Portfólio de Projetos

Fruticultura Tropical

Inovação tecnológica para o aumento da produtividade e qualidade das frutas tropicais brasileiras

A fruticultura nacional é diversificada em seus produtos, sistemas de produção, perfis tecnológicos, grau de empreendedorismo, respostas às condições ambientais e focos de mercado. Em se tratando de frutas tropicais, que representam a maior parcela da fruticultura nacional, a complexidade desses elementos é maior e repercute em desafios tecnológicos que requerem ações coordenadas e integradas entre o setor produtivo e a pesquisa agropecuária. 

Foto : Luiz Augusto Lopes Serrano

A cor e o sabor da fruticultura tropical

O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, com mais de 40 milhões de toneladas ao ano. O setor também gera cinco milhões de empregos, o que corresponde a 16% do total do agronegócio.

Contribuindo com o crescimento deste mercado, a Embrapa atua por meio de projetos de pesquisa organizados no Portfólio Fruticultura Tropical, gerando  tecnologias de impacto e de fácil incorporação pelas cadeias produtivas do agronegócio. Tudo para que a cor e o sabor das frutas brasileiras alcancem cada vez mais competitividade e espaço no mercado interno e externo.

Áreas de atuação da Embrapa para a Fruticultura Tropical

  • Sistemas de produção sustentáveis
  • Controle e Manejo das principais doenças e pragas
  • Eficiência no manejo da irrigação
  • Mitigação dos efeitos dos estresses hídrico, térmico e salino
  • Mecanização de práticas culturais
  • Ampliação do período de produção com destaque para as frutas nativas
  • Redução e perdas pós-colheitas durante o armazenamento
  • Novos produtos comerciais com propriedades bioativas

Desafios para Inovação

 

Conheça os principais desafios de inovação para o setor:

  • Viabilizar sistemas de produção de baixo impacto ambiental e com certificação para condições tropicais nas cadeias do açaí, acerola, banana, caju, citros, coco, cupuaçu, goiaba, mamão, manga, maracujá e uva;
  • Ampliar a mecanização do manejo e da colheita de uva, citros e coco em sistemas intensivos de produção;
  • Aumentar a eficiência da irrigação nos cultivos de açaí, acerola, banana, caju, citros, coco, mamão, manga, maracujá e uva nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte;
  • Reduzir as perdas causadas por: fusariose, em abacaxizeiro, bananeira, mamoeiro e maracujazeiro; e fungos da família Botryosphaeriaceae, em cajueiro, mangueira e videira, em pomares de frutíferas das regiões tropicais;
  • Reduzir os efeitos dos estresses hídrico, térmico e salino nas cadeias produtivas da bananeira, cajueiro, citros, coqueiro, goiabeira, mangueira, maracujazeiro e videira, nos diferentes polos de produção de frutas tropicais;
  • Reduzir as perdas causadas por viroses em sistemas de produção de abacaxi, mamão, maracujá e uva das regiões tropicais do país;
  • Reduzir as perdas pós-colheita durante o armazenamento de frutas nas cadeias produtivas da banana, caju, mamão, manga, maracujá, abacaxi e uva;
  • Reduzir as perdas causadas por: ácaro vermelho das palmeiras e ácaro da necrose, no coqueiro; traça das castanhas, em cajueiro; tripes e mosquinha-da-mangueira, na mangueira, e de ácaros e tripes nos cultivos da videira;
  • Viabilizar novos produtos comerciais com propriedades bioativas a partir de abacaxi, acerola, banana, caju, goiaba, maracujá, uva;
  • Reduzir perdas causadas por sigatoka amarela e sigatoka negra, em bananeira; resinose e complexo de lixa e queima das folhas, em coqueiro; oídio, em cajueiro; vassoura de bruxa, em cupuaçuzeiro; e antracnose, em mangueira;
  • Reduzir as perdas de produção de uva, caju e citros causadas por doenças bacterianas, em regiões tropicais;
  • Reduzir as perdas causadas por: broca do cupuaçuzeiro; broca do tronco e broca dos ponteiros, em cajueiro, e de cochonilhas nos cultivos da videira, em regiões tropicais do país;
  • Ampliar o período de produção de açaí, araçá, bacuri, cajá, camu-camu, cupuaçu, mangaba, murici, pequi, umbu, abacate e pinha nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste.

Comitê Gestor do Portfólio

O Comitê Gestor do Portfólio atua na definição dos desafios para inovação e no acompanhamento da carteira de projetos.
 

Presidente:

Secretário executivo:

Parcerias e negócios

O Modelo de Inovação Embrapa tem como enfoque a inovação aberta, que conta com parcerias desde o início dos projetos para compromisso com a inserção de ativos no mercado. Descubra como viabilizar soluções tecnológicas com a Embrapa que agregam valor aos negócios e possibilitam inovações ao setor produtivo agropecuário.

Acesse a página de Negócios e Vitrine de Tecnologias

Para saber mais sobre o tema

Acesse o documento sobre Fruticultura Tropical e o Setor Produtivo com dados atualizados do mercado.