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O Observatório do Mercado de Manga da Embrapa Semiárido visa oferecer subsídios à tomada de decisão estratégica dos produtores da fruta no Vale do São Francisco. Para isso, disponibiliza semanalmente as informações de preços na forma de gráficos, ajudando na compreensão da evolução do comportamento do mercado, com dados que contemplam o período de janeiro de 2012 até o presente.

As bases de dados sobre exportações utilizam informações do ComexStat, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Para cada mês, o volume exportado, receita de exportação e preço de caixa com quatro quilos são organizados de forma a se ter dados de mínimo, máximo, média e os valores do ano corrente. Com todas as informações, gráficos são gerados para cada uma das três variáveis.

Também são disponibilizados dados do mercado interno, organizados em diferentes gráficos - um para a variedade Tommy e outro para Palmer.  As informações utilizadas são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP). Os dados são deflacionados pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), o mais utilizado para a agropecuária, e assim são gerados os relatórios com o preço mais baixo encontrado, o máximo, a média dos últimos anos e o preço da semana corrente.

 

Mercado Interno 2021

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 46 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 46 foi de R$ 1,87, variando entre R$2,20 e R$1,50. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$2,00. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,07 para a semana 46, o menor valor histórico. Depois de 27 semanas com os preços de 2021 sendo menores do que os do ano passado, é a segunda semana consecutiva que os preços estão maiores, comparativamente. Em relação à semana 45, os preços tiveram novo forte aumento, de 38,52%. Assim, se mantém a expectativa dos produtores para um final do ano com uma contínua reação dos preços, diferente do que aconteceu no ano passado. 

No caso da Tommy, na semana 46 os preços médios tiveram uma queda (-1,94%), atingindo os R$ 1,01, com variação entre R$ 1,30 e R$ 0,80. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 1,21, sendo que o preço deflacionado para 2020 é de R$ 0,48, ou seja, no final do ano os preços de 2021 passaram a ser melhores do que os obtidos pelos produtores no final de 2020. A quantidade oferta de manga em São Paulo e a qualidade das frutas vai ser crucial para confirmar se os preços das últimas semanas de 2021 se manterão melhores do que os preços de 2020. 

Nos dados de exportação chama a atenção que os preços de Palmer estão mais elevados do que os de Kent pela segunda vez neste ano. 

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 45 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 45 foi de R$ 1,35, variando entre R$1,50 e R$1,00. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$2,06. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,27 para a semana 45, o menor valor histórico. Depois de 27 semanas com os preços de 2021 sendo menores do que os do ano passado, nesta semana os preços estão maiores, comparativamente. Em relação à semana 44, os preços tiveram aumento de 36,36%. Assim, a expectativa dos produtores é que o final do ano de 2021 seja melhor do que a situação enfrentada em 2020, com uma contínua reação dos preços. 

No caso da Tommy, na semana 45 os preços médios tiveram um novo aumento (1,98%), atingindo os R$ 1,03, com variação entre R$ 1,25 e R$ 0,80. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 1,36, sendo que preço deflacionado para 2020 é de R$ 0,58, ou seja, novamente os preços de 2021 estão melhores do que os preços de 2020. Se os meses de novembro e dezembro forem de baixa oferta e a qualidade da fruta de São Paulo estiver ruim, com problemas de doenças, os preços das últimas semanas de 2021 devem ser melhores do que os preços de 2020. 

Os preços de exportação em 2021, a partir da semana 31, também são apresentados neste boletim. Chama a atenção que os preços de Palmer (ME) estão mais elevados do que os de Kent pela primeira vez neste ano. 

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 44 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 44 foi de R$ 0,99, variando entre R$1,20 e R$0,80. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$1,97. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,26 para esta semana, o menor valor histórico até o ano de 2021, que vai passar a ser a cotação mais baixa. Em relação à semana 43, os preços tiveram caíram 6,60%. Os preços de Palmer, assim, continuam baixos e impactando a rentabilidade da cultura. Pelo histórico da sazonalidade isto deve se manter nas próximas semanas deste ano. Além do que o Vale tem a concorrência, no momento, da Palmer de Livramento de Nossa Senhora/BA e do Norte de Minas Gerais.

No caso da Tommy, na semana 44 os preços médios tiveram um novo aumento (10%), superando o preço médio da Palmer, atingindo os R$ 1,01, com variação entre R$ 1,20 e R$ 0,70. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 1,34, sendo que preço deflacionado para 2020 é de R$ 0,75, ou seja, é a segunda semana que os preços de 2021 estão melhores do que os preços de 2020. Isto só ocorreu no início do ano, até a semana 14. Os preços, contudo, pela sazonalidade, ficam abaixo da média neste período. Contudo, isto pode não ocorrer por ter baixa oferta nos meses de novembro e dezembro. Questões climáticas impediram a floração da manga que seria para colheita em dezembro e, após a reindução, estas mangas devem ir para o mercado apenas a partir de meados de janeiro. Além do que São Paulo não deve ter tanta manga Tommy, afetada por problemas climáticos. 

Os preços de exportação em 2021, a partir da semana 31, também são apresentados neste boletim.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 43 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 43 foi de R$ 1,06, variando entre R$1,50 e R$0,80. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$2,25. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,38 para esta semana, o menor valor histórico até o ano de 2021, que vai passar a ser a cotação mais baixa. Em relação à semana 42, os preços tiveram um novo aumento, de 8,16%. Os preços de Palmer, contudo, continuam baixos e impactando a rentabilidade da cultura. Pela sazonalidade isto deve se manter nas próximas semanas.

No caso da Tommy, na semana 43 os preços médios tiveram um inesperado forte aumento (112%), quebrando uma série de quedas, atingindo os R$ 0,91, com variação entre R$ 1,10 e R$ 0,70. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 1,19, sendo que preço deflacionado para 2020 é de R$ 0,87. Os preços, contudo, devem seguir o comportamento sazonal esperado para as semanas finais do ano com valores baixos.

Os preços de exportação em 2021, a partir da semana 31, também são apresentados neste boletim.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 42 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 42 foi de R$ 0,98, variando entre R$1,10 e R$0,80. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$2,44. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,37 para esta semana, o menor valor histórico até o ano de 2021, que vai passar a ser a cotação mais baixa. Em relação à semana 41, os preços tiveram um aumento, de 2,08%. Os preços de Palmer continuam baixos impactando a rentabilidade da cultura. 

No caso da Tommy, na semana 42 os preços médios tiveram uma nova queda (-9%), a quinta seguida, atingindo os R$ 0,43, com variação entre R$ 0,50 e R$ 0,50. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 1,22, sendo que preço deflacionado para 2020 é de R$0,96. Os preços estão seguindo o comportamento sazonal esperado para as semanas finais do ano com valores baixos.

Como ocorre todos os anos, este período os preços obtidos com a comercialização de mangas são mais baixos do que a média anual. Contudo, este ano a demanda mais fraca, em função da forte crise econômica que afeta a rendas das famílias brasileiras, fez os níveis de preços caírem de forma a comprometer a rentabilidade e produtores terem prejuízo ao vender sua fruta. Vale ressaltar que é possível encontrar no varejo muita fruta sem qualidade e isto ajuda a reduzir os preços e travar o mercado. 

Os preços de exportação em 2021, a partir da semana 31, também são apresentados neste boletim.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 41 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 41 foi de R$ 0,96, variando entre R$1,20 e R$0,80. A média histórica dos dados deflacionados, desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$2,44. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,27 para esta semana, o menor valor histórico até o ano de 2021, que vai passar a ser a cotação mais baixa. Em relação à semana 40, os preços tiveram uma forte queda, de -11,11%. Os preços de Palmer continuam baixos, e ainda menores do que os valores de 2020, quando atingiram os mínimos históricos. 

No caso da Tommy, na semana 41 os preços médios tiveram uma nova forte queda (-20,34%), a quarta seguida, atingindo os R$ 0,47, com variação entre R$ 0,60 e R$ 0,40. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 1,07, sendo que preço deflacionado para 2020 é de R$0,79. Os preços estão seguindo o comportamento sazonal esperado para as semanas finais do ano com valores baixos.

Os maiores volumes em vários locais de produção acabaram levando a um desbalanceamento entre a oferta e a demanda. Mesmo que as exportações batam recordes, a quantidade de mangas no mercado interno está superando a demanda, que não aumenta na mesma velocidade da oferta. Os preços acabam refletindo e levando a uma rentabilidade muito baixa ou até mesmo ao caso do produtor não conseguir cobrir seus custos. É preciso restringir a oferta de manga. 

Os preços de exportação em 2021, a partir da semana 31, também são apresentados neste boletim.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 40 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 40 foi de R$ 1,08, variando entre R$1,20 e R$0,90. O mínimo histórico dos dados deflacionados desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$ 1,50 e a média deflacionada é R$2,51. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,50 para esta semana. Em relação à semana 39, os preços tiveram uma leve queda, de -1,82%. Os preços de Palmer continuam baixos, mas se aproximam dos valores de 2020 e do mínimo histórico. 

No caso da Tommy, na semana 40 os preços médios tiveram nova forte queda (-18,06%), a terceira seguida, atingindo os R$ 0,59, com variação entre R$ 0,75 e R$ 0,50. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 1,03, sendo que preço deflacionado para 2020 é de R$0,86. Os preços estão seguindo o comportamento sazonal esperado para as semanas finais do ano de estabilidade com valores baixos.

Os preços de exportação em 2021, a partir da semana 31, também são apresentados neste boletim.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 39 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 39 foi de R$ 1,10, variando entre R$1,30 e R$1,00. O mínimo histórico dos dados deflacionados desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$ 1,51 e a média deflacionada é R$2,63. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,65 para esta semana. Em relação à semana 38, os preços tiveram uma nova forte recuperação, de 10%. Contudo, os preços de Palmer continuam baixos e apenas cobrem os custos de produção, que aumentaram muito devido a desvalorização do Real. A expectativa é pelo aumento das exportações e como isto pode contribuir para melhorar os preços ao produtor. 

No caso da Tommy, na semana 39 os preços médios tiveram nova forte queda (-26,53%), atingindo os R$ 0,72, com variação entre R$ 1,00 e R$ 0,60. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 1,19, sendo que preço deflacionado para 2021 é de R$1,04. Os preços estão seguindo o comportamento sazonal esperado para as semanas finais do ano de estabilidade com valores abaixo da média.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 38 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 38 foi de R$ 1,00, variando entre R$1,20 e R$0,75. O mínimo histórico dos dados deflacionados desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$ 1,57 e a média deflacionada é R$2,64. Em 2020, o preço deflacionado é de R$1,63 para esta semana. Em relação à semana 37, os preços tiveram uma nova forte recuperação, de 20,48%. Contudo, os preços de Palmer continuam baixos e apenas cobrem os custos de produção. As frutas tanto do Norte de Minas quanto de Livramento de Nossa Senhora/BA estão mais valorizadas do que a do Vale do São Francisco, neste momento; 

No caso da Tommy, na semana 38 os preços médios tiveram forte queda (-33,33%), atingindo os R$ 0,98, com variação entre R$ 1,20 e R$ 0,80. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 1,50, sendo que preço deflacionado para 2020 é de R$1,33. O preço médio de Tommy voltou a ser menor do que Palmer. Mesmo com os envios para os Estados Unidos ainda em bom ritmo, onde cerca de 80% da fruta enviada é Tommy, os preços estão seguindo o comportamento sazonal esperado para as semanas finais do ano, com a concorrência com a fruta paulista. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 37 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 37 foi de R$ 0,83, variando entre R$1,00 e R$0,60. O mínimo histórico dos dados deflacionados desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$ 1,87 e a média deflacionada é R$2,82. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,04 para esta semana. Em relação à semana 36, os preços tiveram uma forte recuperação, de 22,06%. Contudo, os preços de Palmer continuam baixos e impactando a rentabilidade do produtor. A expectativa é de aumento da disponibilidade de mangas no mercado interno com frutas tanto do Norte de Minas quanto de Livramento de Nossa Senhora/BA. 

No caso da Tommy, na semana 37 os preços médios ficaram estáveis, mantendo os R$ 1,47, com variação entre R$ 2,00 e R$ 1,00. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 1,89, sendo que preço deflacionado para 2020 é de R$2,10. O preço médio de Tommy continua a superar o da Palmer, mas pela sazonalidade o esperado é que os preços estabilizem em um valor mais baixo a medida que os embarque para os Estados Unidos comecem a diminuir. Por outro lado, o volume de Tommy este ano não é elevado e pode ajudar a manter os preços.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 36 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 36 foi de R$ 0,68. O mínimo histórico dos dados deflacionados desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$ 2,13 e a média deflacionada é R$2,92. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,13 para esta semana. Em relação à semana 35, os preços tiveram uma nova recuperação, de 7,94%. Contudo, os preços de Palmer continuam baixos e impactando a rentabilidade do produtor. A expectativa é de aumento da disponibilidade de mangas no mercado interno e exportações mais travadas enquanto a Osteen espanhola estiver na Europa. 

No caso da Tommy, na semana 36 os preços médios caíram (-3,92% em relação à semana anterior), ficando em R$ 1,47. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 2,11, o mesmo preço deflacionado para 2020. O preço médio de Tommy continua a superar o da Palmer, mas pela sazonalidade o esperado é que os preços estabilizem em um valor mais baixo a medida que os embarque para os Estados Unidos comecem a diminuir.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 35 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 35 foi de R$ 0,63. O mínimo histórico dos dados deflacionados desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$ 1,95 e a média deflacionada é R$2,86. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,14 para esta semana. Em relação à semana 34, os preços tiveram uma nova recuperação, de 3,28%. Contudo, os preços de Palmer continuam baixos e impactando a rentabilidade do produtor. A expectativa é que em setembro a oferta de outras praças, como Livramento/BA aumente bastante a disponibilidade de mangas no mercado interno.

No caso da Tommy, na semana 35 os preços médios recuperaram novamente (11,68% em relação à semana anterior), ficando em R$ 1,53. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 2,13 e, em 2020, o preço deflacionado é R$ 2,09 neste período. O preço médio de Tommy continua a superar o da Palmer, mas pela sazonalidade o esperado é que os preços estabilizem em um valor mais baixo a medida que os embarque para os Estados Unidos comecem a diminuir.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 34 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 34 foi de R$ 0,61. O mínimo histórico dos dados deflacionados desde 2012 até 2020, para esta semana, é R$ 1,89 e a média deflacionada é R$3,00. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,16 para esta semana. Em relação à semana 33, os preços tiveram uma recuperação, de 5,17%. Assim, os preços de Palmer continuam baixos e impactando a rentabilidade do produtor. A expectativa é que em setembro a oferta de outras praças, como Livramento/BA aumente bastante a disponibilidade de mangas no mercado interno. 

No caso da Tommy, na semana 34 os preços médios recuperaram bastante (55,68% em relação à semana anterior), ficando em R$ 1,37. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 2,44 e, em 2020, o preço deflacionado é R$ 2,09 neste período. O preço médio de Tommy volta a superar o da Palmer, mas pela sazonalidade o esperado nas próximas semanas é que os preços estabilizem em um valor mais baixo. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 33 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 33 foi de R$ 0,58. O mínimo histórico dos dados deflacionados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 2,00 e a média deflacionada é R$3,07. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,52 para esta semana. Em relação à semana 32, os preços tiveram uma forte redução, de -18,31%. Assim, os preços de Palmer continuam reduzindo e afetando fortemente a rentabilidade do produtor. O esperado, pela sazonalidade, é que os preços estabilizem em um baixo valor; 

No caso da Tommy, na semana 33 os preços médios recuperaram um pouco (29,41% em relação à semana anterior), ficando em R$ 0,88. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 2,41 e, em 2020, o preço deflacionado é R$ 2,23 neste período. O preço médio de Tommy volta a superar o da Palmer e pela sazonalidade o esperado é que os preços estabilizem em um valor que praticamente não cobre os custos de produção. 

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 32 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços deflacionados de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 32 foi de R$ 0,71. O mínimo histórico dos dados deflacionados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,76 e a média deflacionada é R$3,09. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,76 para esta semana. Em relação à semana 31, os preços tiveram uma nova redução, de -5,33%. Assim, os preços de Palmer continuam reduzindo e afetando a rentabilidade do produtor, pois já não cobrem os custos de produção. O esperado, pela sazonalidade, é que os preços se mantenham com viés de baixa. 

No caso da Tommy, na semana 32 os preços médios caíram novamente (-10,53% em relação à semana anterior), ficando em R$ 0,68. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 2,24 e, em 2020, o preço deflacionado é R$ 2,43 neste período. O preço de Tommy agora é menor que o da Palmer e pela sazonalidade o esperado é que os preços se mantenham com viés de baixa.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 31 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 31 foi de R$ 0,75. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,66 e a média deflacionada é R$ 2,98. Em 2020, o preço deflacionado é de R$2,79 para esta semana. Em relação à semana 30, os preços tiveram uma nova redução, de -6,25%. Assim, os preços baixos de Palmer continuam menores do que os de Tommy e afetam a rentabilidade do produtor. 

No caso da Tommy, na semana 31 os preços médios caíram novamente (-13,64% em relação à semana anterior), ficando em R$ 0,76. Historicamente, para esta semana, a média deflacionada é de R$ 2,05 e, em 2020, o preço deflacionado é R$ 2,64 neste período. 

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 30 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 30 foi de R$ 0,80. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,65 e a média R$ 3,05. Em 2020, o preço estava em R$3,18 nesta semana. Em relação à semana 29, os preços tiveram uma nova forte redução, de -20%. Assim, os preços baixos de Palmer continuam, menores do que os de Tommy e afetam a rentabilidade do produtor. 

No caso da Tommy, na semana 30 os preços caíram forte (-23,48% em relação à semana anterior), na média de R$ 0,80. Historicamente, para esta semana, a média é de R$ 2,07 e, em 2020, o preço foi R$ 3,10 neste período. O preço de Tommy vinha tem se recuperando nas últimas semanas, ainda é maior que o de Palmer, mas pela sazonalidade o esperado é que se mantenha em tendência de baixa. 

Com a redução do consumo devido o forte inverno no Sul e Sudeste, somado ao fato que o consumo já estava baixo devido a queda de renda das famílias, os preços caem muito. Isto somado com a própria questão sazonal onde os volumes começam a aumentar tem impactado os preços e a rentabilidade da mangicultura.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 29 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 29 foi de R$ 1,00. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,92 e a média R$3,18. Em 2020, o preço estava em R$3,40 nesta semana. Em relação à semana 28, os preços tiveram uma forte redução, de -13,79%. Assim, os preços baixos de Palmer continuam, inclusive sendo menores do que os de Tommy. O esperado, pela sazonalidade, é que os preços se mantenham em baixa. 

No caso da Tommy, na semana 29 os preços caíram (-17,86% em relação à semana anterior), na média de R$ 1,15. Historicamente, para esta semana, a média é de R$ 2,36 e, em 2020, o preço foi R$ 3,12 neste período. O preço de Tommy vinha tem se recuperando nas últimas semanas, ainda é maior que o de Palmer, mas pela sazonalidade o esperado é que se mantenha em tendência de estabilidade com viés de baixa. 

Como as expectativas são de um julho e agosto com crescimento da oferta no Vale do São Francisco e em Livramento/BA, os produtores precisam cada vez mais se preocupar com os custos e as estratégias de mercado. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 28 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Os dados de comercialização são obtidos no site da CONAB/PROHORT;


O preço médio de Palmer na semana 28 foi de R$ 1,16. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,96 e a média R$3,03. Em 2020, o preço estava R$3,33 nesta semana. Em relação à semana 27, os preços tiveram uma redução, de -5,69%. 

No caso da Tommy, na semana 28 os preços tiveram novo crescimento (10,24% em relação à semana anterior), na média de R$ 1,40. Historicamente, para esta semana, a média é de R$ 2,48 e, em 2020, o preço foi R$ 2,87 neste período. O preço de Tommy tem se recuperado nas últimas semanas mas ainda é abaixo do mínimo histórico, que é de R$ 1,59 na semana 28. 

Como as expectativas são de um julho e agosto com crescimento da oferta no Vale do São Francisco e em Livramento/BA, os produtores precisam cada vez mais se preocupar com os custos e as estratégias de mercado. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 27 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Os dados de comercialização são obtidos no site da CONAB/PROHORT;

O preço médio de Palmer na semana 27 foi de R$ 1,23. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,43 e a média R$3,03. Em 2020, o preço estava R$3,35 nesta semana. Em relação à semana 26, os preços tiveram uma nova recuperação, mais forte, de 25,51%. 

No caso da Tommy, na semana 27 os preços tiveram forte crescimento (14,41% em relação à semana anterior), na média de R$ 1,27. Historicamente, para esta semana, a média é de R$ 2,44 e, em 2020, o preço foi R$ 2,50 neste período. 

Em relação à comercialização no mercado interno, a Palmer teve um volume 43% maior e a Tommy 59% em junho de 2021 na comparação com 2020 nos CEASAS. Considerando apenas o CEAGESP, os volumes também foram muito mais elevados em junho de 2021 na comparação com junho de 2020, 52% mais alto na Palmer e 66% na Tommy.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 26 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 26 foi de R$ 0,98. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,75 e a média R$2,81. Em 2020, o preço estava R$3,00 nesta semana. Em relação à semana 25, os preços tiveram uma nova recuperação, 10,11%.

No caso da Tommy, na semana 26 os preços ficaram praticamente estáveis (aumento de 0,91% em relação à semana anterior), na média de R$ 1,11. Historicamente, para esta semana, a média é de R$ 2,28 e, em 2020, o preço foi R$ 2,47 neste período. 

As expectativas são de um julho e agosto com crescimento da oferta no Vale do São Francisco e em Livramento/BA. Pela sazonalidade a partir da semana 30 historicamente os preços entram em queda. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 25 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Os dados de oferta do mercado interno são obtidos no site da CONAB.

O preço médio de Palmer na semana 25 foi de R$ 0,89. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,64 e a média R$2,79. Em 2020, o preço estava R$3,23 nesta semana. Em relação à semana 24, os preços tiveram uma boa recuperação, 23,61%.

No caso da Tommy, na semana 25 os preços aumentaram 3,77% em relação à semana anterior, na média de R$ 1,10. Historicamente, para esta semana, a média é de R$ 2,42 e, em 2020, o preço foi R$ 2,69 neste período. 

Pela sazonalidade as expectativas não são boas pois está se aproximando da semana 30, quando historicamente os preços entram em queda.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 24 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Os volumes de oferta do mercado interno são obtidos no site da CONAB.

O preço médio de Palmer na semana 24 foi de R$ 0,71. Em relação à semana 23, os preços se mantiveram estáveis. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,80. Pela sazonalidade as expectativas não são boas pois está se aproximando da semana 30, quando historicamente os preços entram em queda. 

No caso da Tommy, na semana 24 os preços aumentaram 4,95% em relação à semana anterior, na média de R$ 1,06. Historicamente, para esta semana, a média é de R$ 2,74 e, em 2020, o preço foi R$ 3,52, neste período. No momento os preços ainda estão melhores do que para Palmer, que tem uma oferta nacional bem mais elevada. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 23 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Os volumes de oferta do mercado interno são obitdos no site da CONAB.

O preço médio de Palmer na semana 23 foi de R$ 0,71. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,63. No caso da Tommy, na semana 23 os preços reduziram -13,68% em relação à semana anterior, na média de R$ 1,01. 

Em relação aos volumes comercializados nos CEASAS, para a Tommy aumentaram muito em maio deste ano, na comparação com 2020, cerca de 73%. Para a Palmer, da mesma forma, volumes maiores do que a média e 12% maior do que em 2020. Existiu uma concentração muito forte de volume no CEAGESP-SP maior do que 2020.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 22 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Os volumes de oferta do mercado interno são obitdos no site da CONAB.

O preço médio de Palmer na semana 22 foi de R$ 0,73. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,48. Em relação à semana 21, os preços caíram mais 8,75% e praticamente não cobrem sequer os custos de produção. Desde a semana 17 que os preços estão abaixo da mínima histórica.

No caso da Tommy, na semana 22 os preços ficaram estáveis em relação à semana anterior, na média de R$ 1,17. Historicamente, para esta semana, a média é de R$ 2,83 e, em 2020, o preço foi R$ 3,96, neste período. Após um início de ano com bons preços, os últimos dois meses os preços estão abaixo dos mínimos históricos, impactando na rentabilidade.

Em relação aos volumes comercializados nos CEASAS, para a variedade Tommy Atkins aumentaram em abril deste ano, na comparação com 2020, inclusive ficando acima da média dos últimos 5 anos. Para a Palmer, contudo, os volumes foram menores no mês de abril, comparando 2021 com 2020, apesar de estarem também acima da média histórica. Contudo, para as duas variedades, existiu uma concentração muito forte de volume no CEAGESP-SP, que é o maior centro distribuidor das mangas produzidas em Pernambuco e na Bahia, mas que não comportou um volume tão expressivo em relação a 2020 e, para manter a demanda, os preços reduziram.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA/USP. Os preços até a semana 21 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 21 foi de R$ 0,80. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,51. Em relação à semana 20, os preços caíram -28,57%. No ano o acumulado é positivo, de 38,02%, mas praticamente apenas cobrem os custos de produção. Desde a semana 14 que os preços estão abaixo da média histórica e, nas últimas 5 semanas, são menores do que os de 2020.

No caso da Tommy, na semana 21 os preços ficaram estáveis, na média de R$ 1,18. Historicamente, para esta semana, a média é de R$2,84 e, em 2020, o preço foi R$3,91, neste período. No ano o preço de Tommy acumula aumento de 9,46% e praticamente apenas cobre os custos de produção.

Mais uma semana complicada em termos de preços de manga, abaixo do esperado devido a sazonalidade. O ano de 2021 passa a ser um dos mais desafiadores da história para os mangicultores. Da mesma forma que a planta precisa de equilíbrio de nutrientes, sol e água para dar frutos, o mercado precisa de equilíbrio entre a oferta e a demanda para que os preços não caiam e reduzam a rentabilidade da cultura. A hora é de restringir a oferta, evitando a venda de arrastão de manga e/ou manga fora do ponto ideal de colheita (verde).  

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 20 de 2021, deflacionados, são comparados com a média de cada semana entre 2012 e 2020, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 20 foi de R$ 1,01. O mínimo histórico dos dados desde 2012 até 2020, para esta semana, era R$ 1,47. Em relação à semana 19, os preços foram estáveis. Mesmo assim, no ano, o acumulado ainda é positivo, de 61,11%, mas praticamente não cobrem os custos de produção. Desde a semana 15 que os preços estão abaixo da média histórica e, nas últimas 3 semanas, são menores do que os de 2020.

No caso da Tommy, na semana 20 os preços aumentaram 7,87%, comercializados, em média, por R$ 0,96. Historicamente, para esta semana, a média é de R$2,92 e, em 2020, o preço foi R$3,70, neste período. No ano o preço de Tommy acumula aumento de apenas 10,21% e praticamente apenas cobre os custos de produção.

Considerando apenas o histórico de sazonalidade, os preços de manga no mercado interno deveriam estar em patamares bem mais elevados. Os preços de manga no mercado interno deveriam estar em patamares bem mais elevados. A explicação para esta crise tem relação com o lado da oferta (mais fruta disponível) e com um deslocamento para baixo da curva de demanda, devido o desemprego elevado e a redução da renda das famílias brasileiras.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 19, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 19 foi de R$ 1,01, o mínimo histórico dos dados desde 2012, para esta semana. Em relação à semana 18, uma nova redução foi muito forte, de -14,41%. Mesmo assim, no ano, o acumulado ainda é positivo, de 61,11%.  Para as próximas 4 semanas os mínimos históricos são R$ 1,47 R$ 1,51, R$1,48 e R$1,58. Espera-se que os preços possam ser maiores e voltarem para a média.

No caso da Tommy, na semana 19 os preços ficaram estáveis, na média de de R$ 0,89. Historicamente, para esta semana, a média é de R$2,56 e, em 2020, o preço foi R$3,08, neste período. No ano o preço de Tommy acumula aumento de apenas 2,34% e praticamente não cobre sequer os custos de produção.

Considerando apenas o histórico de sazonalidade, os preços de manga no mercado interno deveriam estar em patamares bem mais elevados. Com menos chuva, a qualidade é inclusive melhor. Assim, a explicação para esta crise pode estar do lado da oferta (mais fruta disponível) ou refletir um deslocamento para baixo da curva de demanda, devido o desemprego elevado e a redução da renda das famílias brasileiras, ou as duas coisas. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 18, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 18 foi de R$ 1,19, o mínimo histórico dos dados desde 2012, para esta semana. Em relação à semana 17, a nova redução foi muito forte, de -26,71%. Mesmo assim, no ano, o acumulado ainda é positivo, de 77,64%. Para as próximas 4 semanas, os mínimos históricos são R$1,48, R$ 1,43 R$ 1,48 e R$1,45. Espera-se que os preços possam ser maiores e voltarem para a média.

No caso da Tommy, na semana 18 os preços voltaram a subir e a média foi de R$ 0,88. A média histórica para esta semana é de R$2,24 e em 2020 o preço foi de R$2,01 nesta semana. No ano o preço de Tommy acumula aumento de apenas 3,26% e praticamente não cobre sequer os custos de produção.

Considerando apenas o histórico de sazonalidade, os preços de manga no mercado interno deveriam estar em patamares bem mais elevados. Com menos chuva, a qualidade é inclusive melhor. Assim, a explicação para esta crise pode estar do lado da oferta (mais fruta disponível) ou refletir um deslocamento para baixo da curva de demanda, devido o desemprego elevado e a redução da renda das famílias brasileiras, ou as duas coisas. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 17, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 17 foi de R$ 1,61, o mínimo histórico dos dados desde 2012, para esta semana. Em relação à semana 16, a nova redução foi muito forte, de -42,50%. Mesmo assim, no ano, o acumulado ainda é positivo, de 104,35%. Para as próximas 4 semanas, as médias históricas são R$2,99, R$3,12, R$ 3,15 e R$ 3,18. Em 2020, os preços voltaram a subir a partir da semana 18. 

No caso da Tommy, na semana 17 os preços tiveram uma nova forte queda, chegando a R$ 0,74. A redução acumulada é de -67,64% em apenas duas semanas. A média histórica para esta semana é de R$2,30 e em 2020 o preço foi de R$2,00 nesta semana. No ano o preço de Tommy acumula redução de 15,65% e praticamente não cobre mais os custos de produção.

Considerando apenas o histórico, os preços de manga deveriam estar em patamares bem mais elevados. É urgente a necessidade de encontrar a explicação para o comportamento atual: a) reflete o aumento da oferta nacional de manga? b)  O setor já está sentindo os efeitos da crise econômica vivida pelo país que aumentou a pobreza das famílias e fez o consumo cair? c) A oferta aumentou em um momento de redução da demanda?

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 16, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 16 foi de R$ 2,80, valor abaixo da média histórica semanal (R$ 3,22). Em relação à semana 15 houve uma nova redução, de -6,67%.  Mesmo assim, no ano, o acumulado é positivo, de 146,85%. A previsão para as próximas quatro semanas é de bons preços, pela sazonalidade. 

No caso da Tommy, na semana 16 os preços tiveram uma forte queda em relação à semana 15, ficando abaixo de 1 real. A média histórica para esta semana é de R$2,60 e em 2020 o preço foi de R$1,80 nesta semana. Assim, é muito estranho o comportamento da Tommy que tem valorização muito pequena no ano, apenas R$ 8,06%.

É muito preocupante os preços de manga Tommy, que se aproximam dos custos de produção. Os preços estão muito diferentes da média dos últimos anos e do que ocorreu em 2020. Contudo, a expectativa é de melhores preços para as próximas semanas, tanto para Tommy quanto para a Palmer. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 15, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 15 foi R$ 3,00, valor abaixo da média histórica semanal (R$ 3,16) depois de 7 semanas com preços acima da média. Em relação à semana 14 houve uma redução mais forte, de -8,26%. Mesmo assim, no ano, o acumulado é positivo, de 153,52%. A previsão para as próximas quatro semanas é de bons preços, acima de R$2,75. 

No caso da Tommy, o preço médio subiu, para R$ 1,73, mas ainda abaixo da média histórica (R$2,43) para esta semana. No ano, o acumulado ainda é positivo, de 51,99%. Para as próximas quatro semanas o esperado é de preços acima de R$ 2,20.

Por mais que alguns produtores comecem a colher, ainda se tem pouca fruta no Vale do São Francisco e as exportações seguem acima da média e com preços subindo. Desta forma, as expectativas são de preços melhores ao produtor, especialmente para a Tommy. A flexibilização das medidas de isolamento normalizou o mercado. 

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informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 14, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 14 foi R$ 3,27, valor acima da média histórica semanal (R$ 3,09) pela sétima vez no ano. Em relação à semana 13 houve uma redução de -2,10%. No ano, o acumulado é de 164,29%. A previsão para as próximas quatro semanas é de bons preços, acima da média histórica. 

No caso da Tommy, o preço médio caiu novamente, para R$ 1,63, abaixo da média histórica (R$2,29) para esta semana. No ano, o acumulado ainda é positivo, de 48,29%. Para as próximas quatro semanas o esperado é de preços acima de R$ 2,20. 

Por mais que alguns produtores comecem a colher, ainda se tem pouca fruta no Vale do São Francisco e as exportações seguem acima da média. Desta forma, as expectativas eram de preços melhores ao produtor, especialmente para a Tommy. Aparentemente se está com problemas de redução de demanda pela fruta, devido a nova onda da pandemia. Contudo, com a flexibilização das medidas de isolamento, o cenário pode melhorar. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 13, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 13 foi R$ 3,34, valor acima da média histórica semanal (R$ 3,02) pela sexa vez no ano. Em relação à semana 12 houve uma redução de -5,65% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 166,39%. A previsão para as próximas quatro semanas é de bons preços, acima da média histórica. 

No caso da Tommy, o preço médio caiu fortemente para R$ 1,70 na semana 12, abaixo da média histórica (R$2,25) para esta semana. No ano, o acumulado é de 52,41%. Para as próximas quatro semanas o esperado é de preços acima de R$ 2,20. 

Por mais que alguns produtores comecem a colher, ainda se tem pouca fruta no Vale do São Francisco. Desta forma, as expectativas eram de preços acima ou ao redor da média histórica. Aparentemente se está com problemas de escoamento da fruta, em especial da Tommy, devido a nova onda da pandemia. Práticas prejudiciais como a venda de manga verde  também podem ter contribuído para o cenário atual.  

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 12, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 12 foi R$ 3,54, valor acima da média histórica semanal (R$ 2,97) pela quinta vez no ano. Em relação à semana 11 houve uma redução de -7,09% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 172,04%. A previsão para as próximas quatro semanas é de bons preços. 

No caso da Tommy, o preço médio caiu para R$ 3,11 na semana 12, mas superando a média histórica (R$2,42) para esta semana. No ano, o acumulado é de 97,75%. Para as próximas quatro semanas o esperado é de manutenção de bons preços. 

Os preços têm refletido a escassez de frutas. Enquanto não aumentar a oferta de frutas no Vale e nas outras praças produtoras, os preços devem continuar acima da média histórica. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 11, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 11 foi R$ 3,81, valor acima da média histórica semanal (R$ 2,81) pela quarta vez no ano. Em relação à semana 10 houve um crescimento de 14,41% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 179,13%. A previsão é de mais quatro semanas de altas sucessivas de preços. 

No caso da Tommy, o preço médio subiu para R$ 3,60 na semana 11, superando a média histórica (R$2,54) e atingindo o máximo histórico para esta semana. Em relação à semana 10, o preço aumentou 9,09%. No ano, o acumulado é de 111,36%. Para as próximas quatro semanas o esperado é de manutenção de bons preços. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 10, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 10 foi R$ 3,33, valor acima da média histórica semanal (R$ 2,61) pela terceira vez no ano. Em relação à semana 9 houve um forte crescimento de 18,51% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 167,76%. A previsão é de mais quatro semanas de altas sucessivas de preços. 

No caso da Tommy, o preço médio subiu para R$ 3,30 na semana 10, superando a média histórica (R$2,53) e atingindo o máximo histórico para esta semana. Em relação à semana 9, o preço aumentou 12,24%. No ano, o acumulado é de 104,67%. Para as próximas quatro semanas o esperado é uma pequena queda mas ainda mantendo bons preços. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 9, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 9 foi R$ 2,81, valor acima da média histórica semanal (R$ 2,50) pela segunda vez no ano. Em relação à semana 8 houve um pequeno crescimento de 4,07% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 149,26%. A previsão é de mais quatro semanas de altas sucessivas de preços. 

No caso da Tommy, o preço médio subiu para R$ 2,94 na semana 9, superando a média histórica (R$2,39) novamente. Em relação à semana 8, o preço aumentou 8,09%. No ano, o acumulado é de 92,43%. Para as próximas quatro semanas o esperado é a manutenção de bons preços. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 8, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 8 foi R$ 2,70, valor acima da média histórica semanal (R$ 2,42) pela primeira vez no ano. Em relação à semana 7 houve um forte crescimento de 36,36% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 145,2%. A previsão é de mais quatro semanas de altas sucessivas de preços. 

No caso da Tommy, o preço médio subiu para R$ 2,72 nesta última semana, superando a média histórica (R$2,40) pela segunda vez no ano. Em relação à semana 7, o preço aumentou 30,77%. No ano, o acumulado é de 84,34%. Para as próximas o esperado é a manutenção de bons preços. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 7, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço de Palmer na semana 7 foi R$ 1,98, (R$1,55) bem próximo da média histórica para esta semana (R$ 2,11). Em relação à semana 6 houve um crescimento de 23,75% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 108,8%. 

No caso da Tommy, as primeiras 7 semanas do ano foram com preços em torno da média histórica. O preço subiu para R$ 2,08 depois de duas quedas consecutivas e ultrapassou os R$ 2,00. Em relação à semana 6, o preço aumentou 27,61% se aproximando da média histórica para esta semana (R$ 2,18). No ano, o acumulado é de 53,57%. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 5, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

Os preços vem se recuperando mas para Palmer ainda estão muito abaixo da média histórica. No caso da Tommy, o cenário é diferente, estão acima da média. Em fevereiro o cenário ainda é mais favorável para a Tommy mas com expectativas sobre como será o final da safra peruana. Se exportarem menos, a maior demanda pela fruta do Brasil deve elevar os preços.

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Exportações 2021

Informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro até outubro de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 9 anos, mínimo para cada mês e máximo e os valores de 2020. A Base de dados é o COMEXSTAT/MDIC.

Em relação aos volumes, em outubro foram de 42,9 mil toneladas. A média histórica para este mês é de 31,9 mil toneladas. Em outubro de 2020 foram exportadas 41,2 mil toneladas, ou seja, houve um aumento de 4% na comparação com o mesmo período do ano passado. Contudo, em relação à media histórica, o volume de outubro é 34,4% mais elevado e, no ano, as exportações estão 20,4% maiores em comparação com 2020; 

Se for feita uma conversão para contêineres, o volume exportado em outubro é de cerca de 1930 contêineres. Em outubro as exportações para a Europa foram bastante elevadas, superando o mesmo em 2020. Contudo, para os Estados Unidos a situação é inversa, este ano as exportações foram menores do que ano passado, neste mês. 

No mês de outubro os volumes embarcados para os Estados Unidos diminuíram rapidamente devido o aumento da concorrência do Equador, que adiantou os embarques. Por outro lado, ocorreu o aumento para a Europa, que absorveu a palmer do Brasil, Kent, Keitt e até mesmo manga Tommy.

A taxa de câmbio continua favorável, e segundo as novas projeções feitas pelos analistas de mercado e reportados no Boletim Focus de 01/11 a média esperada para a taxa de câmbio no final do ano é de R$ 5,52, ou seja, altamente favorável para os exportadores brasileiros. Por outro lado, aumento de preços de insumos e do frete marítimo, não ajudam os exportadores brasileiros. 

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Informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro até setembro de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 9 anos, mínimo para cada mês e máximo e os valores de 2020. A Base de dados é o COMEXSTAT/MDIC.

Em relação aos volumes, em setembro foram de 42,1 mil toneladas. A média histórica para este mês é de 24,4 mil toneladas. Em setembro de 2020 foram exportadas 35,3 mil toneladas, ou seja, houve um aumento de 19% na comparação com o mesmo período do ano passado. Contudo, em relação à media histórica, o volume de setembro é 72,66% mais elevado e, no ano, as exportações estão 26% maiores em comparação com 2020; 

No mês de outubro os volumes embarcados para os Estados Unidos devem começar a diminuir devido o aumento da concorrência do Equador, que inicia os embarques de Tommy Atkins. Por outro lado, a expectativa é de aumento para a Europa, com a redução dos volumes da Espanha. Destaque para a Europa é a menor preferencia por manga Palmer do Brasil e uma maior demanda por outras variedades, principalmente Kent e Keitt.  

A taxa de câmbio continua favorável, e segundo as novas projeções feitas pelos analistas de mercado e reportados no Boletim Focus de 04/10 a média esperada para a taxa de câmbio no final do ano é de R$ 5,20. Por outro lado, aumento de preços de insumos e do frete marítimo, não ajudam os exportadores brasileiros.

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Informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro até agosto de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 9 anos, mínimo para cada mês e máximo e os valores de 2020. A Base de dados é o COMEXSTAT/MDIC.

Em relação aos volumes, em agosto foi de 21,5 mil toneladas. A média histórica para este mês é de 13,2 mil toneladas. Em agosto de 2020 foram exportadas 20,9 mil toneladas, ou seja, houve um aumento de 3% na comparação com agosto do ano passado. Contudo, em relação à media histórica, o volume de agosto é 58,8% mais elevado e, no ano, as exportações estão 28,5% maiores em comparação com 2020; 

Se for feita uma conversão para contêineres, o volume exportado em agosto é de cerca de 966 contêineres. Os países concorrentes do Brasil não tem enfrentado problemas em seus volumes e a oferta brasileira contribui para os preços baixos. Em agosto o volume exportado é o novo recorde histórico de exportações. 

A taxa de câmbio continua favorável, apesar do dólar estar menos valorizado do que em 2020. Segundo as projeções feitas pelos analistas de mercado e reportados no Boletim Focus de 03/09 a média esperada para a taxa de câmbio no final do ano é de R$ 5,14. Por outro lado, aumento de preços de insumos, falta de alguns itens importantes como caixas e embalagens e o forte aumento dos preços do frete marítimo, fazem o Brasil perder competitividade. 

No mês de setembro os volumes embarcados para os Estados Unidos devem permanecer elevados, assim como para a União Europeia, onde o Brasil irá enfrentar a concorrência dos produtores espanhóis. 

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Informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro até julho de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 9 anos, mínimo para cada mês e máximo e os valores de 2020. A Base de dados é o COMEXSTAT/MDIC.

Em relação aos volumes, em julho houve uma forte redução na comparação com junho, totalizando 11,1 mil toneladas (-35,3%). A média histórica para este mês é de 7,5 mil toneladas. Em 2020 foram exportadas 11,9 mil toneladas, ou seja, houve um queda de 7% na comparação com julho do ano passado. Contudo, em relação à media histórica, o volume de julho é 54,1% mais elevado e, no ano, as exportações estão 36,2% maiores em comparação com 2020; 

Se for feita uma conversão para contêineres, o volume exportado em julho é de cerca de 498 contêineres. Os países concorrentes do Brasil não tem enfrentado problemas em seus volumes e a oferta brasileira contribui para os preços baixos. Mesmo com os maiores volumes exportados, isto não tem ajudado a valorizar a manga no mercado interno brasileiro. 

A taxa de câmbio continua favorável, apesar do dólar estar menos valorizado do que em 2020.  Por outro lado, aumento de preços de insumos, falta de alguns itens importantes como caixas e embalagens e o aumento dos preços do frete marítimo, fazem o Brasil perder competitividade. 

Os exportadores que vinham enviando volumes muito maiores do que em 2020 nos meses de abril, maio e junho, desaceleraram em julho, depois de sucessivos resultados negativos. Pela sazonalidade o esperado é crescimento dos volumes agora a partir de agosto até atingir o pico das exportações no mês de novembro. 

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Informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro até junho de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 9 anos, mínimo para cada mês e máximo e os valores de 2020. 

Em relação aos volumes, em junho houve uma pequena redução em termos de volume na comparação com maio, totalizando 17,1 mil toneladas (-4,6%). A média histórica para este mês é de 6,2 mil toneladas, em 2020 foram exportadas 9,8 mil toneladas, ou seja, houve um aumento de 74% na comparação com junho do ano passado e o valor de 2021 passa agora a ser o máximo histórico. Nunca se enviou tanta manga do Brasil em um primeiro semestre.

A expectativa é de que em julho os volumes comecem a diminuir e os preços possam começar a reagir, mas este ano será diferente de 2020 pois no ano passado as famílias não viajaram nas férias, ficaram mais em casa e comeram mais. Neste ano, por outro lado, vai aumentar muito a quantidade de famílias que irá viajar nas férias europeias. 

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Nesta análise foi verificado o comportamento das exportações de manga do Brasil em 2021. Os dados utilizados são mensais e disponibilizados pelo Comexstat (MDIC) para o período de Janeiro de 2012 a Maio de 2021;

Em relação aos volumes, em maio houve uma pequena redução em termos de volume na comparação com abril, totalizando 17,9 mil toneladas. A média histórica para este mês é de 7 mil toneladas, em 2020 foram exportadas 8,8 mil toneladas em maio, ou seja, houve um aumento de 104% na comparação com maio do ano passado e o valor de 2021 passa agora a ser o máximo histórico. Nunca se enviou tanta manga do Brasil em um mês de maio; 

Se for feita uma conversão para contêineres, o volume exportado em maio ultrapassa os 800 contêineres. É uma quantidade muito expressiva e que não chegou de forma bem distribuída ao longo do mês, por problemas de logística, houve uma semana que chegaram poucos carregamentos e uma outra semana com o acumulado. Isto ocorreu mesmo tendo frutas de outros países, como a Costa Rica e os africanos; 

Assim, em termos de equilíbrio de mercado, sempre que tem um excesso de oferta os preços caem.  Os preços obtidos pelo produtores ficou abaixo da média dos outros meses e afetou a rentabilidade das exportações. Nem sempre ter exportado um grande volume significa ótimos negócios, depende do preço que a fruta foi comprada, todos custos de logística, do preço que a fruta foi vendida no destino e da taxa de câmbio. Felizmente, esta continua favorável, apesar do dólar estar menos valorizado do que em 2020.  A expectativa é de que em junho ainda se tenha dificuldades para os exportadores, que enfrentam a concorrência dos outros países e preços muito baixos.

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Informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro até abril de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 9 anos, mínimo para cada mês e máximo. 

Em relação aos volumes, em abril ficaram acima da média histórica (9,2 mil toneladas), totalizando 18,3 mil toneladas. Sobre o valor das exportações (US$) em abril novamente o valor está maior do que a média histórica (US$ 10,8 milhões), atingindo os 19,8 milhões de dólares. Contudo, importante lembrar que este valor é uma estimativa, sendo ajustado nos próximos meses. 

Os preços, principalmente para Kent e Palmer, na média estão melhores do que os de 2020, quando foram afetados pela pandemia, mas estão abaixo da média histórica. Problemas com navios no canal de Suez acabaram levando a uma concentração de frutas e afetou quem não conseguiu embarcar. Os grandes volumes enviados acabam fazendo os preços reduzirem, com mais intensidade nos últimos 10 dias de abril. Existe problema de rentabilidade a medida que os custos de exportação foram mais altos do que o preços comercializados, mesmo com o taxa de câmbio atual  favorecendo os exportadores. 

Os africanos estão no mercado com bons volumes de forma que o esperado é que maio seja um mês difícil para as exportações  de manga do Brasil. Além disso, o mercado interno também passa por dificuldades pela queda da renda das familias e, consequentemente, do consumo. 

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informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 9 anos, mínimo para cada mês e máximo. 

Em relação ao valor das exportações (US$), em março novamente o valor está maior do que a média histórica (US$ 11 milhões), atingindo os 11,6 milhões de dólares. Quanto aos volumes, da mesma forma, em março ficou acima da média histórica (9,7 mil toneladas), em cerca de 10,6 mil toneladas. Tanto em janeiro quanto em fevereiro os volumes ficaram cerca de 20% acima da média histórica, mas em março foi 8% acima da média. Nos dois casos, tanto volume quanto valor, as marcas ficam próximas dos respectivos máximos históricos para fevereiro, mas em março, esteve mais próximo da média do que do máximo.

Em relação aos preços, foram abaixo da média para o mês de janeiro e fevereiro, mas melhoraram em março, ficando bem próximo da média histórica. Além disso, o mês de março teve preços melhores do que fevereiro. Finalizada a safra do Peru, com uma redução de cerca de 10% em relação à safra 2019/2020, o mercado agora é dos países africanos e da Costa Rica. Em relação aos volumes dos africanos, ainda persiste a dúvida se a safra será normal ou os volume serão menores. O Brasil tem frutas com mais qualidade neste começo de ano, que foi menos chuvoso no Vale do São Francisco. Com isso, se for confirmada a quebra dos exportadores africanos, os brasileiros tem mais possibilidades de ganhos. 

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Informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro e fevereiro de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 10 anos, mínimo para cada mês e máximo. 

Em relação ao valor das exportações (US$), como pode ser visto na Figura 1, em fevereiro novamente o valor das exportações está maior do que a média histórica (US$ 6,6 milhões), atingindo os 7,7 milhões de dólares. Quanto aos volumes, da mesma forma, em fevereiro ficou acima da média histórica (6,1 mil toneladas), em cerca de 7,7 mil toneladas, já bem próximo da média histórica. Tanto em janeiro quanto em fevereiro os volumes ficaram cerca de 20% acima da média histórica. Nos dois casos, tanto volume quanto valor, as marcas ficam próximas dos respectivos máximos históricos para fevereiro. Sobre os preços, são abaixo da média para o mês de janeiro e fevereiro, mas é importante ressaltar que a taxa de câmbio trabalha de forma a ajudar os exportadores. 

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Dados de exportações de manga do Brasil em 2020. Os valores de volume, receita de exportação e preços de 2020 são comparados com a média dos últimos 8 anos, mínimo e o máximo.

Nunca se exportou tanto quanto em 2020, tanto em volume quanto receita de exportação temos novos recordes históricos, superando 2019. Os preços no mercado externo ficaram pouco abaixo da média, mas o cambio favoreceu os exportadores o ano inteiro.

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