O Observatório do Mercado de Uva da Embrapa Semiárido tem o objetivo de oferecer subsídios à tomada de decisão estratégica dos produtores da fruta no Vale do São Francisco. Para isso, disponibiliza semanalmente as informações de preços na forma de gráficos, ajudando na compreensão da evolução do comportamento do mercado, com dados que contemplam o período de janeiro de 2017 até o presente.

As bases de dados sobre exportações utilizam informações do ComexStat, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Para cada mês, o volume exportado, receita de exportação e preço por quilo são organizados de forma a se ter dados de mínimo, máximo, média e os valores do ano corrente e do ano anterior. Com todas as informações, gráficos são gerados para estas variáveis.

Também são disponibilizados dados do mercado interno, organizados em diferentes gráficos - um para a variedade Arra-15 e outro para Vitória.  As informações utilizadas são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP). Os dados são deflacionados pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), o mais utilizado para a agropecuária, e assim são gerados os relatórios com o preço mais baixo encontrado, o máximo, a média dos últimos anos, do ano anterior e o preço da semana corrente.

 

Mercado Interno 2022

Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 26 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 26, foi R$ 11,48, variando entre R$12,60 e R$ 10,40. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 12,70), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 15,58), e maior do que o valor de 2021 (R$ 11,17). Em relação a semana 25 houve um aumento de 4,84%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 26 o preço médio foi de R $7,76 variando entre R$ 9,00 e R$ 6,80. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 12,48. Em 2021 o preço é de R$ 6,91 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 12,19. Em relação à semana 25, os preços aumentaram fortemente (18,29%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 26 aumentou em relação a semana anterior (16,58%), na média de R$ 4,57, variando entre R$ 5,00 e R$ 4,00. Este valor é maior do que o de 2021 deflacionado (R$ 3,04), mas menor do que o valor de 2020 (R$ 7,43) e abaixo da média histórica deflacionada da semana (R$ 7,80).

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 25 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 25, foi R$ 10,95, variando entre R$12,00 e R$ 9,60. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,88), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 14,98), e menor do que o valor de 2021 (R$ 11,22). Em relação a semana 24 houve um aumento de 12,89%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 25 o preço médio foi de R $6,56 variando entre R$ 7,60 e R$ 6,00. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 11,37. Em 2021 o preço é de R$ 7,40 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 11,27. Em relação à semana 24, os preços aumentaram (1,08%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 25 aumentou em relação a semana anterior (22,12%), na média de R$ 3,92, variando entre R$ 4,50 e R$ 3,50. Este valor é menor do que o de 2021 deflacionado (R$ 3,19), menor do que o valor de 2020 (R$ 7,43) e abaixo da média histórica deflacionada da semana (R$ 7,48).

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 24 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 24, foi R$ 9,70, variando entre R$11,00 e R$ 7,40. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,90), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 14,98), e menor do que o valor de 2021 (R$ 10,60). Em relação a semana 23 houve uma queda de -4,24%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 24 o preço médio foi de R $6,49, variando entre R$ 8,00 e R$ 5,60. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 10,77. Em 2021 o preço é de R$ 7,65 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 12,02. Em relação à semana 23, os preços aumentaram (17,79%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 24 aumentou em relação a semana anterior (13,03%), na média de R$ 3,21, variando entre R$ 3,50 e R$ 2,70. Este valor é menor do que o de 2021 deflacionado (R$ 2,90), menor do que o valor de 2020 (R$ 7,43) e abaixo da média histórica deflacionada da semana (R$ 7,22).

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 23 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 23, foi R$ 10,13, variando entre R$12,00 e R$ 7,40. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,75), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 13,33), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 9,18). Em relação a semana 22 houve uma queda de -5,59%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 23 o preço médio foi de R $5,51, variando entre R$ 6,80 e R$ 4,00. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 10,73. Em 2021 o preço é de R$ 6,42 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 12,15. Em relação à semana 22, os preços reduziram (-10,55%). Depois de noves semanas seguidas de queda de preços de vitória embalada, houve uma alta e novamente os preços voltam a cair.

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 23 aumentou em relação a semana anterior (26,22%), na média de R$ 2,84, variando entre R$ 3,50 e R$ 2,20. Este valor é menor do que o de 2021 deflacionado (R$ 3,26), menor do que o valor de 2020 (R$ 7,43) e abaixo da média histórica deflacionada da semana (R$ 7,22).

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O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 22, foi R$ 10,73, variando entre R$12,00 e R$ 9,00. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,78), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 14,33), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 8,93). Em relação a semana 21 houve um aumento de de 11,65%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 22 o preço médio foi de R $6,16, variando entre R$ 7,60 e R$ 5,20. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 11,32. Em 2021 o preço é de R$ 6,77 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 12,20. Em relação à semana 21, os preços aumentaram (4,41%). É a primeira semana com alta, depois de noves semanas seguidas de queda de preços de vitória embalada.

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 22 diminuiu muito em relação a semana anterior (-19,06%), na média de R$ 2,25, variando entre R$ 3,00 e R$ 2,00. Este valor é menor do que o de 2021 deflacionado (R$ 2,96), menor do que o valor de 2020 (R$ 7,50) e abaixo da média histórica deflacionada da semana (R$ 6,83).

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O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 21, foi R$ 9,61, variando entre R$11,25 e R$ 8,00. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,92), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 13,78), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 7,84). Em relação a semana 20 houve uma diminuição de de -3,32%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 21 o preço médio foi de R $5,90, variando entre R$ 7,20 e R$ 5,20. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 11,84. Em 2021 o preço é de R$ 6,15 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 12,43. Em relação à semana 20, os preços diminuíram (-4,68%). É a nona semana seguida de queda de preços de vitória embalada.

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 21 aumentou em relação a semana anterior (8,17%), na média de R$ 2,78, variando entre R$ 3,50 e R$ 2,50. Este valor é maior do que o de 2021 deflacionado (R$ 2,42), menor do que o valor de 2020 (R$ 7,12) e abaixo da média histórica deflacionada da semana (R$ 6,16).

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O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 20, foi R$ 9,94, variando entre R$11,88 e R$ 8,00. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,22), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 13,84), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 7,51). Em relação a semana 19 houve aumento de 1,12%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 20 o preço médio foi de R $6,19, variando entre R$ 7,50 e R$ 4,80. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 11,29. Em 2021 o preço é de R$ 6,52 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 13,00. Em relação à semana 19, os preços diminuíram (-0,32%). É a oitava semana seguida de queda de preços de vitória embalada.

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 20 reduziu novamente em relação a semana anterior (-8,21%), na média de R$ 2,57, variando entre R$ 3,50 e R$ 2,00. Este valor é menor do que o de 2021 deflacionado (R$ 3,29), menor do que o valor de 2020 (R$ 7,50) e abaixo da média histórica deflacionada da semana (R$ 6,15).

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 19 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 19, foi R$ 9,83, variando entre R$12,50 e R$ 7,60. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 10,90), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 12,38), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 7,28). Em relação a semana 18 houve aumento de 1,44%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 19 o preço médio foi de R $6,21, variando entre R$ 7,50 e R$ 4,40. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 10,49. Em 2021 o preço é de R$ 6,12 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 12,52. Em relação à semana 18, os preços diminuíram fortemente (-8,27%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 19 reduziu novamente em relação a semana anterior (-13,31%), na média de R$ 2,80, variando entre R$ 3,00 e R$ 2,50. Este valor é menor do que o de 2021 deflacionado (R$ 4,56), menor do que o valor de 2020 (R$ 6,00) e abaixo da média histórica deflacionada da semana (R$ 5,50).

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O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 18, foi R$ 9,69, variando entre R$11,60 e R$ 7,60. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,32), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 11,12), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 7,42). Em relação a semana 17 houve aumento de 18,17%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 18 o preço médio foi de R $6,77, variando entre R$ 7,60 e R$ 5,60. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 10,29. Em 2021 o preço é de R$ 6,71 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 12,90. Em relação à semana 17, os preços diminuíram fortemente (-5,97%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 18 reduziu novamente em relação a semana anterior (-14,10%), na média de R$ 3,23, variando entre R$ 4,00 e R$ 2,30. Este valor é menor do que o de 2021 deflacionado (R$ 3,50), menor do que o valor de 2020 (R$ 5,91) e abaixo da média histórica deflacionada da semana (R$ 6,00).

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 17 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 17, foi R$ 8,20, variando entre R$9,00 e R$ 6,80. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,08), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 11,08), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 7,61). Em relação a semana 16 houve redução, de -10,38%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 17 o preço médio foi de R $7,20, variando entre R$ 8,00 e R$ 6,00. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 10,38. Em 2021 o preço é de R$ 6,99 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 13,64. Em relação à semana 16, os preços diminuíram fortemente (-13,67%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 17 reduziu novamente em relação a semana anterior (-19,49%), na média de R$ 3,76, variando entre R$ 4,50 e R$ 3,00. Este valor é menor do que o de 2021 deflacionado (R$ 3,79), menor do que o valor de 2020 (R$ 6,41) e abaixo da média histórica deflacionada da semana (R$ 6,23).

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 16 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 16, foi R$ 9,15, variando entre R$11,00 e R$ 7,00. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,75), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 10,62), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 8,46). Em relação a semana 15 houve aumento, de 2,46%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 16 o preço médio foi de R $8,34, variando entre R$ 10,63 e R$ 7,60. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 11,36. Em 2021 o preço é de R$ 7,50 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 13,71. Em relação à semana 15, os preços diminuíram (-3,70%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 16 reduziu novamente em relação a semana anterior (-8,43%), na média de R$ 4,67, variando entre R$ 5,50 e R$ 4,00. Este valor é maior do que o de 2021 deflacionado (R$ 4,12), mas é menor do que o valor de 2020 (R$ 6,41) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$ 6,29).

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O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 15, foi R$ 8,93, variando entre R$11,00 e R$ 7,00. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,95), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 10,49), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 8,11). Em relação a semana 14 houve forte redução, de -17,08%. É a sexta semana consecutiva de queda de preços.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 15 o preço médio foi de R $8,66, variando entre R$ 10,63 e R$ 7,60. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 11,66. Em 2021 o preço é de R$ 7,44 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 14,89. Em relação à semana 14, os preços diminuíram (-13,40%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 15 reduziu novamente em relação a semana anterior (-18,80%), na média de R$ 5,10, variando entre R$ 6,00 e R$ 4,50. Este valor é maior do que o de 2021 deflacionado (R$ 4,18), mas é menor do que o valor de 2020 (R$ 7,09) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$ 7,15).

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 14 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 14, foi R$ 10,77, variando entre R$12,00 e R$ 8,40. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 12,06), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 10,94), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 8,39). Em relação a semana 13 houve nova redução, de -2,53%. É a 5 semana consecutiva de queda de preços.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 14 o preço médio foi de R $10,00, variando entre R$ 11,00 e R$ 8,40. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 11,94. Em 2021 o preço é de R$ 8,17 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 15,33. Em relação à semana 13, os preços diminuíram (-6,28%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 14 reduziu novamente em relação a semana anterior (-18,80%), na média de R$ 5,40, variando entre R$ 6,00 e R$ 5,00. Este valor é maior do que o de 2021 deflacionado (R$ 4,64), mas é menor do que o valor de 2020 (R$ 6,94) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$ 7,14).

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 13 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 13, foi R$ 11,05, variando entre R$13,00 e R$ 9,00. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 11,72), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 11,92), mas é mais alto que o valor de 2021 (R$ 10,24). Em relação a semana 12 houve nova redução, de -8,68%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 13 o preço médio foi de R $10,67, variando entre R$ 12,00 e R$ 9,60. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 12,21. Em 2021 o preço é de R$ 8,22 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 15,05. Em relação à semana 12, os preços diminuíram (-5,91%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 13 reduziu novamente em relação a semana anterior (-7,64%), na média de R$ 6,65, variando entre R$ 7,70 e R$ 5,50. Este valor é maior do que o de 2021 deflacionado (R$ 4,61), praticamente o mesmo valor de 2020 (R$ 6,64) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$ 7,37).

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 12 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 12, foi R$ 12,10, variando entre R$14,00 e R$ 10,60. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 12,45), mas é maior que o valor deflacionado de 2020 (R$ 11,86) e mais alto também que o valor de 2021 (R$ 9,77). Em relação a semana 11 houve nova redução, de -5,02%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 12 o preço médio foi de R $11,34, variando entre R$ 13,00 e R$ 10,00. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 12,65. Em 2021 o preço é de R$ 8,32 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 15,63. Em relação à semana 11, os preços aumentaram (2,35%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 12 reduziu em relação a semana anterior (-3,23%), na média de R$ 7,20, variando entre R$ 8,20 e R$ 6,00. Este valor é maior do que o de 2021 deflacionado (R$ 5,40), mas é menor do que o valor de 2020 (R$ 7,37) e menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$ 7,95).

A tendência histórica para as uvas, no momento, é de alta. Como as chuvas continuam ocorrendo na região do Vale do São Francisco, impactando a cultura da videira, a oferta pode continuar comprometida e os preços reagirem positivamente.

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 11 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 11, foi R$ 12,74, variando entre R$14,00 e R$ 10,80. A média nesta semana é menor do que a média histórica semanal deflacionada (R$ 13,37), menor que o valor deflacionado de 2020 (R$ 12,03), mas é mais alto do que o valor de 2021 (R$ 10,92). Em relação a semana 10 houve redução de -3,78%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 11 o preço médio foi de R $11,08, variando entre R$ 13,00 e R$ 8,50. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 12,80. Em 2021 o preço é de R$ 8,64 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 15,33. Em relação à semana 10, os preços reduziram (-4,97%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 11 reduziu em relação a semana anterior (-6,65%), na média de R$ 7,44, variando entre R$ 8,20 e R$ 6,50. Este valor é maior do que o de 2020 deflacionado (R$ 7,27), maior do que o valor de 2021 (R$ 5,74), mas menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$ 8,07).

A tendência histórica para as uvas, no momento, é de alta. Como as chuvas continuam ocorrendo na região do Vale do São Francisco, impactando a cultura da videira, a oferta pode continuar comprometida e os preços reagirem positivamente. Contudo, pela sazonalidade, o esperado é que os preços sejam mais baixos.

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 10 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 10, foi R$ 13,24, variando entre R$14,00 e R$ 12,40. A média nesta semana é maior que a média histórica semanal deflacionada (R$ 12,75), superando ainda o valor deflacionado de 2020 (R$ 11,83) e o valor de 2021 (R$ 11,44). Em relação a semana 09 houve redução de -6,30%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 10 o preço médio foi de R $11,66, variando entre R$ 12,20 e R$ 11,20. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 12,24. Em 2021 o preço é de R$ 9,66 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 15,29. Em relação à semana 09, os preços aumentaram (1,48%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 10 aumentou em relação a semana anterior (5,01%), na média de R$ 7,97, variando entre R$ 8,50 e R$ 7,00. Este valor é maior do que o de 2020 deflacionado (R$ 7,30), maior do que o valor de 2021 (R$ 5,57), mas menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$ 8,01).

A tendência histórica para as uvas é de alta. Como as chuvas continuam ocorrendo na região do Vale do São Francisco, impactando a cultura da videira, a oferta pode continuar comprometida e os preços reagirem positivamente. Contudo, pela sazonalidade, o esperado é que os preços sejam mais baixos.

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 09 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 09, foi R$ 14,13, variando entre R$15,20 e R$ 13,13. A média nesta semana é maior que a média histórica semanal deflacionada (R$ 13,60), superando ainda o valor deflacionado de 2020 (R$ 11,49) e o valor de 2021 (R$ 12,35). Em relação a semana 08 houve aumento de 7,21%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 09 o preço médio foi de R $11,49, variando entre R$ 13,00 e R$ 10,00. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 11,00. Em 2021 o preço é de R$ 9,55 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 14,82. Em relação à semana 08, os preços reduziram (-0,95%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 09 reduziu em relação a semana anterior (-1,17%), na média de R$ 7,59, variando entre R$ 8,20 e R$ 6,60. Este valor é maior do que o de 2020 deflacionado (R$ 7,18), maior do que o valor de 2021 (R$ 5,72), mas menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$ 8,25).

A tendência histórica para as uvas é de alta. Pela sazonalidade, contudo, os preços podem ter redução nas próximas semanas. Como as chuvas continuam ocorrendo na região do Vale do São Francisco, impactando a cultura da videira, a oferta pode ficar ainda mais comprometida e os preços reagirem positivamente.

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 08 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 08, foi R$ 13,18, variando entre R$15,60 e R$ 9,38. A média nesta semana é a menor que a média histórica semanal deflacionada (R$ 13,37), mas superou o valor deflacionado de 2020 (R$ 11,71) e o valor de 2021 (R$ 12,45). Em relação a semana 07 houve redução de -1,27%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 08 o preço médio foi de R $11,60, variando entre R$ 13,00 e R$ 10,00. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 11,00. Em 2021 o preço é de R$ 10,44 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 14,65. Em relação à semana 07, os preços reduziram (-2,27%).

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 08 aumentou em relação a semana anterior (9,25%), na média de R$ 7,68, variando entre R$ 8,20 e R$ 7,00. Este valor é maior do que o de 2020 deflacionado (R$ 7,31), maior do que o valor de 2021 (R$ 5,97), mas menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$ 8,63).

A oferta reduzida devido as chuvas que ocorrem neste ano contribui para o comportamento dos preços mais altos neste inicio de ano. Por outro lado, os custos também tem crescido, pela necessidade de controlar as doenças que incidem quando se tem maior umidade.

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 07 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 07, foi R$13,35, variando entre R$15,60 e R$11,00. A média nesta semana é a mesma que a média histórica semanal deflacionada (R$13,36), mas superou o valor deflacionado de 2020 (R$ 11,62) e o valor de 2021 (R$ 12,64). Em relação a semana 06 houve uma queda, de -4,71%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 07 o preço médio foi de R$11,87, variando entre R$13,00 e R$10,00. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 10,26. Em 2021 o preço é de R$ 11,50 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 14,30. Em relação à semana 06, os preços aumentaram (5,89%). Assim, o ano de 2022 começa com melhores preços do que os dois anteriores.

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 07 aumentou em relação a semana anterior (2,18%), na média de R$7,03, variando entre R$7,30 e R$6,70. Este valor é maior do que o de 2020 deflacionado (R$6,84), maior do que o valor de 2021 (R$5,98), mas menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$8,05).

A oferta reduzida devido as chuvas que ocorrem neste ano e a priorização dada para exportação, contribuem para o comportamento dos preços mais altos neste inicio de ano.

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Informações sobre o comportamento dos preços de uva sem semente branca e negra embaladas (incluso uva+material de embalagem+resfriamento, FOB-Petrolina), para os produtores do Vale do São Francisco. Seguem ainda as informações sobre a uva negra sem embalagem, com dados semanais de 2019 à 2021. Os preços até a semana 06 de 2022, deflacionados pelo IGP-DI, são comparados com a média de cada semana entre 2017 e 2019 (pré pandemia), mínimo e máximo. Os preços deflacionados de 2020 e de 2021 também são apresentados para comparação de 2022 com os dois anos anteriores. Os dados utilizados nesta análise são semanais e disponibilizados pelo CEPEA (Esalq-USP).

O preço médio de uva sem semente branca embalada, na semana 06, foi R$14,01, variando entre R$14,80 e R$13,50. A média nesta semana é menor que a média histórica semanal deflacionada (R$13,69), mas superou o valor deflacionado de 2020 (R$ 11,47) e o valor de 2021 (R$ 12,39). Em relação a semana 05 houve uma aumento, de 9,80%.

No caso da uva sem semente negra embalada (embalagem do produtor + resfriamento), na semana 06 o preço médio foi de R$11,21, variando entre R$12,00 e R$10,40. Em 2020, o preço deflacionado é de R$ 10,50. Em 2021 o preço é de R$ 11,13 e a média histórica deflacionada para esta semana é de R$ 13,31. Em relação à semana 05, os preços cairam um pouco (-1,67%). Assim, o ano de 2022 começa com melhores preços do que os dois anteriores.

Para a uva sem semente negra, o preço na semana 06 aumentou fortemente em relação a semana anterior (15,24%), na média de R$6,88, variando entre R$7,00 e R$6,50. Este valor é menor do que o de 2020 deflacionado (R$6,94), menor do que a média histórica deflacionada da semana (R$8,03), mas é maior do que o valor de 2021 (R$6,01).

A oferta reduzida devido as chuvas neste ano contribuem para o comportamento dos preços mais altos.

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Exportações 2022

Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil em maio de 2022, comparados com a média de cada mês dos últimos 6 anos, mínimo para cada mês e máximo. Seguem também as informações de importações de uvas pelo Brasil com origem no Chile, Peru e Argentina, além evolução das expectativas do mercado para a taxa de câmbio no final do ano.

Em relação aos volumes, em maio de 2022 foram de 4061 toneladas (t). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de 1632 t. Em maio de 2020 foram exportadas 3410 t e, em maio de 2021, foram 7117 t, ou seja, houve um aumento de 19,09% em relação a 2020 e uma queda de -42,94% na comparação com o mesmo período de 2021. Nos cinco primeiros meses se tem uma redução de -49,77% no volume exportado em comparação com o mesmo período do ano passado.

Em termos dos valores da exportações, em maio de 2022 foram cerca de 7,71 milhões de dólares (US$). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de US$ 3,68 milhões. Em maio de 2020 foram gerados US$ 6,93 milhões em receitas e, em maio de 2021, um total de US$ 15,3 milhões.

Os principais destinos primeiro trimestre do ano foram a Holanda (30,90%), os Estados Unidos (28,72%) e o Reino Unido (27,24%). A principal via de envio foi a maritima (96,46%) e os principais estados de origem da uva foram Pernambuco (64,80%) e Bahia (33,46%). Em maio, cerca de 1,7 mil t de uva foram importadas do Chile, volume 188% superior ao que foi importado pelo Brasil em maio de 2021.

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Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil em abril de 2022, comparados com a média de cada mês dos últimos 6 anos, mínimo para cada mês e máximo. Seguem também as informações de importações de uvas pelo Brasil com origem no Chile, Peru e Argentina, além evolução das expectativas do mercado para a taxa de câmbio no final do ano;

Em relação aos volumes, em abril de 2022 foram de 2448 toneladas (t). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de 1281 t. Em abril de 2020 foram exportadas 2681 t e, em abril de 2021, foram 4807 t, ou seja, houve uma diminuição de -8,69% em relação a 2020 e uma queda de -49,07% na comparação com o mesmo período de 2021. No quadrimestre se tem uma redução de 54,29% no volume exportado em comparação com o mesmo período do ano passado.

Em termos dos valores da exportações, em abril de 2022 foram cerca de 4,86 milhões de dólares (US$). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de US$ 3,05 milhões. Em abril de 2020 foram gerados US$ 6,36 milhões em receitas e, em abril de 2021, um total de US$ 12 milhões, ou seja, os valores caíram cerca de -23,58% em relação ao 2020 e - 59,50% em relação a 2021.

Os preços no mercado interno não estão favoráveis e uma solução para os exportadores, dado o custo elevado de produção, é tentar aumentar as exportações.

Os principais destinos primeiro trimestre do ano foram Estados Unidos (46,22%), Holanda (24,94%) e Reino Unido (20,05%). A principal via de envio foi a maritima (97,20%) e os principais estados de origem da uva foram Pernambuco (63,93%) e Bahia (33,72%). Em abril, cerca de 1,9 mil t de uva foram importadas do Chile e 94 toneladas da Argentina, volume 39% superior ao que foi importado pelo Brasil em abril de 2021.

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Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil em março de 2022, comparados com a média de cada mês dos últimos 6 anos, mínimo para cada mês e máximo. Seguem também as informações de importações de uvas pelo Brasil com origem no Chile, Peru e Argentina, além evolução das expectativas do mercado para a taxa de câmbio no final do ano;

Em relação aos volumes, em março de 2022 foram de 603 toneladas (t). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de 433 t. Em março de 2020 foram exportadas 1.668 t e, em março de 2021, foram 3.789 t, ou seja, houve uma diminuição de -63,85% em relação a 2020 e uma queda de -84,10% na comparação com o mesmo período de 2021.

Em termos dos valores da exportações, em março de 2022 foram cerca de 1,5 milhões de dólares (US$). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de US$ 1,07 milhões. Em março de 2020 foram gerados US$ 4,6 milhões em receitas e, em março de 2021, um total de US$ 9,9 milhões, ou seja, os valores caíram cerca de -67,6% em relação ao 2020 e - 84,84% em relação a 2021.

Os preços no mercado interno continuam favoráveis, devido a baixa oferta de uva no Vale do São Francisco e a redução da qualidade devido às questões climáticas. Como o dólar está se desvalorizando, tem compensado a priorização das vendas no mercado interno.

Os principais destinos primeiro trimestre do ano foram Estados Unidos (48,26%), Holanda (28,16%) e Reino Unido (12,61%). A principal via de envio foi a maritima (96,35%) e os principais estados de origem da uva foram Pernambuco (59,67%) e Bahia (35,98%). Em março, cerca de 1,6 mil t de uva foram importadas do Chile, volume praticamente identico ao que foi importado pelo Brasil em março de 2021.

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Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil em fevereiro de 2022, comparados com a média de cada mês dos últimos 6 anos, mínimo para cada mês e máximo. Seguem também as informações de importações de uvas pelo Brasil com origem no Chile, Peru e Argentina, além evolução das expectativas do mercado para a taxa de câmbio no final do ano;

Em relação aos volumes, em fevereiro foram de 721 toneladas (t). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de 234 t. Em fevereiro de 2020 foram exportadas 371 t e, em fevereiro de 2021, foram 1.165 t, ou seja, houve um aumento de 94,34% em relação a 2020 e uma queda de -38,10% na comparação com o mesmo período de 2021.

Em termos dos valores da exportações, em fevereiro foram cerca de 1,829 milhões de dólares (US$). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de US$ 638 milhões. Em fevereiro de 2020 foram gerados US$ 901,5 milhões em receitas e, em fevereiro de 2021, um total de US$ 2,954 milhões, ou seja, os valores superam o ano de 2020 mas caem cerca de -38% em relação ao ano passado.

Os preços no mercado interno melhoraram nas últimas semanas, devido a baixa oferta de uva no Vale do São Francisco e a redução da qualidade devido às questões climáticas. Como o dólar está se desvalorizando, tem compensado a priorização das vendas no mercado interno.

Os principais destinos nos primeiros dois meses foram Estados Unidos (38,58%), Holanda (35,87%) e Reino Unido (13,40%). A principal via de envio foi a maritima (96,5%) e os principais estados de origem da uva foram Pernambuco (55,02%) e Bahia (40,90%). Em fevereiro, cerca de 663 t de uva foram importadas do Chile e da Argentina. Em feveireiro de 2021, o volume havia sido de 917,6 t, ou seja, uma queda de 27,74%.

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Informações sobre os dados de exportações de uva do Brasil em janeiro de 2022, comparados com a média de cada mês dos últimos 6 anos, mínimo para cada mês e máximo. Seguem também as informações de importações de uvas pelo Brasil com origem no Chile, Peru e Argentina, além evolução das expectativas do mercado para a taxa de câmbio no final do ano;

Em relação aos volumes, em janeiro foram de 1,12 mil toneladas (t). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de 1,07 mil t. Em janeiro de 2020 foram exportadas 842 t e, em janeiro de 2021, foram 950 t, ou seja, houve um aumento de 33,01% em relação a 2020 e de 18,30% na comparação com o mesmo período de 2021.

Em termos dos valores da exportações, em janeiro foram cerca de 2,396 milhões de dólares (US$). A média histórica (até 2019, antes da pandemia) para este mês é de US$ 2,398 milhões. Em janeiro de 2020 foram gerados US$ 2,139 milhões em receitas e, em janeiro de 2021, um total de US$ 2,339 milhões, ou seja, os valores são praticamente os mesmos da média e das exportações de anos anteriores.

Devido os preços menores de mercado interno e os altos custos de produção, os produtores priorizam as vendas externas, que são mais lucrativas, mesmo com a taxa de câmbio com o dólar se desvalorizando nas últimas semanas.

Os principais destinos foram Holanda (43,59%), Estados Unidos (36,92%) e Reino Unido (15,92%). A principal via de envio foi a maritima (96,8%) e os principais estados de origem da uva foram Pernambuco (49,52%) e Bahia (46,7%). Em janeiro, cerca de 65 toneladas de uva foram importadas da Argentina.

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Geração de Empregos

Informações sobre o emprego na cultura da uva no Vale do São Francisco. Os dados utilizados nesta análise são mensais e disponibilizados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) até o mês de maio de 2022. 

As variáveis são saldo de empregos, empregos por gênero, contratados por idade e por escolaridade para a cultura da uva. Considera-se o conjunto de municípios da Bahia (Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho, etc. ) e Pernambuco (Belém do S. Francisco, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, etc. ) que formam o Vale do Submédio São Francisco.

O saldo de empregos na viticultura em maio de 2022 no Vale do São Francisco é de 303 pessoas, ou seja, o total de contratações (1.838) foi maior do que o total de demissões (1.535). Em relação ao mesmo mês do ano passado, se tem um aumento no saldo total (-78 em 2021 e 303 em 2022). Nos primeiros cinco meses, são 1.215 empregos líquidos a menos do que no mesmo período de 2021.

Dos contratados, 1.032 são do sexo masculino e 806 do sexo feminino. Em relação à idade, a grande maioria se concentra abaixo dos 33 anos: 258 até 21 anos, 243 até 24 anos, 173 até 27 anos, 169 até 30 anos e 149 até 33 anos.

Em relação ao nivel de escolaridade, a maioria das admissões é de pessoas com ensino médio completo (674 ou 36,67% do total). Este grau de estudo junto com médio incompleto (294), fundamental completo (308) e 6 a 9 ano do fundamental (289), representam a grande parte (85%) dos contratados na viticultura no Vale do São Francisco em maio de 2022.

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Informações sobre o emprego na cultura da uva no Vale do São Francisco. Os dados utilizados nesta análise são mensais e disponibilizados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) até o mês de abril de 2022. 

As variáveis são saldo de empregos, empregos por gênero, contratados por idade e por escolaridade para a cultura da uva. Considera-se o conjunto de municípios da Bahia (Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho, etc. ) e Pernambuco (Belém do S. Francisco, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, etc. ) que formam o Vale do Submédio São Francisco.

O saldo de empregos na viticultura em abril de 2022 no Vale do São Francisco é negativo de-526 pessoas, ou seja, o total de contratações (1451) foi menor do que o total de demissões (1977). Em relação ao mesmo mês do ano passado, se tem uma queda no saldo total (-324 em 2021 e -526 em 2022). No quadrimestre, são 1596 empregos líquidos a menos do que no mesmo período de 2021.

Dos contratados, 785 são do sexo masculino e 666 do sexo feminino. Em relação à idade, a grande maioria se concentra abaixo dos 27 anos: 240 até 21 anos, 223 até 24 anos, 205 até 27 anos.

Em relação ao nivel de escolaridade, a maioria das admissões é de pessoas com ensino médio completo (472 ou 32,53% do total). Este grau de estudo junto com médio incompleto (350) representa a grande parte (56,65%) dos contratados na viticultura no Vale do São Francisco em abril de 2022.

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Os dados utilizados nesta análise são mensais e disponibilizados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) para o mês de março de 2022. As variáveis são saldo de empregos, empregos por gênero, contratados por idade e por escolaridade para a cultura da manga. Considera-se o conjunto de municípios da Bahia (Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho, etc. ) e Pernambuco (Belém do S. Francisco, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, etc. ) que formam o Vale do Submédio São Francisco.

O saldo de empregos na viticultura em março de 2022 no Vale do São Francisco é negativo de -574 pessoas, ou seja, o total de contratações (1.409) foi menor do que o total de demissões (1.983). Infelizmente, possivelmente como efeito negativo das chuvas que tem afetado o setor no ínicio do ano, o saldo de empregos em 2022 está menor do que em 2021. Em relação ao mesmo mês do ano passado, se tem uma queda no saldo total (375 em 2021 e -574 em 2022). No trimestre, são 1394 empregos líquidos a menos do que no mesmo período de 2021.

Dos contratados, 835 são do sexo masculino e 574 do sexo feminino. Em relação à idade, a grande maioria se concentra abaixo dos 30 anos: 257 até 21 anos, 189 com mais de 21 até 24 anos, 257 com mais de 24 até 30 anos.

Em relação ao nivel de escolaridade, a maioria das admissões é de pessoas com ensino médio completo (564 ou 40% do total). Este grau de estudo junto com 6 ao 9 ano do ensino fundamental (225), fundamental completo (271) e médio incompleto (178) representam a grande parte dos contratados na viticultura no Vale do São Francisco em março de 2022.

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Os dados utilizados nesta análise são mensais e disponibilizados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) englobando para o mês de fevereiro de 2022. As variáveis são saldo de empregos, empregos por gênero, contratados por idade e por escolaridade para a cultura da manga. Considera-se o conjunto de municípios da Bahia (Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho, etc. ) e Pernambuco (Belém do S. Francisco, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, etc. ) que formam o Vale do Submédio São Francisco.

O saldo de empregos na viticultura em fevereiro de 2022 no Vale do São Francisco é de 608 pessoas, ou seja, o total de contratações (1.903) foi maior do que o total de demissões (1.295). Infelizmente, possivelmente como efeito negativo das chuvas que tem afetado o setor no ínicio do ano, o saldo de empregos em 2022 está menor do que em 2021. Enquanto no ano passado o Vale tinha gerado 1.282 empregos líquidos na viticultura, somando janeiro e fevereiro, agora em 2022 este número caiu para 837, uma redução de -34,71%.

Dos contratados, 1.037 são do sexo masculino e 866 do sexo feminino. Em relação à idade, a grande maioria se concentra abaixo dos 30 anos: 468 até 21 anos, 296 com mais de 21 até 24 anos, 387 com mais de 24 até 30 anos.

Em relação ao nivel de escolaridade, a maioria das admissões é de pessoas com ensino médio completo (660). Este grau de estudo junto com 6 ao 9 ano do ensino fundamental (321), fundamental completo (354) e médio incompleto (270) representam a grande parte dos contratados na viticultura no Vale do São Francisco em fevereiro de 2022.

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Os dados utilizados nesta análise são mensais e disponibilizados pelo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) para o mês de janeiro de 2022. As variáveis são saldo de empregos, empregos por gênero, contratados por idade e por escolaridade para a cultura da uva. Considera-se o conjunto de municípios da Bahia (Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Sento Sé, Sobradinho, etc. ) e Pernambuco (Belém do S. Francisco, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, etc. ) que formam o Vale do Submédio São Francisco.

O saldo de empregos na viticultura em janeiro de 2022 no Vale do São Francisco foi de 229 pessoas, ou seja, o total de contratações (2.070) foi maior do que o total de demissões (1.841). O saldo de empregos neste més foi menor do que em 2021 (475), uma redução de -51,79%.

Dos contratados, 952 são do sexo masculino e 1.118 do sexo feminino. Em relação à idade, a grande maioria se concentra abaixo dos 30 anos: 308 até 21 anos, 306 com mais de 21 até 24 anos, 407 com mais de 24 até 30 anos.

Em relação ao nivel de escolaridade, a maioria das admissões é de pessoas com ensino médio completo (739). Este grau de estudo junto com 6 ao 9 ano do ensino fundamental (415), fundamental completo (316) e médio incompleto (293) representam a grande parte dos contratados na viticultura no Vale do São Francisco em janeiro de 2022.

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