alunos, nome do professor responsável e, se possível, também o número do telefone celular para contato em casos de imprevistos ou emergências. O transporte fica a cargo da escola. As visitas são sempre às quartas-feiras das 9h às 11h. O agendamento pode ser feito por telefone 19. 3311.2608, com Cristina Tordin ou pelo e-mail cristina.tordin@embrapa.br 

As turmas devem ter no máximo 40 alunos, acompanhadas por dois professores. Ao final, será solicitada uma redação ou um desenho, de acordo com a série, que deverá ser realizada em sala de aula e enviada para Embrapa Meio Ambiente. 

 


 

 

TEMAS ABORDADOS

 

 

1 - Floresta e o meio ambiente (Responsável: Laerte Scanavaca Junior)
 

Busca mostrar a necessidade da floresta para a produção de água, mais especificamente nas matas ciliares e nas reservas legais, necessárias e obrigatórias em todas as propriedades rurais, além da importância da arborização urbana. E, com isso, despertar nos alunos o cuidado que eles devem ter com as árvores e a natureza. 

 

2 - Infraestrutura verde (Responsável: Laerte Scanavaca Junior)
 

É muito bom passar um tempo no campo, desfrutar do com ar puro, água limpa, sem barulho ou poluição etc., mas sentimos falta do banho quente, comida semipronta comprada facilmente ali na esquina, ar condicionado etc. Temos tudo isso na Floresta de concreto e também, poluição, congestionamento, violência. Como conciliar os dois mundos? A infraestrutura verde pode ser a solução, temos que trazer um pouco da natureza para as cidades. A palestra é sobre os serviços prestados pelas árvores dentro das cidades (diminuição da poluição, diminuição da temperatura, aumento da umidade relativa, diminuição dos riscos de inundação, diminuição dos ruídos etc.).

 

3 - Floresta e a água (Responsável: Laerte Scanavaca Junior)

Nos últimos anos o clima vem oscilando fortemente, as vezes temos secas como em 2011 e as vezes inundações, como em 2014. Isso ocorre em todo o mundo mas é mais fácil de notar nas grandes cidades. Qual é o papel da floresta na conservação, regulação e purificação das água? Por que as matas ciliares são importantes. A palestra versa sobre estes assuntos.

 

4 - 4Rs: Repensar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar (Responsável: Laerte Scanavaca Junior)

 

A população humana vem crescendo exponencialmente e em função disso estamos acabando com os ambientes naturais para produção de alimentos e moradias. Além disso, a produção de lixo vem aumentando exponencialmente também. Do ponto de vista da Terra não há lixeira, tudo que descartamos polui o ambiente. Em razão disso devemos repensar nossa consumismo, não são necessários 10 pares de sapatos, 15 pares de calças, 30 camisetas etc. Temos que reduzir ao máximo nosso consumismo e tudo que for possível reutilizar, o que não for possível reciclar.

 

5 - Os grandes biomas brasileiros (Responsável: Laerte Scanavaca Junior)

 

O Brasil apresenta seis grandes Biomas: Floresta Amazônica; Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pampa e Pantanal. A palestra discorre sobre as principais característica de cada um deles, bem como o seu processo de formação.

 

6 - Os grandes biomas mundiais (Responsável: Laerte Scanavaca Junior)

 

Quais são os principais biomas mundiais? Quais os processos de formação? Qual a fauna e a flora característica deles? A palestra discorre sobre o processo de formação dos biomas, suas principais características e fauna típica.

 

7 - Pegada ecológica: conceitos e relação com a produção agropecuária (Responsável: Alfredo Luiz)

 

Será discutido o que é pegada ecológica e serão apresentados os conceitos básicos de território per capita, biocapacidade e contabilidade ambiental. Os conceitos serão abordados com principal atenção à sua relação com a produção agropecuária. Dados do Brasil serão apresentados na forma de gráficos e mapas. Estatísticas oficiais do IBGE serão utilizadas e a forma de acesso a elas será descrita. Será analisada a dinâmica da agropecuária brasileira e como esse fenômeno está intimamente ligado ao tema em discussão. Serão mostrados dados históricos e atuais sobre estatísticas nacionais com foco na produção agropecuária. Serão oferecidos ainda alguns conceitos de sensoriamento remoto agrícola. Na palestra serão abordados aspectos da Pesquisa Agropecuária Brasileira e o papel que o desenvolvimento científico e tecnológico desempenha no cenário da agricultura nacional. Também serão discutidas as ações dos pesquisadores e da Embrapa no âmbito da produção agrícola nacional. Breves descrições do que é a Embrapa como um todo e a Embrapa Meio Ambiente, em especial, serão apresentadas. 

 

8 - O Solo: conceito, importância ecológica e seus diferentes tipos de uso (Responsável: Lauro Charlet Pereira)

 

Serão apresentadas informações teórico-práticas sobre diversos aspectos do Solo, tais como: a sua formação, quais os componentes de sua composição e a organização no seu ambiente natural. Ao mesmo tempo, para uma maior e melhor visão prática do estudo, serão mostrados uma rica coleção de fotos, exibindo diferentes padrões, ou tipos de solos, encontrados em diversas regiões brasileiras. Isto permitirá uma visão clara da diversidade de ecossistemas, bem como a sua importância para a ecologia e para a produção de alimentos. 

Como resultado final, espera-se que os alunos obtenham conhecimentos gerais sobre esse recurso natural, abrangendo os diferentes tipos, as principais funções e sua importância ambiental e socioeconômica.

 

9 - Avaliação da qualidade dos solos: noções metodológicas e procedimentos para classificação de áreas, de acordo com sua capacidade de uso (Responsável: Lauro Charlet Pereira)

 

Considerando que o adequado uso do solo é o primeiro passo para realização de uma agricultura correta e sustentável, será apresentado noções básicas do método de avaliação dos solos, com base no “Sistema de Capacidade de Uso”. Este método prever uma avaliação com foco em dois aspectos principais: conservacionista e econômico. Como resultado final, tem-se grupamentos de solos, ou classes de capacidade de uso, que são em número de oito (08), convencionalmente designadas por algarismos romanos: I, II, III, IV, V, VI, VII e VIII, as quais permitem um planejamento de uso agrícola dos solos, dentro dos princípios de sustentabilidade e qualidade ambiental.

 

10 - Serviços ambientais e serviços ecossistêmicos: conceitos e importâncias ecológica e socioeconômica (Responsável: Lauro Charlet Pereira)

 

Serão apresentados os principais conceitos, assim como a importância referentes aos serviços ambientais e serviços ecossistêmicos. Também serão apresentados e discutidos as diferentes categorias de serviços, correspondentes à provisão,  regulação, culturais e de suporte. Além dos exemplos para cada tipo de serviço, com as suas respectivas importâncias para o meio ambiente e para a vida humana, serão abordado um conjunto de termos, tais como: sustentabilidade, variabilidade, resiliência, pegada ecológica, recursos bióticos e recursos abióticos, ecossistemas, dentre outros), visando oferecer maior embasamento para a compreensão das discussões sobre o meio ambiente.

 

11 - Erosão do solo nas cidades e seus impactos econômicos, sociais e ambientais       (Responsável: Lauro Charlet Pereira)

 

A intensa expansão dos centros urbanos tem afetado negativamente os recursos naturais. De acordo com o IBGE, a partir de 1970 houve uma forte urbanização da população brasileira, e o solo é um dos elementos da paisagem que mais sofre pressão. Este recurso, quando usado ou manejado indevidamente, tem na erosão um dos principais vetores de degradação, destruição e prejuízos, inclusive com riscos à vida animal e humana (enchentes, inundações, deslizamento de terras e outros impactos ambiental, social e econômico na zona urbana). A palestra é baseada em textos simples, acompanhados por uma rica variedade de fotos e ilustrações, facilitando a compreensão de conceitos, tipos de erosão, principais causas e consequências, além da sugestão de medidas para erradicar ou mitigar os impactos.

 

12 - Erosão do solo na zona rural: conceitos, fatores de riscos e práticas conservacionistas     (Responsável: Lauro Charlet Pereira)

 

O solo é um recurso natural básico, importante no equilíbrio ambiental e nos diferentes setores empresariais e da vida humana, como: produção de alimentos, moradia, recreação e construção civil, planejamento rural e urbano, dentre outros. Este recurso, quando usado ou manejado indevidamente, tem na erosão um dos principais vetores de degradação, destruição e prejuízos, com graves impactos econômicos, ambientais e sociais na zona rural (arraste de solo, baixa produção agrícola, diminuição de renda da propriedade e êxodo rural, além do comprometimento da qualidade e quantidade de água, principalmente).

 

13 - Educação ambiental como indutora de práticas e hábitos saudáveis ao meio ambiente e à qualidade de vida (Responsável: Lauro Charlet Pereira)

 

A educação ambiental pode mudar hábitos, transformar situações do planeta terra e proporcionar uma melhor qualidade de vida às pessoas. Essa prática educativa deve ocorrer de forma consciente, onde cada indivíduo sinta-se responsável por ações preventivas e corretivas, visando a adequada conservação dos recursos naturais e melhoria da qualidade de vida. A abordagem sobre o tema será feita em linguagem simples e objetiva, com ricas ilustrações, a fim de facilitar a compreensão sobre o assunto. Além dos aspectos teóricos, serão apresentados filmes educativos, exibindo diferentes ecossistemas (água, solo e vegetação, dentre outros) e condutas pessoais, que servem de base para discussões, reflexões e ampliação de consciência conservacionista.

 

Oficina do tema 13 (opcional)

 

Poderá ser realizada oficina, apoiada nas vivências dos alunos e/ou dos fenômenos que ocorrem a sua volta, buscando internalizar elementos necessários ao aprendizado das questões ambientais.

 

14 - Agricultura familiar de base ecológica: a abordagem territorial (Responsável: Lucimar Santiago de Abreu)

 

A história social da agricultura familiar será apresentada de forma sucinta. Em seguida, será caracterizado socialmente o território rural (agricultores, técnicos, Ongs, cooperativas, agroindústrias, etc.), descrevendo didaticamente a sociodiversidade do meio rural. Para tanto será apresentado as concepções (conceitos) de sistemas familiares, caracterizado a partir da estrutura agrícola mas também dos valores sociais e culturais (identidades dos grupos de agricultores/motivações e projetos futuros). Em seguida, discutirá o papel dos grupos sócio profissionais na preservação dos recursos naturais e na produção de alimentos ecológicos. Mostrando que a relação com os recursos naturais também é fruto das percepções dos produtores e agentes de desenvolvimento local. Finamente, conclui se a palestra com o balanço das perspectivas de desenvolvimento para a agricultura familiar.

 

Nesta palestra deverá ser apresentado fotografias de experiências sociais agroecológicas para ilustrar o conteúdo e dar visibilidade real a sociodiversidade.

 

15 - Microbiologia Ambiental (Responsável:Márcia Parma)

 

Na apresentação do Laboratório de Microbiologia Ambiental, iniciaremos com os alunos uma discussão sobre onde podem ser encontrados micro-organismos no ambiente, levando-os a concluir que os micro-organismos estão em todos os lugares: associados a plantas, livres no solo, compondo a microbiota abrigada pelo corpo humano, animais, e até mesmo em ambientes de características extremas quanto a temperatura e umidade. Será mencionado o papel dos micro-organismos na produção de alimentos, remédios e energia, bem como a ação dos causadores de doenças, podridão em alimentos, e oportunistas. A partir da compreensão quanto ao crescimento das culturas e quanto ao tamanho das células e das colônias, serão abordados os equipamentos necessários para visualização, manipulação, cultivo e inativação de micro-organismos. Por fim, serão brevemente relacionadas as atividades desenvolvidas no Laboratório de Microbiologia Ambiental, quanto à origem das amostras coletadas e os grupos microbianos isolados. 

 

16 - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, Sistemas Integrados de Produção Agropecuária ou Intensificação Sustentável (Responsável: Priscila Oliveira)

 

O Brasil possui milhares de hectares de pastagens degradadas que podem ser reinseridas no processo produtivo por meio de sistemas integrados de produção agropecuária. Serão apresentados os possíveis sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta e a versatilidade dessa estratégia de produção. Estes sistemas permitem o aumento da produção de grãos e/ou carne, em uma mesma área, em duas ou três vezes mais do que nos sistemas isolados ou os monocultivos. Tudo isso sem a necessidade de desmatamento.

 

17 - Biodiversidade, controle biológico de pragas e sustentabilidade (Responsável: Artur Jordão de Magalhães Rosa)

A preocupação com a preservação ambiental aumentou significativamente nas últimas décadas conforme as indicações de alterações climáticas em nível mundial começaram a ficar evidentes. 

A produção e consumo desenfreados de combustíveis fósseis, o desmatamento das florestas, a produção em larga escala de lixo doméstico e resíduos industriais, lançados no ambiente frequentemente sem tratamento, além do uso inadequado de fertilizantes e agroquímicos na produção de alimentos, vem contribuindo negativamente para a “saúde” do planeta.

Podemos afirmar que a necessidade de aumento crescente na produção de alimentos, e também as outras atividades humanas, criam oportunidade para o aparecimento de pragas e doenças da agricultura, muitas vezes resistentes aos defensivos existentes. 

O controle biológico de pragas é um fenômeno natural em que a abundância de um organismo é regulado pelos seus inimigos naturais (parasitas e predadores) por mecanismo de controle por densidade reciproca. Atualmente, o controle biológico adquire importância crescente em programas de manejo integrado de pragas, em que diferentes métodos de controle como o biológico, uso de cobertura verde, diversificação e rotação com culturas e variedades resistentes são empregados de maneira combinada para minimizar os prejuízos.

Alguns exemplos de organismos (fungos e vespas) empregados no controle de nematoides, como o nematoide das galhas (Meloidogyne incognita) e lagartas, como a lagarta da espiga do milho (Helicoverpa zea e H. armigera), serão apresentados.

O objetivo é divulgar conhecimento e pesquisa, especialmente aquela produzida na Embrapa. Como resultado final da palestra, espera-se que os alunos obtenham conhecimentos gerais sobre os temas Biodiversidade, Controle Biológico de Pragas e Sustentabilidade, além de aplicações e sua importância econômica e socioambiental.

 

18 - Sistema de bioflocos para produção de tilápias (Responsável: Hamilton Hisano)

 

Será apresentado, aos estudantes, em forma de palestra, o sistema de bioflocos - tecnologia sustentável para produção de juvenis - o peixe é considerado juvenil quando apresenta suas estruturas morfológicas semelhantes a os adultos.

 

Isso pode trazer várias vantagens como aumento da produtividade e produção com troca mínima de água, melhoria na qualidade da água e redução dos custos com alimentação, uma vez que a tilápia nos estágios iniciais possui boa capacidade de aproveitamento do alimento natural. 

 

O desafio atual para o aprimoramento dos sistemas intensivos de produção está baseado na diminuição do uso da água para renovação e manutenção de sua qualidade e redução da emissão de efluentes, que consequentemente proporciona menor impacto ambiental.

 

O princípio fundamental desse sistema é a reciclagem de nutrientes, por meio da manutenção de uma alta relação carbono/nitrogênio na água, que estimula o crescimento de bactérias heterotróficas que convertem amônia em biomassa microbiana, possibilitando ainda, a manutenção da qualidade da água e redução do seu uso, altos índices de produção e produtividade, e diminuição dos custos com a alimentação, já que os bioflocos podem alcançar níveis de proteína bruta de até 50%.

 

19 - A carreira científica: um exemplo na pesquisa agropecuária brasileira (Responsável: Alfredo Luiz)

 

Será discutido o que é ser um pesquisador científico, como se chega lá e o que se faz no dia a dia. Na palestra serão abordados aspectos da Agropecuária Brasileira e o papel que a Pesquisa Científica desempenha no cenário da agricultura nacional. O papel da pesquisa e dos pesquisadores, bem como da Embrapa, no alcance desses resultados será destacado. Breves descrições do que é a Embrapa como um todo e a Embrapa Meio Ambiente, em especial, serão apresentadas. Serão mostrados dados históricos e atuais sobre estatísticas nacionais com foco na produção agropecuária. Alguns resultados de pesquisa serão apresentados e discutidos. Assuntos como a importância da água para a atividade agrícola e o possível conflito com os demais usos urbanos e industriais serão dados como exemplo de demanda e oportunidade para a pesquisa. Ao final, será discutida a necessidade de se enfrentar o dilema entre temas complexos como o uso de agrotóxicos, desmatamento, conflitos agrários e mudanças climáticas, por um lado, com a geração de empregos, geração de divisas, produção de alimentos e combustíveis renováveis, por outro.

 

20 - A polinização: um benefício da natureza! (Responsáveis: Katia Braga e Ricardo Camargo)

 

A polinização é um processo fundamental para a reprodução das plantas e para a produção de alimentos, sementes e fibras, e as abelhas são, na maioria dos casos, os principais polinizadores. No Brasil, que abriga ¼ de todas as espécies de abelhas existentes no mundo (cerca de 5.000), os agricultores, de um modo geral, se beneficiam da polinização gratuita realizada por elas, garantindo a produção de frutas, verduras, legumes e grãos. Contudo, atualmente, existe uma deficiência na polinização de muitas culturas agrícolas devido a uma redução na abundância e na diversidade de abelhas. Essa redução é promovida, principalmente, pela destruição do ambiente natural, que diminui a oferta de alimento para as abelhas e de locais para a construção de ninhos, e pela aplicação de agrotóxicos, que afeta o seu comportamento de polinização e pode levá-las a morte. A Embrapa Meio Ambiente possui um meliponário onde são criadas, mantidas e estudadas diversas espécies de abelhas sem ferrão, as abelhas sociais nativas do Brasil. As abelhas sem ferrão constituem o grupo de insetos generalistas mais bem sucedido nas florestas tropicais úmidas, com grande abundância e diversidade, ocorrendo também em áreas rurais e urbanas. É fundamental conhecer as abelhas para garantirmos sua conservação e assegurarmos a manutenção das nossas matas e da produção de alimentos.

Para que a visita ao meliponário possa ocorrer durante esta atividade, o agendamento das escolas deve ocorrer de fevereiro a abril e de outubro a dezembro; além disso, para um melhor aproveitamento pelos estudantes, o ideal são 20 alunos para cada visita. 

 

Laboratório que pode ser visitado

 

LEA – Laboratório de Ecossistemas Aquáticos

 

A saúde dos ecossistemas aquáticos pode ser medida de diferentes formas. Uma das mais curiosas é por meio de organismos bioindicadores, como os macroinvertebrados bentônicos. Eles compõem um grupo de organismos que vive no fundo de lagos e rios, com diferentes sensibilidades à poluição. Assim, temos aquelas espécies que só vivem em águas limpas e bem oxigenadas, e outras que também conseguem viver em locais poluídos. Assim, a visita ao Laboratório de Ecossistemas Aquáticos visa apresentar estes animais, suas características e seus hábitos. Com isso, os alunos tem oportunidade de conhecer este importante grupo e relacionar a sua presença à qualidade da água, passando noções de ecologia aquática, biodiversidade e preservação de recursos hídricos, inclusive com apresentação de análises físicas e químicas da água.