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Deposição de resíduos de ractopamina em tecidos de suínos alimentados com farinha de carne e ossos contendo este aditivo

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Cada vez mais preocupado com sua saúde, o consumidor está procurando ingerir alimentos livres de contaminantes e de alto valor nutricional. Como decorrência da alta demanda por proteína e das exigências do consumidor, as grandes empresas do setor cárneo passaram a buscar alternativas para reduzir o conteúdo de gordura de seus produtos. Uma delas foi a utilização da ractopamina como aditivo agonista repartidor de energia nas dietas de suínos. Este aditivo é capaz de aumentar a síntese proteica, assim o animal deposita mais carne e menos gordura na carcaça, proporcionando maior ganho econômico para as indústrias e satisfação para o consumidor. No Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento permite a utilização de ractopamina, embora alguns países asiáticos e a União Europeia tenham tolerância zero quanto a resíduos da substância nas carnes suína ou bovina. Este projeto vai avaliar a deposição de resíduos de ractopamina em diferentes tecidos dos animais e sua excreção na urina de suínos alimentados com ração formulada com farinha de carnes e ossos (FCO) suína. Assim, serão estabelecidos níveis de segurança de uso de FCO na alimentação de suínos.

Ecossistema: Äreas Costeiras, Extremo Sul

Região: Sudeste, Sul

Situação: concluído Data de Início: 03/2015 Data de Finalização: 02/2017

Unidade Lider: Embrapa Suinos e Aves

Lider do Projeto: Vivian Feddern

Contato: vivian.feddern@embrapa.br