Pular para o conteúdo

 

O Observatório do Mercado de Manga da Embrapa Semiárido visa oferecer subsídios à tomada de decisão estratégica dos produtores da fruta no Vale do São Francisco. Para isso, disponibiliza semanalmente as informações de preços na forma de gráficos, ajudando na compreensão da evolução do comportamento do mercado, com dados que contemplam o período de janeiro de 2012 até o presente.

As bases de dados sobre exportações utilizam informações do ComexStat, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Para cada mês, o volume exportado, receita de exportação e preço de caixa com quatro quilos são organizados de forma a se ter dados de mínimo, máximo, média e os valores do ano corrente. Com todas as informações, gráficos são gerados para cada uma das três variáveis.

Também são disponibilizados dados do mercado interno, organizados em diferentes gráficos - um para a variedade Tommy e outro para Palmer.  As informações utilizadas são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP). Os dados são deflacionados pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), o mais utilizado para a agropecuária, e assim são gerados os relatórios com o preço mais baixo encontrado, o máximo, a média dos últimos anos e o preço da semana corrente.

 

Mercado Interno 2021

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 19, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 19 foi de R$ 1,01, o mínimo histórico dos dados desde 2012, para esta semana. Em relação à semana 18, uma nova redução foi muito forte, de -14,41%. Mesmo assim, no ano, o acumulado ainda é positivo, de 61,11%.  Para as próximas 4 semanas os mínimos históricos são R$ 1,47 R$ 1,51, R$1,48 e R$1,58. Espera-se que os preços possam ser maiores e voltarem para a média.

No caso da Tommy, na semana 19 os preços ficaram estáveis, na média de de R$ 0,89. Historicamente, para esta semana, a média é de R$2,56 e, em 2020, o preço foi R$3,08, neste período. No ano o preço de Tommy acumula aumento de apenas 2,34% e praticamente não cobre sequer os custos de produção.

Considerando apenas o histórico de sazonalidade, os preços de manga no mercado interno deveriam estar em patamares bem mais elevados. Com menos chuva, a qualidade é inclusive melhor. Assim, a explicação para esta crise pode estar do lado da oferta (mais fruta disponível) ou refletir um deslocamento para baixo da curva de demanda, devido o desemprego elevado e a redução da renda das famílias brasileiras, ou as duas coisas. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 18, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 18 foi de R$ 1,19, o mínimo histórico dos dados desde 2012, para esta semana. Em relação à semana 17, a nova redução foi muito forte, de -26,71%. Mesmo assim, no ano, o acumulado ainda é positivo, de 77,64%. Para as próximas 4 semanas, os mínimos históricos são R$1,48, R$ 1,43 R$ 1,48 e R$1,45. Espera-se que os preços possam ser maiores e voltarem para a média.

No caso da Tommy, na semana 18 os preços voltaram a subir e a média foi de R$ 0,88. A média histórica para esta semana é de R$2,24 e em 2020 o preço foi de R$2,01 nesta semana. No ano o preço de Tommy acumula aumento de apenas 3,26% e praticamente não cobre sequer os custos de produção.

Considerando apenas o histórico de sazonalidade, os preços de manga no mercado interno deveriam estar em patamares bem mais elevados. Com menos chuva, a qualidade é inclusive melhor. Assim, a explicação para esta crise pode estar do lado da oferta (mais fruta disponível) ou refletir um deslocamento para baixo da curva de demanda, devido o desemprego elevado e a redução da renda das famílias brasileiras, ou as duas coisas. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 17, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 17 foi de R$ 1,61, o mínimo histórico dos dados desde 2012, para esta semana. Em relação à semana 16, a nova redução foi muito forte, de -42,50%. Mesmo assim, no ano, o acumulado ainda é positivo, de 104,35%. Para as próximas 4 semanas, as médias históricas são R$2,99, R$3,12, R$ 3,15 e R$ 3,18. Em 2020, os preços voltaram a subir a partir da semana 18. 

No caso da Tommy, na semana 17 os preços tiveram uma nova forte queda, chegando a R$ 0,74. A redução acumulada é de -67,64% em apenas duas semanas. A média histórica para esta semana é de R$2,30 e em 2020 o preço foi de R$2,00 nesta semana. No ano o preço de Tommy acumula redução de 15,65% e praticamente não cobre mais os custos de produção.

Considerando apenas o histórico, os preços de manga deveriam estar em patamares bem mais elevados. É urgente a necessidade de encontrar a explicação para o comportamento atual: a) reflete o aumento da oferta nacional de manga? b)  O setor já está sentindo os efeitos da crise econômica vivida pelo país que aumentou a pobreza das famílias e fez o consumo cair? c) A oferta aumentou em um momento de redução da demanda?

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 16, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação com o ano anterior. 

O preço médio de Palmer na semana 16 foi de R$ 2,80, valor abaixo da média histórica semanal (R$ 3,22). Em relação à semana 15 houve uma nova redução, de -6,67%.  Mesmo assim, no ano, o acumulado é positivo, de 146,85%. A previsão para as próximas quatro semanas é de bons preços, pela sazonalidade. 

No caso da Tommy, na semana 16 os preços tiveram uma forte queda em relação à semana 15, ficando abaixo de 1 real. A média histórica para esta semana é de R$2,60 e em 2020 o preço foi de R$1,80 nesta semana. Assim, é muito estranho o comportamento da Tommy que tem valorização muito pequena no ano, apenas R$ 8,06%.

É muito preocupante os preços de manga Tommy, que se aproximam dos custos de produção. Os preços estão muito diferentes da média dos últimos anos e do que ocorreu em 2020. Contudo, a expectativa é de melhores preços para as próximas semanas, tanto para Tommy quanto para a Palmer. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 15, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 15 foi R$ 3,00, valor abaixo da média histórica semanal (R$ 3,16) depois de 7 semanas com preços acima da média. Em relação à semana 14 houve uma redução mais forte, de -8,26%. Mesmo assim, no ano, o acumulado é positivo, de 153,52%. A previsão para as próximas quatro semanas é de bons preços, acima de R$2,75. 

No caso da Tommy, o preço médio subiu, para R$ 1,73, mas ainda abaixo da média histórica (R$2,43) para esta semana. No ano, o acumulado ainda é positivo, de 51,99%. Para as próximas quatro semanas o esperado é de preços acima de R$ 2,20.

Por mais que alguns produtores comecem a colher, ainda se tem pouca fruta no Vale do São Francisco e as exportações seguem acima da média e com preços subindo. Desta forma, as expectativas são de preços melhores ao produtor, especialmente para a Tommy. A flexibilização das medidas de isolamento normalizou o mercado. 

Acesse aqui a análise completa.

 

informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 14, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 14 foi R$ 3,27, valor acima da média histórica semanal (R$ 3,09) pela sétima vez no ano. Em relação à semana 13 houve uma redução de -2,10%. No ano, o acumulado é de 164,29%. A previsão para as próximas quatro semanas é de bons preços, acima da média histórica. 

No caso da Tommy, o preço médio caiu novamente, para R$ 1,63, abaixo da média histórica (R$2,29) para esta semana. No ano, o acumulado ainda é positivo, de 48,29%. Para as próximas quatro semanas o esperado é de preços acima de R$ 2,20. 

Por mais que alguns produtores comecem a colher, ainda se tem pouca fruta no Vale do São Francisco e as exportações seguem acima da média. Desta forma, as expectativas eram de preços melhores ao produtor, especialmente para a Tommy. Aparentemente se está com problemas de redução de demanda pela fruta, devido a nova onda da pandemia. Contudo, com a flexibilização das medidas de isolamento, o cenário pode melhorar. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 13, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 13 foi R$ 3,34, valor acima da média histórica semanal (R$ 3,02) pela sexa vez no ano. Em relação à semana 12 houve uma redução de -5,65% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 166,39%. A previsão para as próximas quatro semanas é de bons preços, acima da média histórica. 

No caso da Tommy, o preço médio caiu fortemente para R$ 1,70 na semana 12, abaixo da média histórica (R$2,25) para esta semana. No ano, o acumulado é de 52,41%. Para as próximas quatro semanas o esperado é de preços acima de R$ 2,20. 

Por mais que alguns produtores comecem a colher, ainda se tem pouca fruta no Vale do São Francisco. Desta forma, as expectativas eram de preços acima ou ao redor da média histórica. Aparentemente se está com problemas de escoamento da fruta, em especial da Tommy, devido a nova onda da pandemia. Práticas prejudiciais como a venda de manga verde  também podem ter contribuído para o cenário atual.  

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 12, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 12 foi R$ 3,54, valor acima da média histórica semanal (R$ 2,97) pela quinta vez no ano. Em relação à semana 11 houve uma redução de -7,09% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 172,04%. A previsão para as próximas quatro semanas é de bons preços. 

No caso da Tommy, o preço médio caiu para R$ 3,11 na semana 12, mas superando a média histórica (R$2,42) para esta semana. No ano, o acumulado é de 97,75%. Para as próximas quatro semanas o esperado é de manutenção de bons preços. 

Os preços têm refletido a escassez de frutas. Enquanto não aumentar a oferta de frutas no Vale e nas outras praças produtoras, os preços devem continuar acima da média histórica. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 11, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 11 foi R$ 3,81, valor acima da média histórica semanal (R$ 2,81) pela quarta vez no ano. Em relação à semana 10 houve um crescimento de 14,41% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 179,13%. A previsão é de mais quatro semanas de altas sucessivas de preços. 

No caso da Tommy, o preço médio subiu para R$ 3,60 na semana 11, superando a média histórica (R$2,54) e atingindo o máximo histórico para esta semana. Em relação à semana 10, o preço aumentou 9,09%. No ano, o acumulado é de 111,36%. Para as próximas quatro semanas o esperado é de manutenção de bons preços. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 10, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 10 foi R$ 3,33, valor acima da média histórica semanal (R$ 2,61) pela terceira vez no ano. Em relação à semana 9 houve um forte crescimento de 18,51% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 167,76%. A previsão é de mais quatro semanas de altas sucessivas de preços. 

No caso da Tommy, o preço médio subiu para R$ 3,30 na semana 10, superando a média histórica (R$2,53) e atingindo o máximo histórico para esta semana. Em relação à semana 9, o preço aumentou 12,24%. No ano, o acumulado é de 104,67%. Para as próximas quatro semanas o esperado é uma pequena queda mas ainda mantendo bons preços. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 9, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 9 foi R$ 2,81, valor acima da média histórica semanal (R$ 2,50) pela segunda vez no ano. Em relação à semana 8 houve um pequeno crescimento de 4,07% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 149,26%. A previsão é de mais quatro semanas de altas sucessivas de preços. 

No caso da Tommy, o preço médio subiu para R$ 2,94 na semana 9, superando a média histórica (R$2,39) novamente. Em relação à semana 8, o preço aumentou 8,09%. No ano, o acumulado é de 92,43%. Para as próximas quatro semanas o esperado é a manutenção de bons preços. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 8, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço médio de Palmer na semana 8 foi R$ 2,70, valor acima da média histórica semanal (R$ 2,42) pela primeira vez no ano. Em relação à semana 7 houve um forte crescimento de 36,36% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 145,2%. A previsão é de mais quatro semanas de altas sucessivas de preços. 

No caso da Tommy, o preço médio subiu para R$ 2,72 nesta última semana, superando a média histórica (R$2,40) pela segunda vez no ano. Em relação à semana 7, o preço aumentou 30,77%. No ano, o acumulado é de 84,34%. Para as próximas o esperado é a manutenção de bons preços. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 7, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

O preço de Palmer na semana 7 foi R$ 1,98, (R$1,55) bem próximo da média histórica para esta semana (R$ 2,11). Em relação à semana 6 houve um crescimento de 23,75% no preço de Palmer. No ano, o acumulado é de 108,8%. 

No caso da Tommy, as primeiras 7 semanas do ano foram com preços em torno da média histórica. O preço subiu para R$ 2,08 depois de duas quedas consecutivas e ultrapassou os R$ 2,00. Em relação à semana 6, o preço aumentou 27,61% se aproximando da média histórica para esta semana (R$ 2,18). No ano, o acumulado é de 53,57%. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre o comportamento dos preços de Palmer e Tommy semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 5, são comparados com a média de cada semana dos últimos 9 anos, mínimo para cada semana e máximo. 

Os preços vem se recuperando mas para Palmer ainda estão muito abaixo da média histórica. No caso da Tommy, o cenário é diferente, estão acima da média. Em fevereiro o cenário ainda é mais favorável para a Tommy mas com expectativas sobre como será o final da safra peruana. Se exportarem menos, a maior demanda pela fruta do Brasil deve elevar os preços.

Acesse aqui a análise completa.

 

Exportações 2021

Informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro até abril de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 9 anos, mínimo para cada mês e máximo. 

Em relação aos volumes, em abril ficaram acima da média histórica (9,2 mil toneladas), totalizando 18,3 mil toneladas. Sobre o valor das exportações (US$) em abril novamente o valor está maior do que a média histórica (US$ 10,8 milhões), atingindo os 19,8 milhões de dólares. Contudo, importante lembrar que este valor é uma estimativa, sendo ajustado nos próximos meses. 

Os preços, principalmente para Kent e Palmer, na média estão melhores do que os de 2020, quando foram afetados pela pandemia, mas estão abaixo da média histórica. Problemas com navios no canal de Suez acabaram levando a uma concentração de frutas e afetou quem não conseguiu embarcar. Os grandes volumes enviados acabam fazendo os preços reduzirem, com mais intensidade nos últimos 10 dias de abril. Existe problema de rentabilidade a medida que os custos de exportação foram mais altos do que o preços comercializados, mesmo com o taxa de câmbio atual  favorecendo os exportadores. 

Os africanos estão no mercado com bons volumes de forma que o esperado é que maio seja um mês difícil para as exportações  de manga do Brasil. Além disso, o mercado interno também passa por dificuldades pela queda da renda das familias e, consequentemente, do consumo. 

Acesse aqui a análise completa.

 

informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 9 anos, mínimo para cada mês e máximo. 

Em relação ao valor das exportações (US$), em março novamente o valor está maior do que a média histórica (US$ 11 milhões), atingindo os 11,6 milhões de dólares. Quanto aos volumes, da mesma forma, em março ficou acima da média histórica (9,7 mil toneladas), em cerca de 10,6 mil toneladas. Tanto em janeiro quanto em fevereiro os volumes ficaram cerca de 20% acima da média histórica, mas em março foi 8% acima da média. Nos dois casos, tanto volume quanto valor, as marcas ficam próximas dos respectivos máximos históricos para fevereiro, mas em março, esteve mais próximo da média do que do máximo.

Em relação aos preços, foram abaixo da média para o mês de janeiro e fevereiro, mas melhoraram em março, ficando bem próximo da média histórica. Além disso, o mês de março teve preços melhores do que fevereiro. Finalizada a safra do Peru, com uma redução de cerca de 10% em relação à safra 2019/2020, o mercado agora é dos países africanos e da Costa Rica. Em relação aos volumes dos africanos, ainda persiste a dúvida se a safra será normal ou os volume serão menores. O Brasil tem frutas com mais qualidade neste começo de ano, que foi menos chuvoso no Vale do São Francisco. Com isso, se for confirmada a quebra dos exportadores africanos, os brasileiros tem mais possibilidades de ganhos. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Informações sobre os dados de exportações de manga do Brasil nos meses de janeiro e fevereiro de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 10 anos, mínimo para cada mês e máximo. 

Em relação ao valor das exportações (US$), como pode ser visto na Figura 1, em fevereiro novamente o valor das exportações está maior do que a média histórica (US$ 6,6 milhões), atingindo os 7,7 milhões de dólares. Quanto aos volumes, da mesma forma, em fevereiro ficou acima da média histórica (6,1 mil toneladas), em cerca de 7,7 mil toneladas, já bem próximo da média histórica. Tanto em janeiro quanto em fevereiro os volumes ficaram cerca de 20% acima da média histórica. Nos dois casos, tanto volume quanto valor, as marcas ficam próximas dos respectivos máximos históricos para fevereiro. Sobre os preços, são abaixo da média para o mês de janeiro e fevereiro, mas é importante ressaltar que a taxa de câmbio trabalha de forma a ajudar os exportadores. 

Acesse aqui a análise completa.

 

Dados de exportações de manga do Brasil em 2020. Os valores de volume, receita de exportação e preços de 2020 são comparados com a média dos últimos 8 anos, mínimo e o máximo.

Nunca se exportou tanto quanto em 2020, tanto em volume quanto receita de exportação temos novos recordes históricos, superando 2019. Os preços no mercado externo ficaram pouco abaixo da média, mas o cambio favoreceu os exportadores o ano inteiro.

Acesse aqui a análise completa.