Perguntas mais frequentes

Foram utilizados os seguintes critérios:

  • Estudo de patogenicidade em suínos livres de patógenos respiratórios e em camundongos desafiados com a amostra de PmA. A amostra selecionada foi a que apresentou maior virulência.
     
  • Proteção heteróloga com desafio frente a PmA em condições experimentais com suínos livres de patógenos respiratórios e em camundongos.

A avaliação foi realizada em camundongos e suínos pelo teste de proteção com desafio e pela resposta imune humoral (ELISA).

A eficácia e inocuidade da vacina foram testadas em camundongos e em suínos livres de patógenos respiratórios.

Sim, em condições experimentais e teste de campo na granja da Embrapa.

Sim, em ágar e em caldo, porém apenas em escala para experimentação.

Foi utilizado o método de contagem por diluição seriada.

Nos testes experimentais e da granja da Embrapa em suínos, utilizaram-se duas doses de 2ml cada/animal com intervalo de 21 dias entre a 1ª e 2ª dose.

A cepa vacinal foi inativada com formaldeído.

Temos apenas a formulação feita para os testes experimentais, onde foram testados quatro adjuvantes e na vacina protótipo optou-se por um deles em função dos resultados obtidos nas provas de eficácia e inocuidade. Acreditamos que a formulação possa ser melhorada, inclusive com adição de outros antígenos bacterianos, a exemplo do App.

Foi mensurada a resposta imune humoral (IgG) por ELISA com correlação entre a resposta verificada e a proteção com desafio.

Em um teste piloto, 2,5 litros de meio (caldo).

Utilizamos meio líquido (caldo).

Dos 2,5 litros ou de caldo em que a Pasteurella multocida tipo "A" foi crescida, é possível obter 2 a 3 partidas de vacina de 2,4 litros cada partida. A vacina foi padronizada para 37% de transmitância a 540 nm.

A presente chamada pública trata apenas do desenvolvimento da vacina contra pasteurelose multocida sorotipo A, portanto, as propostas devem ser focadas nesta tecnologia. Entretanto, novas tecnologias (e entre elas, novas vacinas) poderão ser trabalhadas em cooperação, podendo haver dispensa de chamada pública dependendo do grau de maturidade da nova tecnologia em questão. Ressalta-se que a tecnologia “Vacina de uso veterinário para controle da pasteurelose suína causada pela PmA”, após o seu desenvolvimento, poderá compor um produto comercial contendo também outros antígenos.

Após o desenvolvimento da “Vacina de uso veterinário para controle da pasteurelose suína causada pela PmA”, a Embrapa e a parceira selecionada serão cotitulares desta tecnologia. Portanto, novas "versões" deste produto também serão cotituladas por ambas as partes. Dessa forma, não será necessário novo edital. Neste momento, a chamada pública se faz necessária porque a tecnologia encontra-se em avançado estágio de desenvolvimento e é titulada unicamente pela Embrapa.

A Embrapa trabalha com cobrança de royalties em função do faturamento líquido, entendendo este como o valor bruto faturado pelo somatório total das vendas do produto, deduzido apenas o valor do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação (ICMS).