O Observatório do Mercado de Manga da Embrapa Semiárido visa oferecer subsídios à tomada de decisão estratégica dos produtores da fruta no Vale do São Francisco. Para isso, disponibiliza semanalmente as informações de preços na forma de gráficos, ajudando na compreensão da evolução do comportamento do mercado, com dados que contemplam o período de janeiro de 2012 até o presente.

As bases de dados sobre exportações utilizam informações do ComexStat, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Para cada mês, o volume exportado, receita de exportação e preço de caixa com quatro quilos são organizados de forma a se ter dados de mínimo, máximo, média e os valores do ano corrente. Com todas as informações, gráficos são gerados para cada uma das três variáveis.

Também são disponibilizados dados do mercado interno, organizados em diferentes gráficos - um para a variedade Tommy e outro para Palmer.  As informações utilizadas são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP). Os dados são deflacionados pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), o mais utilizado para a agropecuária, e assim são gerados os relatórios com o preço mais baixo encontrado, o máximo, a média dos últimos anos e o preço da semana corrente.

 

Mercado Interno 2022

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 26 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 26 de 2022 foi R$2,27, variando entre R$2,80 e R$1,90. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,08. Em 2020, o preço deflacionado é de R$3,31 para a semana 26 e, em 2021, o preço é R$ 1,07. Em relação à semana 25, os preços tiveram um aumento de 4,61%.

No caso da Tommy, na semana 26 de 2022 os preços médios foram de R$2,79, variando entre R$3,00 e R$2,50. Este valor é mais alto do que a média histórica para esta semana, R$ 2,49, maior que o preço deflacionado de 2020 (R$2,73) e maior que o preço de 2021 (R$1,21). Em relação à semana anterior os preços tiveram um forte aumento de 13,88%.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 26 de 2022 foram R$2,66 variando entre R$3,00 e R$2,50. Isto representa um aumento de 1,14% em relação à semana anterior. No caso da Tommy para a Europa o preço médio foi de R$3,00, variando entre o mínimo de R$2,80 e o máximo de R$3,20, um crescimento de 10,29% em relação à semana anterior.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 25 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 25 de 2022 foi R$2,17, variando entre R$2,70 e R$1,80. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,03. Em 2020, o preço deflacionado é de R$3,57 para a semana 25 e, em 2021, o preço é R$ 0,98. Em relação à semana 24, os preços tiveram uma redução de -6,06%.

No caso da Tommy, na semana 25 de 2022 os preços médios foram de R$2,45, variando entre R$2,80 e R$2,20. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,64, menor que o preço deflacionado de 2020 (R$2,97), mas é maior que o preço de 2021 (R$1,21). Em relação à semana anterior os preços tiveram uma queda de -3,54%.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 25 de 2022 foram R$2,63 variando entre R$3,00 e R$2,10. Isto representa um aumento de 1% em relação à semana anterior. No caso da Tommy para a Europa o preço médio foi de R$2,72, variando entre o mínimo de R$2,60 e o máximo de R$2,80, um crescimento de 3% em relação à semana anterior.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 24 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 24 de 2022 foi R$2,31, variando entre R$2,80 e R$2,00. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,24. Em 2020, o preço deflacionado é de R$4,34 para a semana 24 e, em 2021, o preço é R$ 0,80. Em relação à semana 23, os preços tiveram um aumento de 8,45%.

No caso da Tommy, na semana 24 de 2022 os preços médios foram de R$2,54, variando entre R$2,80 e R$2,20. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,92, menor que o preço deflacionado de 2020 (R$3,89), mas é maior que o preço de 2021 (R$1,17). Em relação à semana anterior os preços tiveram um aumento de 15,98%.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 24 de 2022 foram R$2,59, variando entre R$2,70 e R$2,50. isto representa um aumento de 5,28% em relação à semana anterior. No caso da Tommy para a Europa o preço médio foi de R$2,65, variando entre o mínimo de R$2,50 e o máximo de R$2,70.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 23 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 23 de 2022 foi R$1,76, variando entre R$2,00 e R$1,50. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,27. Em 2020, o preço deflacionado é de R$4,68 para a semana 23 e, em 2021, o preço é R$ 0,78. Em relação à semana 22, os preços tiveram um diminuição de -9,74%.

No caso da Tommy, na semana 23 de 2022 os preços médios foram de R$2,19, variando entre R$2,50 e R$1,90. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,87, menor que o preço deflacionado de 2020 (R$4,34), mas é maior que o preço de 2021 (R$1,12). Em relação à semana anterior os preços tiveram um aumento de 20,99%.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 23 de 2022 foram R$2,46, variando entre R$2,80 e R$2,20. isto representa um aumento de 11,82% em relação à semana anterior. No caso da Tommy para os Estados Unidos o preço médio foi de R$2,33, variando entre o mínimo de R$2,50 e o máximo de R$2,00.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 21 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 22 de 2022 foi R$1,95, variando entre R$2,20 e R$1,80. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,39. Em 2020, o preço deflacionado é de R$4,87 para a semana 22 e, em 2021, o preço é R$ 0,80. Em relação à semana 21, os preços tiveram um diminuição de -14,85%.

No caso da Tommy, na semana 22 de 2022 os preços médios foram de R$1,81, variando entre R$2,00 e R$1,60. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 3,05, menor que o preço deflacionado de 2020 (R$4,50), mas é maior que o preço de 2021 (R$1,28). Em relação à semana anterior os preços tiveram uma queda de -13,40%.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 22 de 2022 foram R$2,20, variando entre R$2,40 e R$2,00.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 21 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 21 de 2022 foi R$2,29, variando entre R$2,60 e R$2,00. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,55. Em 2020, o preço deflacionado é de R$4,80 para a semana 21 e, em 2021, o preço é R$ 0,88. Em relação à semana 20, os preços tiveram um diminuição de -9,84%.

No caso da Tommy, na semana 21 de 2022 os preços médios foram de R$2,09, variando entre R$2,50 e R$1,80. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 3,08, menor que o preço deflacionado de 2020 (R$4,44), mas é maior que o preço de 2021 (R$1,30). Em relação à semana anterior os preços tiveram uma queda de -16,06%.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 20 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 20 de 2022 foi R$2,54, variando entre R$2,80 e R$2,20. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,58. Em 2020, o preço deflacionado é de R$4,32 para a semana 20 e, em 2021, o preço é R$ 1,23. Em relação à semana 19, os preços tiveram um novo aumento, de 4,53%, o sexto consecutivo.

No caso da Tommy, na semana 20 de 2022 os preços médios foram de R$2,49, variando entre R$2,80 e R$2,20. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 3,20, menor que o preço deflacionado de 2020 (R$4,20), mas é maior que o preço de 2021 (R$1,30). Em relação à semana anterior os preços tiveram um aumento, de 9,21%.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 20 de 2022 subiram em relação à duas semanas atrás, passando para R$2,79, variando entre R$3,20 e R$2,40.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 19 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 19 de 2022 foi R$2,43, variando entre R$2,70 e R$2,00. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,63. Em 2020, o preço deflacionado é de R$3,57 para a semana 19 e, em 2021, o preço é R$ 1,11. Assim, em 2022, o preço está menor do que a média de anos anteriores, mesmo com as fortes chuvas que impactam a qualidade e a oferta restrita. Em relação à semana 18, os preços tiveram um novo aumento, de 10,45%, o quinto consecutivo.

No caso da Tommy, na semana 19 de 2022 os preços médios foram de R$2,28, variando entre R$2,50 e R$2,20. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 3,07, menor que o preço deflacionado de 2020 (R$3,49), mas é maior que o preço de 2021 (R$1,05). Em relação à semana anterior os preços tiveram uma redução, de -10,94%, depois de seis altas consecutivas.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 18 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 18 de 2022 foi R$2,20, variando entre R$2,50 e R$1,50. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,61. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,35 para a semana 18 e, em 2021, o preço é R$ 1,11. Assim, em 2022, o preço está menor do que a média de anos anteriores, mesmo com as fortes chuvas que impactam a qualidade e a oferta restrita, mas com comportamento semelhante ao do ano de 2020. Em relação à semana 17, os preços tiveram um forte aumento de 23,60%, o quarto consecutivo.

No caso da Tommy, na semana 18 de 2022 os preços médios foram de R$2,56, variando entre R$3,00 e R$2,20. Este valor é um pouco mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,83, mas é maior que o preço deflacionado de 2020 (R$2,33) e que o preço de 2021 (R$0,98). Em relação à semana anterior os preços tiveram um novo aumento, de 14,29%, o sexto consecutivo.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 18 de 2022 subiram em relação à semana anterior, passando para R$2,30 (7,98%), variando entre R$2,40 e R$2,10. Também houve exportação de Tommy para a Europa, com média de R$2,60.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 17 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 17 de 2022 foi R$1,78, variando entre R$2,40 e R$1,50. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,86. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,93 para a semana 17 e, em 2021, o preço é R$ 1,33. Assim, em 2022, o preço está menor do que a média de anos anteriores, mesmo com as fortes chuvas que impactam a qualidade e a oferta restrita, mas com comportamento semelhante ao do ano de 2020. Em relação à semana 16, os preços tiveram um forte aumento de 15,58%, o terceiro consecutivo.

No caso da Tommy, na semana 17 de 2022 os preços médios foram de R$2,24, variando entre R$2,60 e R$2,00. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,98, praticamente o mesmo preço deflacionado de 2020 (R$2,26), mas supera o preço de 2021 (R$0,99). Em relação à semana anterior os preços tiveram um novo aumento, de 16,06%, o quinto consecutivo.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 17 de 2022 reduziram em relação à semana anterior, passando para R$2,13 (-3,18%), variando entre R$2,20 e R$2,00.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 16 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 16 de 2022 foi R$1,54, variando entre R$1,70 e R$1,40. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$4,03. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,74 para a semana 16 e, em 2021, o preço é R$ 1,82. Assim, em 2022, o preço está menor do que em anos anteriores, mesmo com as fortes chuvas que impactam a qualidade e a oferta restrita. Em relação à semana 15, os preços tiveram um aumento de 6,21%.

No caso da Tommy, na semana 16 de 2022 os preços médios foram de R$1,93, variando entre R$2,30 e R$1,50. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 3,08, menor que o preço deflacionado de 2020 (R$2,10), mas supera o preço de 2021 (R$0,84). Em relação à semana anterior os preços tiveram um novo aumento, de 12,87%, o quarto consecutivo.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 16 de 2022 aumentaram em relação à semana anterior, chegando a R$2,20 (6,80%), variando entre R$2,30 e R$1,50.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 15 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 15 de 2022 foi R$1,45, variando entre R$2,20 e R$1,30. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,93. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,57 para a semana 15 e, em 2021, o preço é mais alto (R$ 3,17). Assim, em 2022, o preço está menor do que em anos anteriores, mesmo com as fortes chuvas que ocorrerão na região. Em relação à semana 14, os preços tiveram um aumento de 3,57%.

No caso da Tommy, na semana 15 de 2022 os preços médios foram de R$1,71, variando entre R$2,00 e R$1,40. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 3,08, mas supera o preço deflacionado de 2021 (R$1,10) e o preço de 2020 (R$1,43). Em relação à semana anterior os preços tiveram um novo aumento, de 12,50%, o terceiro consecutivo.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 15 de 2022 reduziram em relação à semana anterior, chegando a R$2,06 (-1,90%), variando entre R$2,20 e R$1,40.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 14 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 14 de 2022 foi R$1,40, variando entre R$1,60 e R$1,20. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,91. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,34 para a semana 14 e, em 2021, o preço é mais alto (R$ 3,39). Assim, em 2022, o preço está menor do que em anos anteriores, mesmo com oferta limitada no Vale. Em relação à semana 13, os preços tiveram uma redução de -0,71%.

No caso da Tommy, na semana 14 de 2022 os preços médios foram de R$1,52, variando entre R$1,90 e R$1,20. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 3,00, menor do que o preço deflacionado de 2021 (R$1,96), mas supera o preço de 2020 (R$1,18). Em relação à semana anterior os preços tiveram um aumento de 10,14%.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 14 de 2022 reduziram em relação à semana anterior, chegando a R$2,10 (-1,87%), variando entre R$2,50 e R$1,70.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 13 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 13 de 2022 foi R$1,41, variando entre R$1,50 e R$1,30. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,68. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,56 para a semana 13 e, em 2021, o preço é mais alto (R$ 3,69). Assim, em 2022, o preço está menor do que em anos anteriores, mesmo com oferta limitada no Vale. Em relação à semana 12, os preços tiveram uma redução de -2,08%.

No caso da Tommy, na semana 13 de 2022 os preços médios foram de R$1,38, variando entre R$1,60 e R$1,00. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,85, menor do que o preço deflacionado de 2021 (R$1,84), mas supera o preço de 2020 (R$1,19). Em relação à semana anterior os preços tiveram um aumento expressivo, de 17,95%.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 13 de 2022 aumentaram em relação à semana anterior, chegando a R$2,14 (8,63%), variando entre R$2,40 e R$1,80.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 12 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 12 de 2022 foi R$1,44, variando entre R$1,70 e R$1,20. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,56. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,68 para a semana 12 e, em 2021, o preço é mais alto (R$ 3,77). Assim, em 2022, o preço está menor do que em anos anteriores, mesmo com oferta limitada no Vale. Em relação à semana 11, os preços tiveram um aumento de 1,41%.

No caso da Tommy, na semana 12 de 2022 os preços médios foram de R$1,17, variando entre R$1,40 e R$1,00. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,88, menor do que o preço deflacionado de 2020 (R$1,25), e também menor do que o preço de 2021 (R$1,92). Em relação à semana anterior os preços tiveram uma nova queda bastante expressiva, de -26,88%.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer na semana 12 de 2022 aumentaram em relação à semana anterior, chegando a R$1,97 (7,65%), variando entre R$2,20 e R$1,70. A safra peruana praticamente está encerrada e isto abre oportunidade para os produtores brasileiros.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 10 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 10 de 2022 foi R$1,35, variando entre R$1,60 e R$1,00. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$3,12. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,01 para a semana 10 e, em 2021, o preço é mais alto (R$ 4,30). Assim, em 2022, o preço está menor do que em anos anteriores, mesmo com pouca oferta. Em relação à semana 09, os preços tiveram um aumento de 2,27%.

No caso da Tommy, na semana 10 de 2022 os preços médios foram de R$2,01, variando entre R$2,30 e R$1,70. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,96, menor do que o preço deflacionado de 2020 (R$2,42), e também menor do que o preço de 2021 (R$4,06). Em relação à semana anterior os preços tiveram uma queda de -11,45%.

A tendência histórica de preços estimada continua com viés de baixa. Por outro lado, pela sazonalidade, o preço de Tommy pode declinar nas próximas semanas e o preço de Palmer pode aumentar.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer subiram em relação à semana anterior, chegando a R$1,98 (2,06%), variando entre R$2,30 e R$1,40.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 09 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 09 de 2022 foi R$1,32, variando entre R$1,60 e R$1,00. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$2,98. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,07 para a semana 09 e, em 2021, o preço é mais alto (R$ 3,70). Assim, em 2022, o preço está menor do que em anos anteriores, mesmo com pouca oferta. Em relação à semana 08, os preços tiveram uma redução de -8,97%.

No caso da Tommy, na semana 09 de 2022 os preços médios foram de R$2,27, variando entre R$2,60 e R$2,00. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,74, menor do que o preço deflacionado de 2020 (R$2,61), e também menor do que o preço de 2021 (R$3,67). Em relação à semana anterior os preços tiveram um pequeno aumento, de 0,89%.

A tendência histórica de preços estimada continua com viés de baixa. Por outro lado, pela sazonalidade, o preço de Tommy pode começar a declinar nas próximas semanas e o de Palmer pode aumentar.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer caíram em relação à semana anterior, chegando a R$1,94 (-9,35%), variando entre R$2,20 e R$1,50. O preço de Tommy de exportação para a Europa teve média de R$2,67, variando entre R$2,80 e R$2,50.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 08 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

A tendência histórica de preços estimada continua com viés de baixa. Por outro lado, pela sazonalidade, os preços devem manter o comportamento de aumento nas próximas semanas.

O preço médio de Palmer na semana 08 de 2022 foi R$1,45, variando entre R$1,80 e R$1,20. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$2,86. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,24 para a semana 08 e, em 2021, o preço é mais alto (R$ 3,19). Assim, em 2022, o preço está menor do que em anos anteriores, mesmo com pouca oferta. Em relação à semana 07, os preços tiveram um aumento de 3,57%.

No caso da Tommy, na semana 08 de 2022 os preços médios foram de R$2,25, variando entre R$2,50 e R$1,80. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,80, menor do que o preço deflacionado de 2020 (R$2,47), e também menor do que o preço de 2021 (R$3,34). Em relação à semana anterior os preços tiveram um forte aumento, de 22,95%

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer caíram em relação à semana anterior, chegando a R$2,14 (-3,60%), variando entre R$2,40 e R$2,00. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 07 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 07 de 2022 foi R$1,40, variando entre R$1,70 e R$1,20. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$2,57. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,77 para a semana 07 e, em 2021, o preço é mais alto (R$ 3,07). Assim, em 2022, o preço está menor do que em anos anteriores, mesmo com pouca oferta. Em relação à semana 06, os preços tiveram uma redução de -1,41%.

No caso da Tommy, na semana 07 de 2022 os preços médios foram de R$1,83, variando entre R$2,10 e R$1,40. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,62, menor do que o preço deflacionado de 2020 (R$2,02), e também menor do que o preço de 2021 (R$3,09). Em relação à semana anterior, contudo, os preços tiveram um aumento de 3,98%

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer caíram em relação à semana anterior, chegando a R$2,22 (-7,9%), variando entre R$2,50 e R$1,80. Os importadores estão comprando mangas, mas mantendo cautela pois a qualidade pode estar sendo afetada pelas fortes chuvas que ocorreram na região.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 06 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2019 (pré pandemia), mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores.

O preço médio de Palmer na semana 06 de 2022 foi R$1,42, variando entre R$1,70 e R$1,20. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2019 (pré pandemia), para esta semana, é R$2,47. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,04 para a semana 06 e, em 2021, o preço é mais alto (R$ 2,25). Assim, em 2022, o preço está menor do que em anos anteriores, mesmo com pouca oferta. Em relação à semana 05, os preços tiveram um aumento muito pequeno, de 0,71%.

No caso da Tommy, na semana 06 de 2022 os preços médios foram os mesmos da semana anterior, mantendo os R$1,76, variando entre R$2,00 e R$1,50. Este valor é mais baixo do que a média histórica para esta semana, R$ 2,27, maior do que o preço deflacionado de 2020, R$1,68, mas menor do que o preço de 2021 R$2,36.

Nos dados de exportação, os preços de manga Palmer cresceram em relação à semana anterior, chegando a R$2,41 (+8,1%). Devido as fortes chuvas que caíram no Vale do São Francisco, podendo afetar a qualidade das mangas, as exportações em janeiro ocorreram com menos intensidade.

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Exportações 2022

Informações sobre o comportamento das exportações de manga do Brasil em maio de 2022. Os dados utilizados são mensais e disponibilizados pelo Comexstat (MDIC) para o período de Janeiro de 2012 a Maio de 2022;

Em relação aos volumes, em maio foram de 8.057 toneladas (t). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de 6.821 t. Em maio de 2020 foram exportadas 8.808 mil t e, em maio de 2021, foram 18.080 t, ou seja, houve uma queda de -8,53% em relação a 2020, e uma redução de -55,44% na comparação com o mesmo período do ano passado. Se for feita uma conversão para contêineres, o volume exportado em maio de 2022 é de cerca de 363 contêineres.

Em termos dos valores da exportações, em maio foram de 7,53 milhões de dólares (US$). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de US$ 8,27 milhões. Em maio de 2020 foram gerados US$ 8,535 milhões em receitas e, em maio de 2021, um total de US$ 18,007 milhões, ou seja, houve uma queda nos valores recebidos do exterior de -11,77% em relação a 2020 e de -58,18% na comparação com o mesmo período de 2021.

As exportações se concentraram na variedade Palmer e o preço médio ao produtor no Vale do São Francisco variou entre R$ 2,14 e R$2,79 ao longo do mes. Em relação aos destinos, nos primeiros cinco meses 44,12% foi enviada para a Holanda, 31,46% para a Espanha, 9,29% para Portugal, 4,14% para o Reino Unido e 3,44% para os Estados Unidos. O restante foram embarques de pequenos volumes para muitos países. Em relação às vias de exportação, 83,40% foi marítima, 12,13% área e 4,47% rodoviária. A maior parte das frutas teve origem em Pernambuco (47,66%) e Bahia (39,65%).

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Informações sobre o comportamento das exportações de manga do Brasil em abril de 2022. Os dados utilizados são mensais e disponibilizados pelo Comexstat (MDIC) para o período de Janeiro de 2012 a Abril de 2022;

Em relação aos volumes, em abril foram de 17,914 mil toneladas (t). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de 7,9 mil t. Em abril de 2020 foram exportadas 10,660 mil t e, em abril de 2021, foram 18,4 mil t, ou seja, houve um aumento de 68% em relação a 2020, mas uma queda de -2,64% na comparação com o mesmo período do ano passado. Se for feita uma conversão para contêineres, o volume exportado em abril de 2022 é de cerca de 806 contêineres.

Em termos dos valores da exportações, em abril foram de 16,375 milhões de dólares (US$). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de US$ 9,8 milhões. Em abril de 2020 foram gerados US$ 9,579 milhões em receitas e, em abril de 2021, um total de US$ 19,883 milhões, ou seja, houve um aumento nos valores recebidos do exterior de 70,95% em relação a 2020 e uma queda de -17,64% na comparação com o mesmo período de 2021.

As exportações se concentraram na variedade Palmer e o preço médio ao produtor no Vale do São Francisco variou entre R$ 2,10 e R$2,20 ao longo do mes. Em relação aos destinos, no primeiro quadrimestre 46,49% foi enviada para a Holanda, 30,09% para a Espanha, 8,73% para Portugal, 4,57% para o Reino Unido e 3,50% para os Estados Unidos. O restante foram embarques de pequenos volumes para muitos países. Em relação às vias de exportação, 84,98% foi marítima, 13,38% área e 3,64% rodoviária. A maior parte das frutas teve origem em Pernambuco (47,15%) e Bahia (38,55%).

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Informações sobre o comportamento das exportações de manga do Brasil em março de 2022. Os dados utilizados são mensais e disponibilizados pelo Comexstat (MDIC) para o período de Janeiro de 2012 a Março de 2022;

Em relação aos volumes, em março foram de 12,241 mil toneladas (t). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de 9,503 mil t. Em março de 2020 foram exportadas 10,458 mil t e, em março de 2021, foram 10,637 mil t, ou seja, houve um aumento de 17,05% em relação a 2020 e de 15,08% na comparação com o mesmo período do ano passado. Se for feita uma conversão para contêineres, o volume exportado em março de 2022 é de cerca de 551 contêineres.

Em termos dos valores da exportações, em março foram de 10,854 milhões de dólares (US$). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de US$ 11,110 milhões. Em março de 2020 foram gerados US$ 9,779 milhões em receitas e, em março de 2021, um total de US$ 12,060 milhões, ou seja, houve um aumento nos valores recebidos do exterior de 10,99% em relação a 2020 e uma queda de -10% na comparação com o mesmo período de 2021.

As exportações se concentraram na variedade Palmer e o preço médio ao produtor variou entre R$ 1,83 e R$2,14 ao longo do mes. Em relação aos destinos, no primeiro trimestre 39,52% foi enviada para a Holanda, 33,98% para a Espanha, 10,62% para Portugal, 5,71% para os Estados Unidos e 4,19% para o Reino Unido. Os 5,33% restantes foram embarques de pequenos volumes para muitos países. Em relação às vias de exportação, 84,26% foi marítima, 13,59% área e 2,15% rodoviária. A maior parte das frutas teve origem em Pernambuco (49,39%) e Bahia (34,51%).

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Informações sobre o comportamento das exportações de manga do Brasil em fevereiro de 2022. Os dados utilizados são mensais e disponibilizados pelo Comexstat (MDIC) para o período de Janeiro de 2012 a Fevereiro de 2022;

Em relação aos volumes, em fevereiro foram de 9,245 mil toneladas (t). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de 5,715 mil t. Em fevereiro de 2020 foram exportadas 7,563 mil t e, em fevereiro de 2021, foram 7,712 mil t, ou seja, houve um aumento de 22,24% em relação a 2020 e de 19,90% na comparação com o mesmo período do ano passado. Se for feita uma conversão para contêineres, o volume exportado em fevereiro de 2022 é de cerca de 416 contêineres.

Em termos dos valores da exportações, em fevereiro foram de 8,266 milhões de dólares (US$). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de US$ 6,351 milhões. Em fevereiro de 2020 foram gerados US$ 7,369 milhões em receitas e, em fevereiro de 2021, um total de US$ 7,952 milhões, ou seja, houve um aumento nos valores recebidos do exterior de 12,17% em relação a 2020 e de 3,95% na comparação com o mesmo período de 2021.

As exportações se concentraram na variedade Palmer e o preço médio ao produtor variou entre R$ 2,14 e R$2,41. Em relação aos destinos, 38,26% foi enviada para a Espanha, 35,35% para a Holanda, 12,65% para Portugal, 4,60% para os Estados Unidos e 3,97% para o Reino Unido. Os 5% restantes foram embarques de pequenos volumes para muitos países. Em relação às vias de exportação, 83,68% foi marítima, 15,54% área e 0,78% rodoviária. A maior parte das frutas teve origem em Pernambuco (54,87%) e Bahia (30,68%).

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Informações sobre o comportamento das exportações de manga do Brasil em janeiro de 2022. Os dados utilizados são mensais e disponibilizados pelo Comexstat (MDIC) para o período de Janeiro de 2012 a Janeiro de 2022;

Em relação aos volumes, em janeiro de 2022 foram de 6,8 mil toneladas (t). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de 5,8 mil t. Em janeiro de 2020 foram exportadas 7 mil t e, em janeiro de 2021, foram 7,6 mil t, ou seja, houve uma queda de 3% em relação a 2020 e de 10% na comparação com o mesmo período do ano passado. Se for feita uma conversão para contêineres, o volume exportado em 2022 é de cerca de 308 contêineres.

Em termos dos valores da exportações, em janeiro foram de 6 milhões de dólares (US$). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de US$ 6,5 milhões. Em janeiro de 2020 foram gerados US$ 7,9 milhões em receitas e, em janeiro de 2021, um total de US$ 7,5 milhões, ou seja, houve uma queda nos valores recebidos do exterior de 24% em relação a 2020 e de 20% na comparação com o mesmo período de 2021.

As exportações se concentraram na variedade Palmer e o preço médio ao produtor variou entre R$ 2,74 e R$2,20. Em relação aos destinos, 39% foi enviada para a Holanda, 33% para a Espanha, 13% para Portugal, 4% para o Reino Unido e 7% para os Estados Unidos. Os 4% restantes foram embarques de pequenos volumes para muitos países. Em relação às vias de exportação, 82% foi marítima e 17% área. A maior parte das frutas teve origem em Pernambuco (60%) e Bahia (24%).

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Geração de Empregos

Informações sobre o emprego na cultura da manga no Vale do São Francisco. Os dados utilizados nesta análise são mensais e disponibilizados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) até o mês de maio de 2022. 

As variáveis são saldo de empregos, empregos por gênero, contratados por idade e por escolaridade para a cultura da manga. Considera-se o conjunto de municípios da Bahia (Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho, etc. ) e Pernambuco (Belém do S. Francisco, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, etc. ) que formam o Vale do Submédio São Francisco.

O saldo de empregos na mangicultura em maio de 2022 no Vale do São Francisco foi de 165 pessoas, ou seja, o total de contratações (841) foi maior do que o total de demissões (676). Em relação ao mesmo mês do ano passado, se tem uma grande redução no saldo total (355 em 2021 e 165 em 2022). Nos cinco meses, são 1099 empregos líquidos a menos do que no mesmo período de 2021.

Dos contratados no mês, 564 são do sexo masculino e 277 do sexo feminino. Em relação à idade, aproximadamente a metade se concentra abaixo dos 30 anos: 140 até 21 anos, 117 até 24 anos, 85 até 27 anos e 68 até 30 anos.

Em relação ao nivel de escolaridade, a maioria das admissões é de pessoas com ensino médio completo (325). Do total de contratados, 38,64% possuem este nível de escolaridade. Este grau de estudo junto com 6 ao 9 ano do ensino fundamental (154) e médio incompleto (156) representam a grande parte dos contratados na mangicultura no Vale do São Francisco em maio de 2022.

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Informações sobre o emprego na cultura da manga no Vale do São Francisco. Os dados utilizados nesta análise são mensais e disponibilizados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) até o mês de abril de 2022. 

As variáveis são saldo de empregos, empregos por gênero, contratados por idade e por escolaridade para a cultura da manga. Considera-se o conjunto de municípios da Bahia (Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho, etc. ) e Pernambuco (Belém do S. Francisco, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, etc. ) que formam o Vale do Submédio São Francisco.

O saldo de empregos na mangicultura em abril de 2022 no Vale do São Francisco foi de -32 pessoas, ou seja, o total de contratações (749) foi menor do que o total de demissões (781). Em relação ao mesmo mês do ano passado, se tem uma queda enorme no saldo total (749 em 2021 e -32 em 2022). No quadrimestre, são 909 empregos líquidos a menos do que no mesmo período de 2021.

Dos contratados, 570 são do sexo masculino e 179 do sexo feminino. Em relação à idade, a grande maioria se concentra abaixo dos 30 anos: 142 até 21 anos, 109 até 24 anos, 93 até 27 anos e 65 até 30 anos.

Em relação ao nivel de escolaridade, a maioria das admissões é de pessoas com ensino médio completo (297). Do total de contratados, 39,65% possuem este nível de escolaridade. Este grau de estudo junto com 6 ao 9 ano do ensino fundamental (136) e médio incompleto (144) representa a grande parte dos contratados na mangicultura no Vale do São Francisco em abril de 2022.

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Informações sobre o emprego na cultura da manga no Vale do São Francisco. Os dados utilizados nesta análise são mensais e disponibilizados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) até o mês de março de 2022. 

As variáveis são saldo de empregos, empregos por gênero, contratados por idade e por escolaridade para a cultura da manga. Considera-se o conjunto de municípios da Bahia (Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho, etc. ) e Pernambuco (Belém do S. Francisco, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, etc. ) que formam o Vale do Submédio São Francisco.

O saldo de empregos na mangicultura em março de 2022 no Vale do São Francisco foi de 424 pessoas, ou seja, o total de contratações (1152) foi maior do que o total de demissões (728). Em relação ao mesmo mes do ano passado, se tem uma queda no saldo total (609 em 2021 e 424 em 2022). No trimestre, são 461 empregos líquidos a menos do que no mesmo período de 2021.

Dos contratados, 710 são do sexo masculino e 442 do sexo feminino. Em relação à idade, a grande maioria se concentra abaixo dos 30 anos: 203 até 21 anos, 166 até 24 anos, 127 até 27 anos e 102 até 30 anos.

Em relação ao nivel de escolaridade, a maioria das admissões é de pessoas com ensino médio completo (494). Do total de contratados, 42,88% possuem este nível de escolaridade. Este grau de estudo junto com 6 ao 9 ano do ensino fundamental (200) e médio incompleto (193) representa a grande parte dos contratados na mangicultura no Vale do São Francisco em março de 2022.

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Os dados utilizados nesta análise são mensais e disponibilizados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) englobando para o mês de fevereiro de 2022. As variáveis são saldo de empregos, empregos por gênero, contratados por idade e por escolaridade para a cultura da manga. Considera-se o conjunto de municípios da Bahia (Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho, etc. ) e Pernambuco (Belém do S. Francisco, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, etc. ) que formam o Vale do Submédio São Francisco.

O saldo de empregos na mangicultura em fevereiro de 2022 no Vale do São Francisco é de 77 pessoas, ou seja, o total de contratações (687) foi maior do que o total de demissões (610).

Dos contratados, 397 são do sexo masculino e 290 do sexo feminino. Em relação à idade, a grande maioria se concentra abaixo dos 30 anos: 129 até 21 anos, 101 até 24 anos, 76 até 27 anos e 68 até 30 anos.

Em relação ao nivel de escolaridade, a maioria das admissões é de pessoas com ensino médio completo (253). Este grau de estudo junto com 6 ao 9 ano do ensino fundamental (146) e médio incompleto (121) representa a grande parte dos contratados na mangicultura no Vale do São Francisco em fevereiro de 2022.

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Os dados utilizados nesta análise são mensais e disponibilizados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) englobando para o mês de janeiro de 2022. As variáveis são saldo de empregos, empregos por gênero, contratados por idade e por escolaridade para a cultura da manga. Considera-se o conjunto de municípios da Bahia (Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho, etc. ) e Pernambuco (Belém do S. Francisco, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, etc. ) que formam o Vale do Submédio São Francisco.

O saldo de empregos na mangicultura em janeiro de 2022 no Vale do São Francisco é de -226 pessoas, ou seja, o total de contratações (516) foi menor do que o total de demissões (742).

Dos contratados, 333 são do sexo masculino e 183 do sexo feminino. Em relação à idade, a grande maioria se concentra abaixo dos 30 anos: 86 até 21 anos, 93 até 24 anos, 69 até 27 anos e 43 até 30 anos.

Em relação ao nivel de escolaridade, a maioria das admissões é de pessoas com ensino médio completo (188). Este grau de estudo junto com 6 ao 9 ano do ensino fundamental (83), fundamental completo (71) e médio incompleto (74) representa a grande parte dos contratados na mangicultura no Vale do São Francisco em janeiro de 2022.

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