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Avaliação de ingredientes antioxidantes na dieta para prevenção da oxidação lipídica na carne e produtos processados de suínos enriquecidos com ácidos graxos ômega-3

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A atividade antioxidante dos compostos fenólicos presentes em algumas variedades de uva cultivadas no Brasil foi comprovada em vários estudos, tanto in vitro como na adição de extratos diretamente na carne e produtos processados e também através do fornecimento do bagaço de uva ou extratos concentrados via dieta para frangos de corte.

Porém, em suínos, o efeito do fornecimento do bagaço ou extratos da uva via dieta sobre a estabilidade oxidativa e vida de prateleira da carne e produtos cárneos são inconclusivos. Os hidrolisados proteicos de peixe têm sido apontados como fortes antioxidantes, tanto em testes in vitro como em avaliações in vivo com ratos, mas não há avaliações de seu efeito sobre a estabilidade oxidativa da carne e produtos cárneos em suínos quando fornecido via dieta. Além disso, não há informações suficientes sobre o valor nutricional do bagaço de uva para suínos, o que dificulta sua inclusão seu uso na alimentação desses animais.

Portanto, esta proposta visa a avaliação do potencial antioxidante dos subprodutos da uva e do hidrolisado proteico de tilápia, quando utilizados via dieta e seu efeito sobre a qualidade da carne e produtos processados enriquecidos com ácidos graxos ômega-3, bem como a avaliação do valor nutricional do bagaço de uva como ingrediente alimentar para suínos.

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