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O Observatório do Mercado de Uva da Embrapa Semiárido tem o objetivo de oferecer subsídios à tomada de decisão estratégica dos produtores da fruta no Vale do São Francisco. Para isso, disponibiliza semanalmente as informações de preços na forma de gráficos, ajudando na compreensão da evolução do comportamento do mercado, com dados que contemplam o período de janeiro de 2017 até o presente.

As bases de dados sobre exportações utilizam informações do ComexStat, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Para cada mês, o volume exportado, receita de exportação e preço por quilo são organizados de forma a se ter dados de mínimo, máximo, média e os valores do ano corrente e do ano anterior. Com todas as informações, gráficos são gerados para estas variáveis.

Também são disponibilizados dados do mercado interno, organizados em diferentes gráficos - um para a variedade Arra-15 e outro para Vitória.  As informações utilizadas são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP). Os dados são deflacionados pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), o mais utilizado para a agropecuária, e assim são gerados os relatórios com o preço mais baixo encontrado, o máximo, a média dos últimos anos, do ano anterior e o preço da semana corrente.

 

Mercado Interno 2021

Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Também mostra informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 46 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 46, foi R$9,57, com máximo de R$11,88 e mínimo de R$7,60. A média este ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$12,08) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 13,36). Em relação a semana 45 houve uma pequena redução, de -1,54%, depois de três aumentos consecutivos. Pela sazonalidade o esperado é os preços melhorarem até a semana 48/49.

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 46 aumentou em relação a semana anterior (7,67%), na média de R$3,65, variando entre R$4,25 e R$3,20. Este valor é menor do que o de 2020 deflacionado (R$6,12) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$6,24). O esperado, pela sazonalidade, é os preços estabilizarem. 

No caso da uva sem semente negra Embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 46 o preço médio foi de R$7,47, variando entre R$8,00 e R$ 6,60. Em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 9,82 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 10,61. Em relação à semana 45, os preços aumentaram (2,61%). O esperado, pela sazonalidade, é que os preços se mantenham nas próximas semanas e melhorem no final de dezembro.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Também mostra informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 45 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 45, foi R$9,72, com máximo de R$11,88 e mínimo de R$7,00. A média este ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$11,74) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 13,21). Desde o início do ano que os preços de uva sem semente branca estão abaixo da média histórica. Em relação a semana 44 houve um novo bom aumento, de 15,58%, o terceiro aumento consecutivo. Este cenário deve se manter até a semana 47/48, pela sazonalidade.

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 45 diminuiu em relação a semana anterior (-8,13%), na média de R$3,39, variando entre R$4,25 e R$3,00. Este valor é menor do que o de 2020 deflacionado (R$6,28) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$6,08). O esperado, pela sazonalidade, é estabilizar o preço. 

No caso da uva sem semente negra Embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 45 o preço médio foi de R$ 7,28, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 9,92 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 10,87. Em relação à semana 44, os preços ficaram estáveis. O esperado é que os preços se mantenham nas próximas semanas, principalmente com o encerramento das exportações.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Também mostra informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 44 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 44, foi R$8,41, com máximo de R$10,63 e mínimo de R$5,60. A média este ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$11,44) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 13,45). Desde o início do ano que os preços de uva sem semente branca estão abaixo da média histórica. Em relação a semana 43 houve um novo bom aumento, de 8,94%. Este cenário deve se manter até a semana 47/48, pela sazonalidade.

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 44 aumentou em relação a semana anterior (12,50%), na média de R$3,69, variando entre R$4,25 e R$3,00. Este valor é menor do que o de 2020 deflacionado (R$6,35) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$6,02). O esperado, pela sazonalidade, é manter a tendência atual. 

No caso da uva sem semente negra Embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 44 o preço médio foi de R$ 7,28, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 9,99 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 10,46. Em relação à semana 43, os preços ficaram estáveis (0,28%). O esperado é que os preços se mantenham nas próximas semanas, principalmente com o encerramento das exportações.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Também mostra informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 43 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 43, foi R$7,72, com máximo de R$9,38 e mínimo de R$6,40. A média este ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$11,43) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 13,58). Desde o início do ano que os preços de uva sem semente branca estão abaixo da média histórica. Em relação a semana 42 houve uma recuperação forte de 16,27%. Este cenário deve se manter até a semana 47/48, pela sazonalidade.

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 43 caiu em relação a semana anterior (-15,25%), na média de R$3,28, variando entre R$3,60 e R$3,00. Este valor é menor do que o de 2020 deflacionado (R$6,35) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$6,05). O esperado, pela sazonalidade, é manter a tendência atual. 

No caso da uva sem semente negra Embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 43 o preço médio foi de R$ 7,26, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 10,16 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 10,60. Em relação à semana 42, os preços ficaram estáveis (0,41%). O esperado é que os preços se mantenham nas próximas semanas, principalmente com o encerramento das exportações.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15, Vitória (apenas a uva) e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 42 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 42, foi R$6,64, com máximo de R$8,00 e mínimo de R$5,60. A média este ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$11,18) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 12,62). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica. Em relação a semana 41 houve uma queda de -6,08%. Este cenário ruim deve se manter até a semana 48, pela sazonalidade.

Para a variedade Vitória, o preço na semana 42 aumentou em relação a semana anterior (1,84%), na média de R$3,87, variando entre R$4,50 até R$3,50. É a terceira semana consecutiva de aumento. Este valor, contudo, é menor do que o preço de 2020 deflacionado (R$6,43) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$6,09). O esperado, pela sazonalidade, é manter a tendência atual. 

No caso da Vitória Embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 42 o preço médio foi de R$ 7,23, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 9,99 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 10,70. Em relação à semana 41, os preços ficaram estáveis (0,56%). O esperado é que os preços ainda possam melhorar nas próximas semanas, principalmente com o aumento das exportações em outubro.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15, Vitória (apenas a uva) e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 41 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 41, foi R$7,07, com máximo de R$7,60 e mínimo de R$6,40. A média este ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$11,54) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 12,50). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica. Em relação a semana 40 houve uma queda de -4,07%, um ano muito complicado em termos de preços ao produtor. 

Para a variedade Vitória, o preço na semana 41 aumentou em relação a semana anterior (7,95%), na média de R$3,80, variando entre R$4,50 até R$3,50. É a segunda semana consecutiva de aumento. Este valor, contudo, é menor do que o preço de 2020 deflacionado (R$5,95) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$5,67). O esperado, pela sazonalidade, é manter o aumento dos preços. 

No caso da Vitória Embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 41 o preço médio foi de R$ 7,19, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 9,87 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 9,69. Em relação à semana 40, os preços tiveram uma queda (-5,89%). O esperado é que os preços ainda possam melhorar nas próximas semanas, principalmente com o aumento das exportações em outubro.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15, Vitória (apenas a uva) e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 40 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 40, foi R$7,37, com máximo de R$8,80 e mínimo de R$6,40. A média este ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$11,90) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 12,50). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica. Em relação a semana 39 houve um aumento de 6,81%, invertendo o movimento de seis quedas consecutivas. 

Para a variedade Vitória, o preço na semana 40 aumentou em relação a semana anterior (1,73%), na média de R$3,52, variando entre R$4,50 até R$3,00. Este valor é menor do que o preço de 2020 deflacionado (R$5,75) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$5,49). O esperado, pela sazonalidade, é manter o aumento dos preços. 

No caso da Vitória Embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 40 o preço médio foi de R$ 7,64, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 9,64 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 9,43. Em relação à semana 39, os preços tiveram um bom aumento (13,19%). O esperado é que os preços ainda possam melhorar nas próximas semanas, principalmente com o aumento das exportações.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15, Vitória (apenas a uva) e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 39 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 39, foi R$6,90, com máximo de R$7,40 e mínimo de R$6,40. A média este ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$11,48) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 12,97). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica. Em relação a semana 38 houve uma nova redução, ainda mais forte, de -11,99%, a sexta queda consecutiva. 

Para a variedade Vitória, o preço na semana 39 caiu em relação a semana anterior (-3,35%), na média de R$3,46, variando entre R$3,60 até R$3,30. Este valor é menor do que o preço de 2020 deflacionado (R$6,52) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$5,74). O esperado pela sazonalidade seria um aumento dos preços. 

No caso da Vitória (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 39 o preço médio foi de R$ 6,75, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 10,08 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 9,81. Em relação à semana 38, os preços tiveram uma redução (-5,73%). Contudo, o esperado é que os preços ainda possam melhorar nas próximas semanas, principalmente com o aumento das exportações.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15, Vitória (apenas a uva) e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 38 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 38, foi R$7,84, com máximo de R$9,75 e mínimo de R$6,00. A média deste ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$11,88) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 13,76). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica. Em relação a semana 37 houve uma nova redução, ainda mais forte, de -9,26%, a quinta queda consecutiva. 

Para a variedade Vitória, o preço na semana 38 caiu em relação a semana anterior (-12,25%), na média de R$3,58, variando entre R$3,80 até R$3,50. Este valor é menor do que o preço de 2020 deflacionado (R$5,99) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$5,75). O esperado pela sazonalidade seria um aumento dos preços. 

No caso da Vitória (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 38 o preço médio foi de R$ 7,16, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 9,95 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 10,13. Em relação à semana 38, os preços tiveram uma recuperação (1,13%). O esperado é que os preços ainda possam subir nas próximas semanas, principalmente devido o aumento das exportações.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15, Vitória (apenas a uva) e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 37 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 37, foi R$8,64, com máximo de R$10,00 e mínimo de R$7,60. A média deste ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$12,05) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 14,36). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica. Em relação a semana 36 houve uma nova redução, mais forte, de -8,38%.  

Para a variedade Vitória, o preço na semana 37 subiu em relação a semana anterior (2%), na média de R$4,08, variando entre R$4,50 até R$3,70. Este valor é menor do que o preço de 2020 deflacionado (R$5,58) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$5,56). O esperado pela sazonalidade continua sendo um aumento dos preços. 

No caso da Vitória (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 37 o preço médio foi de R$ 7,08, enquanto que, em 2020, o preço deflacionado é de R$ 8,84 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 8,86. Em relação à semana 36, os preços tiveram nova queda (-1,12%). Contudo, o esperado é que os preços ainda possam subir nas próximas semanas, principalmente devido o aumento das exportações.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15, Vitória (apenas a uva) e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 36 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 36, foi R$9,43, com máximo de R$10,00 e mínimo de R$8,60. A média deste ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$12,18) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 14,00). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica. Em relação a semana 35 houve uma nova redução, de -0,11%.  

Para a variedade Vitória, o preço caiu forte na semana (-8,68%), na média de R$4,00, variando entre R$4,50 até R$3,50. Este valor é menor do que o preço de 2020 deflacionado (R$4,93) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$5,20). O esperado pela sazonalidade era aumento dos preços mas os feriados da semana e uma possível greve de caminhoneiros dificultou o fechamento de negócios. 

No caso da Vitória (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 36 o preço médio foi de R$ 7,16, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 8,41 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 9,25. Em relação à semana 35, os preços tiveram nova queda (-0,28%). Contudo, o esperado é que os preços tenham viés de alta nas próximas semanas, principalmente devido o aumento das exportações.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15, Vitória (apenas a uva) e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 35 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 35, foi R$9,44, com máximo de R$10,00 e mínimo de R$8,80. A média deste ano é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$12,97) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 14,42). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 26 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Na semana 34 houve uma nova redução, de -2,58%.  

Para a variedade Vitória, o preço subiu pela quinta semana consecutiva (+0,46%), na média de R$4,38, variando entre R$5,00 até R$3,90. Este valor é menor do que o preço de 2020 deflacionado (R$4,69) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$5,12). Com base no histórico de sazonalidade, os preços devem manter este viés de alta nas próximas semanas, se aproximando da média histórica e melhorando a rentabilidade do produtor. 

No caso da Vitória (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 35 o preço médio foi de R$ 7,18, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 7,77 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 8,93. Em relação à semana 34, os preços tiveram nova queda (-3,49%). Contudo, o esperado é que os preços tenham viés de alta nas próximas semanas, principalmente devido o crescimento das exportações.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15, Vitória (apenas a uva) e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 34 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 34, foi R$9,69. Este valor é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$12,81) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 14,64). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 25 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Depois de três semanas seguidas de recuperação de preços na semana 33 houve uma redução, de -3,58%. 

Para a variedade Vitória, o preço subiu pela quarta semana consecutiva (+4,56%), na média de R$4,36, variando entre R$4,00 até R$4,50. Este valor é maior do que o preço de 2020 deflacionado (R$4,20) mais ainda menor do que a média deflacionada da semana (R$5,09). Com base no histórico de sazonalidade, os preços devem manter este viés de alta nas próximas semanas, se aproximando da média histórica e melhorando a rentabilidade do produtor. 

No caso da Vitória (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 34 o preço médio foi de R$ 7,44, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 7,70 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 9,45. Em relação à semana 33, os preços tiveram pequena queda (-0,40%). Com isto, os preços voltaram a ficar menores do que os de 2020. Contudo, o esperado é que os preços mantenham o viés de alta nas próximas semanas, com o aumento das temperaturas nas maiores regiões consumidoras e o crescimento das exportações.

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15, Vitória (apenas a uva) e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 33 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 33, foi R$10,05. Este valor é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$12,99) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 14,40). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 24 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Contudo, em relação à semana 32 houve um aumento, de 0,60%. É a terceira semana seguida de recuperação de preços.

Para a variedade Vitória o preço subiu pela terceira semana consecutiva (+2,21%) na média de R$4,17, variando entre R$4,00 até R$4,50. Este valor é menor do que o preço de 2020 deflacionado (R$4,71) e do que a média deflacionada da semana (R$5,60). Com base no histórico de sazonalidade os preços devem manter este viés de alta nas próximas semanas, se aproximando da média histórica e melhorando a rentabilidade do produtor. 

No caso da Vitória (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 33 o preço médio foi de R$ 7,47, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 7,28 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 9,24. Em relação à semana 32, os preços voltaram a aumentar (+1,08%). Pela segunda vez no ano o preço supera o valor da mesma semana de 2020. 

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 32 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 32, foi R$9,99. Este valor é abaixo da média histórica semanal deflacionada (R$13,51) e abaixo do valor deflacionado de 2020 (R$ 13,81). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 23 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 31 houve um aumento, de 4,06%. É a segunda semana seguida de recuperação de preços.

No caso da Vitória embalada, na semana 32 o preço médio foi de R$ 7,39, enquanto que, em 2020,  o preço deflacionado é de R$ 7,38 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 9,73. Em relação à semana 31, os preços voltaram a aumentar com força (11,46%). Pela primeira vez no ano o preço supera o valor da mesma semana de 2020. Com base no histórico de sazonalidade os preços devem manter este viés de alta nas próximas semanas, melhorando a rentabilidade do produtor. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 31 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 31, foi R$9,60. Este valor é abaixo da média histórica semanal (R$13,23) e abaixo do valor de 2020 (R$ 13,84). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 22 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 30 houve um aumento, de 1,59%. Mesmo com estes preços menores, ainda cobrem os custos de produção.

No caso da Vitória embalada, a situação continua muito mais difícil. Na semana 31 o preço médio foi de R$ 6,63, enquanto em 2020 foi de R$ 8,65 e a média histórica para esta semana é de R$ 10,05. Em relação à semana 30, os preços aumentaram  com mais força (9,41%). No ano, contudo, o acumulado ainda é negativo, de -6,87%. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 30 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 30, foi R$9,45. Este valor é abaixo da média histórica semanal (R$13,54) e abaixo do valor de 2020 (R$ 13,95). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 21 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 29 houve uma queda mais expressiva de -5,31%. 

No caso da Vitória embalada, a situação continua muito mais difícil. Na semana 30 o preço médio foi de R$ 6,06, enquanto em 2020 foi de R$ 9,68 e a média histórica para esta semana é de R$ 10,28. Em relação à semana 29, os preços ficaram estáveis (0,17%). No ano o acumulado é negativo, de -16,28%. Pelo histórico de sazonalidade os preços devem continuar baixos até a semana 32, aproximadamente, e depois começam a reagir. Contudo, os valores atuais sequer cobrem os custos de produção, afetam fortemente a rentabilidade dos produtores. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 29 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 29, foi R$9,98. Este valor é abaixo da média histórica semanal (R$13,33) e abaixo do valor de 2020 (R$ 13,95). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 20 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 28 houve uma pequena queda de -0,50% e se tem cerca de 5 semanas com tendência de estabilidade de preços com viés de baixa.

No caso da Vitória embalada, a situação continua muito mais difícil. Na semana 29 o preço médio foi de R$ 6,05, enquanto em 2020 foi de R$ 9,86 e a média histórica para esta semana é de R$ 10,42. Em relação à semana 28, os preços caíram com mais força, -3,66%. No ano o acumulado é negativo, de -16,44%. Pelo histórico de sazonalidade os preços devem continuar baixos até a semana 32, aproximadamente, e depois começam a reagir.

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Informações sobre o comportamento os preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 28 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Neste boletim também são informados os volumes comercializados de uva Vitória, Crimson e Thompson nos CEASAS, disponibilizado pelo Prohort/Conab.

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 28, foi R$ 10,03. Este valor é abaixo da média histórica semanal (R$12,91) e abaixo do valor de 2020 (R$ 13,95). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 19 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 27 houve uma queda de -0,59%, a segunda semana consecutiva de queda de preços.
 
No caso da Vitória embalada, a situação continua muito mais difícil. Na semana 28 o preço médio foi de R$ 6,28, enquanto em 2020 foi de R$ 10,73 e a média histórica para esta semana é de R$ 10,38. Em relação à semana 27, os preços voltaram a cair, -0,63%. No ano o acumulado é negativo, de -12,78%.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 27 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Neste boletim também são informados os volumes comercializados de uva Vitória, Crimson e Thompson nos CEASAS, disponibilizado pelo Prohort/Conab.

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 27, foi R$ 10,09. Este valor é abaixo da média histórica semanal (R$12,43) e abaixo do valor de 2020 (R$ 13,83). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 18 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 26 houve uma queda de -1,66%, depois de 7 semanas consecutivas de altas. 

No caso da Vitória embalada, a situação continua muito mais difícil. Na semana 27 o preço médio foi de R$ 6,32, enquanto em 2020 foi de R$ 10,57 e a média histórica para esta semana é de R$ 10,53. Em relação à semana 26, os preços voltaram a cair um pouco, -0,47%. No ano o acumulado é negativo, de -12,15%. 

Em relação à comercialização no mercado interno, a Vitória teve um volume 207% maior, a Crimson 267% e a Thompson 97% em junho de 2021 na comparação com 2020 nos CEASAS. Os volumes estão muito altos neste ano de 2021 e impactam os preços.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 26 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Neste boletim também são informados os volumes comercializados de uva Vitória, Crimson e Thompson nos CEASAS, disponibilizado pelo Prohort/Conab.

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 26, foi R$ 10,26. Este valor ainda é abaixo da média histórica semanal (R$12,14) e abaixo do valor de 2020 (R$ 14,10), mas os preços continuam reagindo. Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 17 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 25 houve um novo aumento, de 0,98%. Pelo histórico de sazonalidade os preços devem continuar crescendo até a semana 30, aproximadamente.

No caso da Vitória embalada, a situação continua muito mais difícil. Na semana 26 o preço médio foi de R$ 6,35, enquanto em 2020 foi de R$ 11,29 e a média histórica para esta semana é de R$ 11,09. Em relação à semana 25, os preços voltaram a cair um pouco, -5,52%. No ano o acumulado é negativo, de -11,57%. Pelo histórico de sazonalidade os preços devem continuar caindo até a semana 32, aproximadamente, e depois começam a reagir.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 25 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Neste boletim também são informados os volumes comercializados de uva Vitória, Crimson e Thompson nos CEASAS, disponibilizado pelo Prohort/Conab.

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 25, foi R$ 10,16. Este valor ainda é abaixo da média histórica semanal (R$11,45) e abaixo do valor de 2020 (R$ 13,55), mas os preços continuam reagindo. Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 16 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 24 houve um novo aumento, de 5,83%. 

No caso da Vitória embalada, a situação continua muito mais difícil. Na semana 25 o preço médio foi de R$ 6,70, enquanto em 2020 foi de R$ 10,28 e a média histórica para esta semana é de R$ 10,22. Em relação à semana 24, os preços voltaram a cair um pouco, -3,32%. No ano o acumulado ainda é negativo, de -6,35%. 

Pelo histórico de sazonalidade os preços devem continuar crescendo até a semana 30, aproximadamente.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 24 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Neste boletim também são informados os volumes comercializados de uva Vitória, Crimson e Thompson nos CEASAS, disponibilizado pelo Prohort/Conab.

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 24, foi R$ 9,60, continua reagindo. Em relação à semana 23 houve um forte aumento, de 15,52%. Pelo histórico de sazonalidade os preços devem continuar crescendo até a semana 30. No caso da Vitória embalada na semana 24 o preço médio foi de R$ 6,93, aumento de 19,28% em relação à semana anterior.

Os volumes em 2021 estão muito maiores do que em 2020. Considerando o volume da variedade Vitória, de janeiro a maio o volume é 111% maior em 2021 na comparação com 2020. Apenas no mês de maio, o valor é de 216% mais elevado. Para a Crimson, o volume é 132% maior nos cinco primeiros meses 2021 em relação a 2020 e 258% mais alto considerando apenas o mês de maio. Na Thompson, o volume é 40% em 2021 mas apenas para maio, foi 101% maior do que em 2020. 

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 23 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. Neste boletim também são informados os volumes comercializados de uva (menos Niágara) nos CEASAS disponibilizado pelo Prohort/Conab.

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 23, foi R$ 8,31. Este valor ainda é abaixo da média histórica semanal (R$10,98) e abaixo do valor de 2020 (R$ 12,05), mas os preços começam a reagir. Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 13 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 22 houve um forte aumento, de 2,09%. Mesmo assim, no ano o acumulado é negativo (-18,09%). Pelo histórico de sazonalidade os preços devem continuar crescendo até a semana 30.

No caso da Vitória embalada, a situação continua mais difícil. Na semana 23 o preço médio foi de R$ 5,81, enquanto em 2020 foi de R$ 9,70 e a média histórica para esta semana é de R$ 10,67. Em relação à semana 22, contudo, houve uma queda de -5,83%. No ano o acumulado ainda é negativo, de -22,31%. 

Os volumes em 2021 estão muito maiores do que em 2020. Considerando o volume total (menos de Niagara), o volume nos primeiros 5 meses do ano é 32% maior em 2021. Apenas no mês de maio, o volume total é 73%  do que no ano passado. Especificamente em relação à variedade Vitória, de janeiro a maio o volume é 111% maior em 2021 na comparação com 2020. Apenas no mês de maio, o valor é de 216% mais elevado. 

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 22 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior.

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 22, foi R$ 8,14. Este valor ainda é abaixo da média histórica semanal (R$10,94) e abaixo do valor de 2020 (R$ 12,62), mas os preços começam a reagir. Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 12 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 20 houve um forte aumento, de 14,01%. Mesmo assim, no ano o acumulado é negativo (-16,64%). Pelo histórico de sazonalidade os preços devem continuar crescendo até a semana 30.

No caso da Vitória embalada, a situação continua mais difícil. Na semana 22 o preço médio foi de R$ 6,17, enquanto em 2020 foi de R$ 9,97 e a média histórica para esta semana é de R$ 10,55. Em relação à semana 21, contudo, houve um aumento de 10,18%. No ano o acumulado ainda é negativo, de -13,44%. Mesmo esboçando reação ou reversão da tendência de queda, o movimento é menor do que o que acontece com a Arra-15.

No geral, o ano de 2021 está ruim em termos de preços ao produtor, principalmente para a variedade Vitória. Uma combinação de maior oferta e menor demanda faz com que os preços caiam em 2021 e impactem fortemente na rentabilidade da cultura. As expectativas, por outro lado, para as próximas semanas é que os preços ao produtor continuem aumentando e que isto ocorre de forma um pouco mais forte.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 21 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 21, foi R$ 7,14. Este valor é abaixo da média histórica semanal (R$10,57) e abaixo do valor de 2020 (R$ 12,13). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 11 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 20 houve um aumento de 4,39%. No ano o acumulado é negativo (-31,38%). Pelo histórico de sazonalidade os preços deveriam estar bem mais elevados.

No caso da Vitória embalada, a situação é mais complexa. Os preços de 2021 estão muito menores do que os de 2020, muito abaixo da média histórica dos últimos 4 anos e, inclusive, são os menores encontrados. Na semana 21 o preço médio foi de R$ 5,60, enquanto em 2020 foi de R$ 10,43. A média histórica para esta semana é de R$ 10,82. Em relação à semana 20, houve uma redução de -5,72%. No ano o acumulado é negativo, de -23,39%. 

No geral, ano de 2021 está ruim em termos de preços ao produtor, principalmente para a variedade Vitória, que não tem controle de área e a oferta cresce a cada safra. O ano de 2021 está muito diferente dos anos anteriores e deve entrar para a história como um dos mais desafiadores para o setor.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços até a semana 20 de 2021 foram deflacionados e são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada, na semana 20, foi R$ 6,63. Este valor é abaixo da média histórica semanal (R$10,47) e abaixo do valor de 2020 (R$ 12,19). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 10 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Em relação à semana 19 houve uma queda de -1,92%. No ano o acumulado é negativo (-40,49%). Pelo histórico de sazonalidade o esperado é que os estivessem aumentando. Contudo, 2021 é um ano de grande desafios para o setor até o momento.  

No caso da Vitória embalada, a situação é ainda mais complicada. Os preços de 2021 estão muito menores do que os de 2020, muito abaixo da média histórica dos últimos 4 anos e, inclusive, são os menores encontrados. Na semana 20 o preço médio foi de R$ 5,60, enquanto em 2020 foi de R$ 9,94. A média histórica para esta semana é de R$ 11,08. Em relação à semana 19, houve uma redução de -8,84%. No ano o acumulado é negativo, de -34,78%. 

No geral, ano de 2021 está ruim em termos de preços ao produtor. A expectativa é que podem melhorar nas próximas semanas, pelo histórico da sazonalidade. Contudo, o ano de 2021 está muito diferente dos anos anteriores devido o forte desequilíbrio entre a oferta e a demanda. A oferta crescente de Vitória, principalmente, o aumento do desemprego e a queda do poder aquisitivo das famílias faz com que o setor enfrente uma forte crise em 2021.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 19, são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada na semana 19 foi R$ 6,76. Este valor abaixo é da média histórica semanal (R$9,30) e abaixo do valor de 2020 (R$10,91). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 9 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Na comparação com a semana 18 houve uma estabilidade (+0,45%). No ano o acumulado ainda é negativo, de -38,57%. O comportamento do preços tem seguido a sazonalidade e, pelo histórico, o que se espera é que os preços invertam esta tendência de queda e voltem a crescer, paulatinamente, até atingir um pico na semana 30, aproximadamente.

No caso da Vitória embalada os preços seguem o mesmo comportamento da Arra-15. NOs preços de 2021 estão menores do que os de 2020, são abaixo da média histórica dos últimos 4 anos e, inclusive, são os mínimos históricos. Na semana 19 o preço médio foi de R$ 6,11, enquanto em 2020 era de R$ 9,24. A média histórica para esta semana é de R$ 9,69. Em relação à semana 18, houve uma redução de -1,13%. No ano o acumulado é negativo, de -25,94%. 

No geral, ano de 2021 está ruim em termos de preços ao produtor. A expectativa é que podem melhorar nas próximas semanas, pelo histórico da sazonalidade. A principal preocupação é a força com que o aumento do desemprego e a diminuição da renda do brasileiro estão afetando o deslocamento (para baixo) da curva de demanda de uva no mercado interno. Menos demanda e mais oferta levam ao problema atual no setor.

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Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 18, são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação de 2021 com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada na semana 18 foi R$ 6,73, valor abaixo da média histórica semanal (R$9,12) e abaixo do valor de 2020 (R$9,58). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e, pela 8 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020. Na comparação com a semana 17 houve uma queda forte de -10,03%. No ano o acumulado ainda é negativo, de -36,73%. O comportamento do preços tem seguido a sazonalidade até a semana 17. Pelo histórico de sazonalidade o que se espera é que os preços invertam esta tendência de queda e voltem a crescer até a semana 30, aproximadamente.

No caso da Vitória embalada os preços seguem o mesmo comportamento da Arra-15. No geral, os preços de 2021 estão menores do que os de 2020, são abaixo da média histórica dos últimos 4 anos e, inclusive, são os mínimos históricos. Na semana 18 o preço médio foi de R$6,18, enquanto em 2020 era de R$8,86 e, na média histórica para esta semana, é R$9,68. Em relação à semana 17, houve uma redução de -6,79%. No ano o acumulado é negativo, de -22,66%. 

No geral este primeiro quadrimestre do ano está ruim em termos de preços. A expectativa é que podem melhorar nas próximas semanas, pelo histórico da sazonalidade. A principal preocupação é a força com que o aumento do desemprego e a diminuição da renda do brasileiro estão afetando o deslocamento (para baixo) da curva de demanda de uva no mercado interno. 

Acesse aqui a análise completa.

Informações sobre o comportamento dos preços de Arra-15 e Vitória (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina) semanal, para os produtores do Vale do São Francisco, obtidos via CEPEA. Os preços de 2021, deflacionados, até a semana 17, são comparados com a média de cada semana dos últimos 4 anos, mínimo para cada semana e máximo. Os preços de 2020 também são apresentados para comparação com o ano anterior. 

O preço médio de Arra-15 embalada na semana 17 foi R$ 7,48, valor abaixo da média histórica semanal (R$9,16) e abaixo do valor de 2020 (R$9,58). Desde o início do ano que os preços de Arra-15 estão abaixo da média histórica e pela 7 semana consecutiva, mais baixos do que em 2020 (R$9,19). Na comparação com a semana 16 houve um aumento de 4,32%. No ano, contudo, o acumulado ainda é negativo, de -26,71%. O comportamento do preços tem seguido a sazonalidade até a semana 17. O que se espera agora é que os preços continuem crescendo até a semana 30, aproximadamente.

No caso da Vitória embalada, os preços seguem o mesmo comportamento da Arra-15. No geral, os preços de 2021 estão menores do que os de 2020, são abaixo da média histórica dos últimos 4 anos e, inclusive, são os mínimos históricos. Na semana 17 o preço foi de R$6,63, enquanto em 2020 era de R$8,98 e, na média histórica para esta semana, é R$10,20. Em relação à semana 16, houve um leve aumento, de 0,76%. No ano o acumulado é negativo, de -15,87%. 

No geral este início de ano não está bom em termos de preços. Contudo, a expectativa é que deve melhorar nas próximas semanas. Se os preços da Vitória seguirem os mínimos históricos, já será um avanço. O problema é que os preços de 2021 tem reduzido os mínimos históricos. Outra preocupação deve ser com a diminuição da renda do brasileiro e como isto pode afetar o consumo de frutas em 2021.

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Exportações 2021

Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil nos meses de janeiro até outubro de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 5 anos, mínimo para cada mês e máximo. Seguem também as informações de importações de uvas pelo Brasil com origem no Chile, Peru e Argentina, além evolução das expectativas do mercado para a taxa de câmbio no final do ano;

Em relação aos embarques em outubro, estes ficaram acima da média histórica (15.392 toneladas), um total de 19.850 toneladas. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, é um aumento de 40%. Até o momento, as exportações de uva estão 57% maiores do que no mesmo período de 2020. 

O comportamento é esperado pois o mês de outubro é a janela de exportações do Brasil. Depois de um mês de setembro com dificuldades nas exportações, devido as variedades tardias plantadas pelos concorrentes europeus, no mês de outubro os embarques brasileiros retomaram com mais força, inclusive devido ao aumento da demanda internacional pela BRS Vitória e de uvas brancas.

Se tem registro de importação de uva no mês de outubro, ainda que em pequena quantidade (cerca de 18 toneladas), vinda do Peru. Em relação às expectativas do câmbio, o esperado no momento é que o dólar feche o ano em R$ 5,52, ou seja, altamente favorável para os exportadores brasileiros.  

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Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil nos meses de janeiro até setembro de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 5 anos, mínimo para cada mês e máximo. Seguem também as informações de importações de uvas pelo Brasil com origem no Chile, Peru e Argentina, além evolução das expectativas do mercado para a taxa de câmbio no final do ano;

Em relação aos embarques em setembro, estes ficaram abaixo da média histórica (3.787 toneladas), um total de 1.993 toneladas. Em relação ao mesmo mês do ano passado, é uma queda de 41%. Contudo, até o momento, as exportações de uva estão 74% maiores do que no mesmo período de 2020. 

O comportamento é esperado pois sem a preocupação de faltar uva no mercado, no período que era exclusivo do Brasil, devido a uva tardia da Espanha, com colheita até outubro, Grécia com novas variedades, maior volume da Itália e do Peru, nosso principal concorrente, os importadores mudaram a sua estratégia e agora passam a trabalhar com uvas frescas, sem mais o armazenamento da uva brasileira por 30 a 40 dias.

Não se tem registro de importação de uva no mês de setembro, o mercado interno está com bastante volume de uva branca que não foi exportada. Em relação às expectativas do câmbio, o esperado no momento é que o dólar feche o ano em R$ 5,20.  

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Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil nos meses de janeiro até agosto de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 5 anos, mínimo para cada mês e máximo. Seguem também as informações de importações de uvas pelo Brasil com origem no Chile, Peru e Argentina, além evolução das expectativas do mercado para a taxa de câmbio no final do ano;

Em relação aos volumes enviados de uva pelo Brasil, julho é normalmente um mês com pouca exportação, pela sazonalidade. Mesmo assim, os embarques em 2021 ficaram acima da média histórica (249 toneladas), um total de 804 toneladas. Este valor é 94% maior do que o montante enviado no mês de julho do ano passado (415 toneladas), se tornando, inclusive, o novo máximo histórico. 

Em relação aos volumes enviados de uva pelo Brasil, agosto é normalmente um mês com pouca exportação, pela sazonalidade. Mesmo assim, os embarques em 2021 ficaram acima da média histórica (391 toneladas), um total de 879 toneladas. Este valor é 74% maior do que o montante enviado no mês de agosto do ano passado (505 toneladas), se tornando, inclusive, o novo máximo histórico. Até o momento, as exportações de uva estão 108% maiores do que no mesmo período de 2020. 

Em relação as importações de uva, até o momento o Brasil importou 5,2 mil toneladas, sendo 74% do Chile e 26% da Argentina, sem entrada de uvas do Peru. Nos 8 primeiros meses de 2016 o Brasil tinha importado 23,1 mil toneladas; depois 21,8 mil toneladas em 2017; 18,3 mil toneladas em 2018; 13,1 mil em 2019. Isto significa que a cada ano o Brasil tem importado cada vez menos uvas de outros países. Em relação às expectativas do câmbio, o esperado no momento é que o dólar feche o ano em R$ 5,17. 

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Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil nos meses de janeiro até julho de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 5 anos, mínimo para cada mês e máximo. 

Em relação aos volumes enviados de uva pelo Brasil, julho é normalmente um mês com pouca exportação, pela sazonalidade. Mesmo assim, os embarques em 2021 ficaram acima da média histórica (249 toneladas), um total de 804 toneladas. Este valor é 94% maior do que o montante enviado no mês de julho do ano passado (415 toneladas), se tornando, inclusive, o novo máximo histórico. 

Em comparação com o mês de junho, contudo, as exportações caíram 79%. No ano, por outro lado, as exportações de uva estão 110% maiores do que no ano de 2020. Apenas em setembro as exportações de uva devem retornar com maior força, seguindo assim até o mês de novembro, quando atingem o ponto máximo do ano. 

Os preços baixos no mercado interno e o câmbio ainda bastante favorável, estimularam os exportadores a enviarem maiores volumes. 

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Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil nos meses de janeiro até junho de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 5 anos, mínimo para cada mês e máximo. 

Em relação aos volumes enviados de uva pelo Brasil, em junho ficaram acima da média histórica (814 toneladas), um total de 3.915 toneladas. Este valor é 187% maior do que o montante enviado no mês de junho do ano passado (1.366 toneladas). Nunca se enviou tanta uva para o exterior  em um mês de junho como em 2021. 

Os principais destinaram, aproximadamente, foram 87% para a Europa, 11% para a América do Sul e 2% para a América do Norte. 

Os preços baixos no mercado interno e o câmbio ainda bastante favorável, estimularam os exportadores a enviarem maiores volumes no mês de junho. 

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Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil nos meses de janeiro até maio de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 5 anos, mínimo para cada mês e máximo. 

Em relação aos volumes enviados de uva pelo Brasil, em maio ficaram acima da média histórica (1.988 toneladas), um total de 7.098 toneladas. Este valor é 108% maior do que o montante enviado no mês de maio do ano passado (3.410 toneladas), se tornando o novo máximo histórico. Nunca se enviou tanta uva para o exterior  em um mês de maio como em 2021. 

O Brasil ainda aproveitou a janela gerada pelos problemas que ocorreram com os produtores chilenos e, dado que as condições climáticas favoreceram, quem apostou em ter uva neste período conseguiu ter bons resultados das exportações. Estados Unidos, Inglaterra e Europa Continental demandaram uvas brasileiras, tanto as brancas quanto a Vitória;

Além disso, dados os preços ruins no mercado interno, os produtores aproveitaram para tentar melhores resultados com as exportações. 

Pela sazonalidade histórica, o esperado é ter menores volumes exportados até agosto e retomar as exportações com mais força a partir de setembro. 

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Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil nos meses de janeiro até abril de 2021, comparados com a média de cada mês dos últimos 5 anos, mínimo para cada mês e máximo. 

Em relação ao valor das exportações (US$), como pode ser visto na Figura 1, em abril novamente o valor está maior do que a média histórica (US$ 4,7 milhões), atingindo os 9,9 milhões de dólares e mais alto do que em 2020. É o terceiro mês em que os valores das exportações de 2021 são os máximos históricos. Contudo, importante lembrar que este valor é uma estimativa, sendo ajustado nos próximos meses.  

Em relação aos volumes, da mesma forma, em abril ficaram acima da média histórica (2.101 toneladas), um total de 4.801 toneladas. Em janeiro os volumes foram menores do que a média histórica, mas em fevereiro foram 183% mais altos, em março foram 216% e, em abril, 129% maiores do que a média. Assim, nos dois casos, tanto volume quanto valor, o ano de 2021 está sendo melhor do que os últimos anos;

Os preços em dólar, contudo, foram abaixo da média em todo o primeiro quadrimestre de 2021. Por outro lado a taxa de câmbio continua sendo importante para tornar o Brasil competitivo e as exportações viáveis, mesmo aumentando os custos de produção e reduzindo a rentabilidade. As chuvas não prejudicaram a safra como em anos anteriores, existia demanda da Europa, principalmente a Inglaterra dado que a India antecipou o final dos embarques e o Egito atrasou o início.  As chuvas no Chile ajudaram as exportações para os Estados Unidos, que cresceram no período. Para o mês de maio, as exportações para os Estados Unidos devem finalizar neste primeiro semestre, mas ainda ser favorável para a Europa. O que preocupa é o comportamento do mercado doméstico.

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