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Aprimoramento do conhecimento científico sobre o amarelecimento letal do coqueiro, uma doença quarentenária, e outras doenças re-emergentes em palmeiras para apoiar medidas preventivas de controle e de contingência no Brasil

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O coco (Cocos nucifera L.) é a quarta fruteira perene mais cultivada no Brasil, ocupando uma área de 257.000 ha. A área de cultivo cresceu significativamente nas últimas décadas devido, principalmente, ao aumento no consumo da água de coco. O aumento da área se deve, principalmente, às plantações com anão verde e híbridos que são suscetíveis a várias doenças que depreciam a qualidade do fruto e prejudicam o potencial produtivo da cultura. Entre as principais doenças do coqueiro, destaca-se o amarelecimento letal (LY – lethal yellowing) e a murcha de fitomonas. Recentemente, em algumas regiões produtoras do estado de Pernambuco, sintomas distintos foram observados em coqueiro e esta doença, de etiologia ainda desconhecida, foi denominada como ‘atrofia letal da coroa do coqueiro’ (ALCC). Devido ao amarelecimento letal ter como agente etiológico diversos subgrupos de fitoplasmas, esta doença também é conhecida como síndrome do tipo amarelecimento letal ou em inglês “lethal yellowing type syndroms” (LYTS). O LYTS é a principal e mais devastadora doença para a cultura do coqueiro no mundo e ainda não ocorre no Brasil. Plantas suscetíveis morrem dentro de um período de seis meses após o início dos sintomas. Outra doença letal para o coqueiro e outras palmeiras, incluindo dendê (Elaeis Guineensis Jacq.) é o hartrot, também conhecido no Brasil como "murcha de fitomonas", cujo agente causal é um protozoário flagelado que vive no floema de plantas infectadas denominado Fitomonaso objetivo do Projeto ““Aprimoramento do conhecimento científico sobre o amarelecimento letal do coqueiro, uma doença quarentenária, e outras doenças re-emergentes em palmeiras para apoiar medidas preventivas de controle e de contingência no Brasil” é aprimorar o conhecimento científico sobre as síndromes do tipo amarelecimento letal, considerada como praga quarentenária, e sobre as doenças re-emergentes como ‘hartrot’ em coqueiro e dendê, e sobre a doença emergente chamada de atrofia letal da coroa do coqueiro, de etiologia desconhecida, para apoiar a implementação de medidas de controle e contingenciamento no Brasil.