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Produção de suínos em família, sem uso preventivo de antimicrobiano e privilegiando o bem-estar animal.

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Autoria: MORES, N.; AMARAL, A. L. do; LIMA, G. J. M. M. de; DALLA COSTA, O. A.; COLDEBELLA, A.; MIELE, M.; SANDI, A. J.; OLIVEIRA, P. A. V. de

Resumo: Atualmente, o Brasil se destaca como o quarto maior produtor mundial de suínos e quarto maior exportador de carne suína. O aumento significativo da produção veio acompanhado por maior concentração de suínos em rebanhos cada vez maiores. Consequentemente, também aumentaram os problemas sanitários relacionados a doenças multifatoriais, incluindo as doenças respiratórias. Uns dos principais fatores que mais contribuem para o aumento dessas enfermidades são a densidade animal e a mistura de leitões de diferentes leitegadas/origens nos crechários e nas terminações. As perdas econômicas causadas pelas doenças multifatoriais se devem ao aumento nos gastos com medicamentos, à piora nos índices zootécnicos e às condenações de carcaças nos abatedouros. Dentre as doenças multifatoriais dos suínos, destacam-se as doenças respiratórias, as quais atualmente estão se manifestando como uma síndrome denominada ?Complexo Doença Respiratória dos Suínos? (PRDC), por resultarem da combinação de dois ou mais agentes infecciosos e fatores de risco presentes nos sistemas criatórios (FABLET et al., 2012; HANSEN et al., 2010). Em muitos países, o vírus da Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS) é o principal componente infeccioso deste complexo (FABLET et al., 2012), porém no Brasil este agente ainda não foi diagnosticado. Em nossas criações, a imunodepressão e as lesões causadas pelo vírus influenza (IAV) e o circovírus suíno tipo 2 (PCV2), ambos de ocorrência enzoótica no Brasil, quando associados a patógenos bacterianos e a presença de fatores de risco, ocasionam doença respiratória complexa compatível com PRDC (MORÉS et al., 2011; MORÉS e MORÉS, 2012).

Ano de publicação: 2013

Tipo de publicação: Livros