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Utilização de glicerina em rações peletizadas para frangos de corte

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A maior parte das rações utilizadas na avicultura sofre o processamento chamado de peletização, que consiste em adição de vapor e preensão para a obtenção de um produto conhecido como pelete.

Como vantagens, é possível citar a melhora na digestibilidade (principalmente pela gelatinização do amido), facilidade no transporte (por ser menos pulverulento que a ração farelada) e redução no número de patógenos (em função do tratamento térmico). Como maior desvantagem está o custo para aquisição/manutenção do equipamento, bem como o consumo de energia elétrica.

A glicerina é conhecida pelo seu efeito umectante, que basicamente está relacionada à melhora na gelatinização do amido e redução do atrito no processo de peletização, podendo influenciar diretamente na redução do gasto de energia elétrica pelas fabricas de rações e melhorar a qualidade física e nutricional do pelete. Desde 2005, com a determinação da inclusão de 3% de biodiesel no diesel brasileiro, a produção de glicerina vem aumentando, pois é o principal subproduto brasileiro gerado na produção de biocombustível.

Objetiva-se com este projeto a otimização de processos com vistas a reduzir o consumo de energia elétrica em fabrica de rações com o uso de glicerina no processo de peletização, através da aferição experimental do consumo de energia elétrica pela peletizadora presente na fábrica de rações da Embrapa Suínos e Aves; melhorar a qualidade do pelete, através das analises de índice de durabilidade do pelete, rendimento, peso médio do pelete e número de fissuras; determinar a EMA destas rações e corrigi-las para obtenção de bom desempenho e redução na deposição de gordura, através de dois ensaios de metabolismo e um de desempenho.